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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Chaves - Orquestra do Largo do Cavaleiro

21.06.07 | Fer.Ribeiro

Largo do Cavaleiro

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Ainda há dias vos falava dos meus passeios pelo centro histórico e da música que havia no Largo do Cavaleiro. Como os elementos da orquestra estão espalhados pelas “quatro paredes” do largo, só me é possível apresentar parcialmente a orquestra. Hoje ficamos com a parede da ilha e com dois instrumentistas, o Sr. Canário amarelo e o Sr. Melro preto (claro). Claro mas não é na cor, porque a cor é mesmo preta, claro no sentido de que só poderia ser mesmo preto, mas de bico amarelo-torrado. Mas não estranhem se vos falarem também de melros brancos, pois para sempre ficou registado na minha memória um pensamento de um filósofo, não sei se Sócrates ou Aristóteles!? Acho que me fico pelo Aristóteles e ponho definitivamente o Sócrates de lado. Então Aristóteles a respeito da amizade dizia (ou pensava): - Encontrastes um amigo, pois alegra-te porque encontrastes um melro branco!
 
Então agora que já sabemos que também há melros brancos!, pergunto eu – Afinal o que é que os melros e os filósofos têm a ver com Chaves!?
 
- Tudo!
 
Pois filósofos é o que mais há cá pela terrinha, basta ir ali prós lados do Sport e outras esquinas que se encontram logo meia-dúzia deles e quase ao nível do Náná Bicha na sua subtracção das borboletas , e melros (dos pretos de bico amarelo) também abundam por cá, principalmente em relvados, jardins e onde haja terra à vista.
 
Há dias assim, deve ser pela música da orquestra do Largo do Cavaleiro. Prometo que amanhã apareço por aqui de novo e devidamente curado, sem melros e sem filósofos.
 
Então, até amanhã em Chaves.    

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