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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

ENCONTRO DE BLOGUES

30.11.05 | Fer.Ribeiro
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Passados que estão alguns meses do 1º Encontro de Blogues de Chaves, é tempo de fazer o segundo. Claro que à boa maneira flaviense é à mesa que a gente se encontra. Pois então, dia 2 de Dezembro às 20 horas o Blog do Beto, o Blog Chaves I e o Blog Chaves Antiga, vão estar à mesa do Restaurante Aprígio, rodeados de alguns comentadores e amigos destes três blogues. O tema deste encontro é Chaves, de hoje e de sempre. Desta vez não se trata de um encontro oficial, e por essa razão não haverá convites oficiais, mas estará aberto a todos os colaboradores, amigos, flavienses, visitantes e comentadores dos nossos blogues que, connosco, queiram conviver e viver a cidade de Chaves.

A respeito da foto de hoje, ainda não vai ser pelo IP3 que os flavienses ausentes vão chegar desta vez a Chaves, mas pelo desenvolvimento das obras pode ser que o possam utilizar no próximo encontro. Finalmente parece estar para breve uma realidade que andou mais de 20 anos em promessas, mas mais vale tarde que nunca. Contudo não há bela sem senão. Já tive oportunidade de circular pelo traçado do IP3 desde a fronteira até ao final do concelho. Tinha curiosidade de ver a cidade de Chaves desde o IP3 e, sinceramente, fiquei desiludido, do IP3 não se vê a cidade. Claro que também não foi construído para se ver a cidade, mas a cidade vai perder as visitas daqueles que por acaso a descobriam e se encantavam com ela. Paciência, continuaremos na nossa pacatez de cidade de província, que claro, terá sempre o seu encanto.

Chaves - Tabolado à Beira Rio

29.11.05 | Fer.Ribeiro
2157-bl.jpgSe a Primavera e o Verão tem os seus encantos , o Outono e o Inverno também os tem. Se um passeio à beira rio, à sombra das árvores, de Verão sabe bem, no Outono, com as árvores despidas e água transparente no rio também o sabe.

Mas mais que os passeios à beira rio, o Tabolado para o pessoal da minha geração, tem um significado especial. O Tabolado era o jardim do namoro e claro, dos namorados. Não há, pela certa, casal de namorados da minha geração que não tivesse passado pelo Tabolado. Ma isso foi no tempo em que o jardim era apenas jardim. Com o tempo, aos poucos, o jardim foi morrendo, ou melhor, foi sendo assassinado. Primeiro com a construção das piscinas, depois com os campos de ténis e edifício de apoio (que mais tarde veio a ser bar (morrendo como T Bar) e até feiras de santos foram feitas naquele jardim. Em suma, além de abandonado, foi mal amado e mal tratado.

Com o POLIS, o jardim promete regressar. As piscinas e os campos de ténis (está em projecto) serão demolidos e o jardim voltará um dia a ser jardim. Contudo, e esta é uma opinião pessoal, o Tabolado nunca virá a ser o Tabolado de outrora e, falta um bocadinho de sentimento flaviense nas obras ainda previstas, mas repito, isto é a minha opinião pessoal e até poderei estar enganado, o tempo o dirá.

Chaves - Vista do Castelo

26.11.05 | Fer.Ribeiro
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No passeio matinal de sábado, com uma ida obrigatória ao parque infantil do Tabolado, era assim que hoje, de lá, se via o Castelo.

Para a fotografia estar completa, só lhe falta o frio de hoje, com promessas de neve. Mas esse, lamento, só estando cá é que se pode sentir.

Chaves - Margem do Rio

26.11.05 | Fer.Ribeiro
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E hoje como é fim de semana e como é para o Rio que estou virado, aqui fica mais uma. Claro que quando se fala de Rio em Chaves, é obrigatório falar-se também da Ponte Romana e das suas margens, que felizmente, aos poucos, têm vindo a ser tratadas e embelezadas.

