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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

31
Mai06

Chaves e o Largo do Arrabalde

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Mais uma vez o Arrabalde e hoje aproveitamos para contar um bocadinho da sua história.

Numa cidade tão antiga como a nossa, não admira que este largo, desde os romanos até aos nossos dias, tivesse atravessado por várias fases e baptizado com vários nomes.

As recentes e ainda em curso escavações arqueológicas no Arrabalde, ao que por aí se diz, puseram a descoberto construções romanas. Diz-se serem balneários. A conclusão das escavações, alguma coisa trará a lume e ditará o que realmente lá existiu e qual a sua importância. Até fico-me no que vou ouvindo dizer. Uma coisa é certa – Os romanos utilizaram este largo.

Na história mais recente, de há alguns séculos para cá, que o largo tem tomado o nome de Arrabalde, pelo menos desde a Idade Média em que o largo ficava fora das portas da vila e daí o nome arrabalde ou arredores, que era precisamente o espaço (então descampado) que ia desde as então muralhas até à Ponte Romana de Trajano.

Por estas últimas palavras facilmente se poderá concluir que existiram muralhas no actual Arrabalde, ou melhor, até às Invasões Francesas existiu aí um baluarte que estava ligado à muralha do Olival. Era conhecido pelo baluarte do Cavaleiro da Vedoria que tinha o seu semelhante e conhecido pelo baluarte do Cavaleiro da Amoreira (deste ainda hoje existente um troço no Início da Rua do Correio Velho. Ao que sabemos o Baluarte do Arrabalde foi demolido após as Invasões Francesas.

A partir de aí adivinha-se o inicio das construções da parte alta do Arrabalde e em toda a sua envolvente, mantendo-se ainda um largo inclinado e irregular. Ao que se sabe só no início do Séc. IXX é que se começou a terraplanagem do largo, passando a partir de 1820 a efectuar-se aí o mercado da cidade, que até então se realizava no Largo do Anjo.

Só a partir de 1952 é que o mercado se deixou de realizar no local, com o início da construção do Palácio da Justiça, que foi concluído em 1958. A partir de aí, o Largo tem mantido mais ou menos a sua configuração.

Quanto a nomes, Começou por Arrabalde, já foi Largo Dr. António Granjo, Monsenhor Alves da Cunha, Praça Rui e Garcia Lopes e Arrabalde das Couraças.

É um daqueles largos ao qual lhe podem mudar o nome, mas continuará a ser sempre Largo do Arrabalde, alias o nome que tem actualmente.

E agora como mandam as regras, para o post de hoje foi retirada informação da “Toponímia Flaviense” de Firmino Aires, da Corografia port. E do “Chaves Antiga” do General Ribeiro de Carvalho

E por hoje é tudo. Prometo nos próximos posts não ser tão longo.
30
Mai06

Chaves - Casa de Saúde do Dr. Fernandes

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Se no dia 24 de Dezembro de 1975 o autor deste blog não tivesse sido operado na casa, que se vê na foto, a um apendicite agudo, este blog pela certa não existia. Vivi, por assim dizer, nesta casa 15 dias. Lembro bem o passar das horas desse dia de consoada. Primeiro o Hospital de onde saí pior que o que entrei, e desde as 11 horas até ao fim da tarde de consoada, só lembo esta casa. “Tem de ser já operado” Palavras mestra do Dr. Figueiredo Fernandes. E aí começou tudo, primeiro o Albano “enfermeiro” da casa, o mesmo que era massagista do Desportivo de Chaves, a fazer os preparativos para a operação, depois a entrada do Dr. Raimundo e do Dr. Figueiredo Fernandes de bata branca … uma injecção no braço e “vamos lá isso rapaz” foram as última palavras que ouvi do Dr. Raimundo. Acordei 24 horas depois com o meu irmão Henrique e o nosso amigo comum Mário Ferreira. Já era dia de Natal e, eu recordo que a primeira coisa que pedi foi ver o meu “apêndice” que me tinham retirado e, que ainda hoje guardo religiosamente. Momentos inesquecíveis.

Estarei para todo o meu sempre grato a esses três “flavienses”, o Albano que me “rapou” e me deu uma assistência exemplar no pós operatório, e aos Dr.s Raimundo e Figueiredo Fernandes (infelizmente ambos falecidos) por me terem acabado com um mês de sofrimento e me permitirem estar aqui hoje. Um beijinho também para a Luzia, a minha colega do andar de cima, que passou na mesma data pelos mesmos momentos e que pela certa comunga dos mesmos sentimentos.

Tirando este episódio doloroso mas com fim feliz da minha vida, o que hoje interessa é a casa. A antiga casa de saúde do Dr. Fernandes. Independentemente do episódio, esta casa encanta-me. Encanta-me pela arquitectura, encanta-me pelo enquadramento e encanta-me pela localização. É assim como um oásis no centro da cidade onde até o rosa das paredes, aqui, não me choca, encanta!

