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Nov05
ENCONTRO DE BLOGUES

Passados que estão alguns meses do 1º Encontro de Blogues de Chaves, é tempo de fazer o segundo. Claro que à boa maneira flaviense é à mesa que a gente se encontra. Pois então, dia 2 de Dezembro às 20 horas o Blog do Beto, o Blog Chaves I e o Blog Chaves Antiga, vão estar à mesa do Restaurante Aprígio, rodeados de alguns comentadores e amigos destes três blogues. O tema deste encontro é Chaves, de hoje e de sempre. Desta vez não se trata de um encontro oficial, e por essa razão não haverá convites oficiais, mas estará aberto a todos os colaboradores, amigos, flavienses, visitantes e comentadores dos nossos blogues que, connosco, queiram conviver e viver a cidade de Chaves.
A respeito da foto de hoje, ainda não vai ser pelo IP3 que os flavienses ausentes vão chegar desta vez a Chaves, mas pelo desenvolvimento das obras pode ser que o possam utilizar no próximo encontro. Finalmente parece estar para breve uma realidade que andou mais de 20 anos em promessas, mas mais vale tarde que nunca. Contudo não há bela sem senão. Já tive oportunidade de circular pelo traçado do IP3 desde a fronteira até ao final do concelho. Tinha curiosidade de ver a cidade de Chaves desde o IP3 e, sinceramente, fiquei desiludido, do IP3 não se vê a cidade. Claro que também não foi construído para se ver a cidade, mas a cidade vai perder as visitas daqueles que por acaso a descobriam e se encantavam com ela. Paciência, continuaremos na nossa pacatez de cidade de província, que claro, terá sempre o seu encanto.

Se a Primavera e o Verão tem os seus encantos , o Outono e o Inverno também os tem. Se um passeio à beira rio, à sombra das árvores, de Verão sabe bem, no Outono, com as árvores despidas e água transparente no rio também o sabe. 


Como sabem, este blog, conjuntamente com o Blog do Beto edita também o blog Chaves Antiga. Lá publicamos as nossas fotografias de Chaves de outros tempos. Mas às vezes, tanto no blog Chaves como no blog do Beto, as fotografias actuais levam-nos também a recordar o passado de Chaves e a contar também um bocadinho da sua história e das suas estórias. Esta fotografia é uma delas. Cada vez que vejo estas gaivotas estacionadas no meio do rio fazem-me lembrar os antigos barcos do Redes, de madeira, a remos, que eram alugados para delícia de estudantes e visitantes, incluindo o púcaro de tirar água. Na margem alugavam-se bicicletas e para quem queria recordar o momento para a eternidade, aparecia sempre o Lombudo para tirar a fotografia. 