Chaves - Rio Tâmega

26.11.05 | Fer.Ribeiro
1764-bl.jpgComo sabem, este blog, conjuntamente com o Blog do Beto edita também o blog Chaves Antiga. Lá publicamos as nossas fotografias de Chaves de outros tempos. Mas às vezes, tanto no blog Chaves como no blog do Beto, as fotografias actuais levam-nos também a recordar o passado de Chaves e a contar também um bocadinho da sua história e das suas estórias. Esta fotografia é uma delas. Cada vez que vejo estas gaivotas estacionadas no meio do rio fazem-me lembrar os antigos barcos do Redes, de madeira, a remos, que eram alugados para delícia de estudantes e visitantes, incluindo o púcaro de tirar água. Na margem alugavam-se bicicletas e para quem queria recordar o momento para a eternidade, aparecia sempre o Lombudo para tirar a fotografia.

É por isso que eu digo que o rio faz parte da alma de Chaves e da alma do ser flaviense.

Chaves - Freiras à Noite

25.11.05 | Fer.Ribeiro
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Na ausência de boa luz para a fotografia diurna, tenho-me dedicado um bocadinho à fotografia nocturna. Infelizmente ou felizmente, já nem sei, desde que andei no liceu fiz a “promessa” de passar todos os dias nas Freiras. As Freiras sempre foram para mim o coração da cidade. Por variadíssimas razões, começo a perder o hábito de passar por lá todos os dias, mas ainda vou passando.

Quer se concorde ou não com as actuais Freiras, elas estão iluminadas para o Natal e o Natal desperta sempre em nós (pelo menos em mim) aquela magia… a magia do Natal. E já começa a ter de tudo, iluminação, os putos já fazem os seus pedidos ao Pai Natal e até o frio já chegou, só a título de curiosidade o meu termómetro exterior marca neste momento (0H42) -1Cº, já entramos nos negativos, com noites limpas e frias, daquelas com que se curam os presuntos.

Chaves - Campo da Fonte

24.11.05 | Fer.Ribeiro
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Mais uma vez o lado de lá do rio e da cidade, o Campo da Fonte.

Fez durante muitos anos e, até há poucos anos atrás, jus ao seu nome. Era um campo com uma fonte no meio. Durante muitos anos foi poiso também de acampamentos de ciganos que debaixo das frondosas árvores montavam as suas tendas. Com a construção do quartel dos bombeiros e o arranjo urbanístico dos espaços envolventes, o Campo da Fonte ficou com nova cara.

Se por um lado o campo foi limpo, as construções ali existentes nem por isso, e é pena, principalmente a imponente construção que se vê na foto que sempre marcou o bairro e hoje faz figura triste no meio de tanto arranjo. Se há mamarrachos cujos promotores deviam ser condenados por mau gosto, há construções, como a da foto, que os proprietários deviam ser condenados por os deixar chegar a estado tão deplorável, isto sem querer criar polémica, pois nem sequer conheço o proprietário sem sei as razões porque tal acontece, só que me mete dó ver aquele edifício a morrer aos poucos.

Chaves - Rua de Stº António

23.11.05 | Fer.Ribeiro
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A seguir aos Santos é o S.Martinho e logo-logo a seguir começa-se a iluminar o Natal. Embora ainda falte mais de 1 mês para tal, a iluminação de Natal já é uma realidade. Tem sido sempre assim desde que o Natal é um negócio, e muito bem. Há alegria nas ruas, as crianças sonham e os adultos deliciam-se, pelo menos a vista.

Esta foto é fresquinha, é de hoje. Hoje inaugurou a iluminação de Natal e este é o aspecto da Rua de Stº António.

Chaves - Trav. Cândido Reis

22.11.05 | Fer.Ribeiro
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Passemos das vistas gerais diurnas para os pormenores nocturnos da cidade, ou seja, do dia para a noite flaviense.

Já foi tempo em que vida nocturna da cidade era o cine-teatro ou em alternativa uma noite de bilhar ou conversa no café, isto de Inverno, que de verão as noites eram alargadas aos passeios à volta das Freiras ou/e até às Caldas e mais coisa menos coisa, a cidade “fechava” à meia noite.

Hoje a cidade, e no que à noite diz respeito, está diferente. A noite “abre” quando antigamente “fechava” e a noite, hoje, é vivida com música por companhia. Há muito mais juventude na rua e a saída à noite já não é coisa de rapazes, mas de rapazes e raparigas, ou melhor, de jovens de ambos os sexos.

Nesta Travessa Cândido Reis , mais propriamente na Biblioteca, onde outrora foi o Joaquim das Molas, vive-se parte dessa noite. Se de dia a travessa serve de atalho entre a Rua do Olival e a Rua de Stº António, a noite dá-lhe movimento, muito movimento com entradas e saídas, entre um e outro copo, muita música e sempre noite dentro.

Chaves - Vista Geral

21.11.05 | Fer.Ribeiro
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Cada vez que subo a montanha, não resisto e bato meia dúzia de fotos. De cima, vê-se de tudo no vale. Primeiro o verde da veiga (sarapintada mas ainda verde) depois o branco das construções, e por último o azul das montanhas a morrer no azul vivo do céu. De longe, são as construções mais altas as que sobressaem, o castelo ainda se vê, mas o que melhor se vê são as “torres gémeas” e cada um tem as que merece.

Chaves - Interior do Forte de S.Neutel

19.11.05 | Fer.Ribeiro
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Este é o actual interior do Forte de S.Neutel. O mesmo que já albergou a cadeia de Chaves, que já foi zona militar e pertença do Regimento de Infantaria e hoje é isto que se vê, e pouco mais, porque é um espaço fechado.

Há cerca de uma década atrás a Câmara Municipal tomou conta do forte, remodelou-o e fez dele espaço/anfiteatro ao ar livre pronto a receber qualquer tipo de espectáculo, principalmente concertos musicais. Inicialmente receberam-se grande grupos nacionais e até internacionais. Desde a música pimba, ao fado, ao jazz, ao rock, com grupos desde os Delfins aos Madre Deus, entre outros, tudo passou por lá. O espaço prometia, mas infelizmente não passou disso. Não que hoje em dia não se façam lá espectáculos, pois ainda se fazem meia dúzia de espectáculos anuais, mas fora disso, é um espaço fechado e triste, com falta de vida.

Já mais que uma vez o disse aqui, que este espaço fora dos espectáculos, necessitava de vida, de estar aberto e ser tratado.

Infelizmente, eu apenas lhe posso tirar fotografias dizer umas palavrinhas sobre este espaço.

Chaves - Bacalhau/Rua de Stº António

18.11.05 | Fer.Ribeiro
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Esta é uma das imagens que mexe comigo desde miúdo. É uma daquelas que se regista facilmente, mas o que sempre me intrigou nesta imagem, é nunca ter visto uma banda de música a actuar naquele coreto. Sempre imaginei ali uma banda a debitar música cá para baixo, é por isso mesmo que esta imagem mexe comigo desde miúdo.

E para quem segue o blog Chaves Antiga, há dias publicava-se lá uma foto das comemorações do 1º Centenário da Guerra Peninsular, onde se punha a questão de onde tinha sido batidas as fotografias. Pois foi neste “coreto” que o fotografo se instalou para fotografar, e ainda bem.

Numa tarde poética de verão

17.11.05 | Fer.Ribeiro
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Já que o último post foi dedicado à poesia flaviense, fica aqui uma fotografia poética de um fim de verão, acho eu!

Um bocadinho à moda espanhola, talvez pela proximidade, nas tarde de verão e após o trabalho, enquanto se fazem horas para o jantar, há cada vez mais gente que se junta nas esplanadas para beber um copo e dois dedos de conversa. E haverá melhor que uma esplanada com vistas para o jardim, um copo, amigo(a)s e dois dedos de conversa?

Já agora o ambiente da foto é do Tabolado.

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