Desculpem-me o post de hoje, mas são recordações de uma vida, e seria ingrato se não agradecesse ainda aos sofridos e desesperados passos que o meu falecido pai deu comigo durante todo o dia 24 de Dezembro de 1975 e à inesquecível, desesperada e sofrida noite que a minha mãe passou à cabeceira da minha cama na noite de 23-24 de Dez. Estávamos em 1975, e na altura um apendicite agudo no hospital de então era facilmente confundido com uma infecção intestinal, mais uma vez a minha gratidão ao Dr. Figueiredo Fernandes, por ter entendido que não o era.

Até amanhã!
29
Mai06

Chaves - Arrabalde

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Ainda não é verão e o inferno já chegou. 35ºC em Maio, o inferno deste verão promete, mas acho que já começamos a estar habituados e temos os nossos truques – muita bebida e aproveitar ao máximo as sombras.

Pois foi precisamente à sombra de uma florida e cheirosa tília que eu me refugiei dos 35ªC para vos trazer a foto de hoje. Pelo movimento percebem-se duas coisas – que está calor e que é fim de semana. Já parecemos uma cidade grande em que o pessoal aproveita os fins de semana para sair, ou então, para não sair de casa e convenhamos que com o calor, a frescura da casa sabe bem.

Pois é aqui que acaba um dos principais largos da cidade e começa a rua principal, ou vice-versa. É ou era aqui o largo das grandes manifestações e concentrações. O largo da Justiça e dos táxis. É também um largo onde as construções têm mantido quase sempre a sua cara lavada e recuperada, com velhos comércios a dar lugar a novos espaços, como o Antigo Silva Mocho (um daqueles lugares onde se vendia quase de tudo) seu agora lugar a uma farmácia. Ao fundo a loja de electrodomésticos que ainda mantém o antigo comércio do armeiro que sempre lembra de ali ter existido, e claro, o quiosque, o mais antigo da cidade. Enfim, para já é o mesmo largo de sempre.
28
Mai06

Chaves Rural - Soutelo

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Como estamos em Fim de Semana, vamos até uma freguesia Rura. Desta vez cabe a sorte à freguesia de Soutelo que é constituída pelas povoações de Soutelo e Noval. Fica a 7 quilómetros de Chaves, e tem 384 habitantes residentes e faz fronteira com as freguesias de Seara Velha, Calvão, Sanjurge, Valdanta, Curalha e Rebordondo. É mais uma das freguesias dormitório da cidade mas ao mesmo tempo uma freguesia tipicamente rural.

Tenho como imagem de marca de Soutelo o cruzeiro da foto e as pessoas na pessoa de uma pessoa. É uma daquelas freguesias as quais se tem de ir lá para a conhecer, pois fica fora de qualquer itinerário a não ser no itinerário de Seara Velha, freguesia fronteiriça com Boticas.

Como curiosidade, a freguesia administrativamente falando é composta por duas povoações, no entanto, fisicamente as duas entram uma na outra ou seja, não há separação física entre ambas e é tão assim, que só há meia dúzia de anos é que soube que aquele conjunto eram duas povoações, mas para os residentes, a coisa já não é bem assim.
27
Mai06

As cegonhas de Chaves

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Nos últimos tempos tenho andado intrigado. É notícia local e nacional que quando a auto-estrada ligar Chaves a Vila Real vamos ficar sem maternidade. Foi anunciado pelo Ministro da Saúde, portanto mal a ligação seja feita, adeus maternidade em Chaves. Como o povo, os nossos deputados e restantes políticos se têm mantido impávidos e serenos, podemos desde já contar que a maternidade era uma vez…

Até aqui tudo bem, parece que tem de ser e, o tem de ser, tem muita força. Quem sou eu para contestar mentes mais prodigiosas que a minha que têm o assunto mais que estudado, ou seja - resolvido.

Tudo bem, não. Então as cegonhas!? Se realmente vamos ficar sem maternidade porque é que as cegonhas, nos últimos anos, ano após ano, insistem em vir de Paris para Chaves e até aumentam em número!? Há aqui qualquer coisa que não bate certo, ou então ando a ser enganado desde criança… E esta não é como a do Pai Natal, porque esse, sei eu bem que não existe. Agora as cegonhas existem e estão por aí à vista de toda a gente, eu pelo menos fotografei-as e conheço-lhes 5 ninhos.

Quanto a Dona cegonha da foto, é a que montou ninho junto à Estrada de Outeiro Seco em dois momentos do mesmo dia. Um no ninho com as cegonhinhas e outro em pleno voo a caminho do ninho.

O que acontecerá às cegonhas quando a maternidade for para Vila Real? Mas mais grave ainda, com o tempo vamos ficar sem flavienses, pelo menos sem flavienses nascidos em Chaves. Há uma última hipótese – nascer em casa, como no meu tempo se nascia e eu nasci – Venham daí as Amelinhas Parteiras.
26
Mai06

Chaves, o Jardim Público e o POLIS

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Nos jornais de hoje, cá da terrinha, há uma pequena notícia que me deixa satisfeito, mas também um bocadinho apreensivo. “Jardim Público vai ser requalificado e revitalizado” é este o título da notícia. Da mesma destaco: “ O projecto de execução prevê a realização dos seguintes trabalhos: pavimentos felexiveis; mobiliário urbano; pavimentos em granito; instalações eléctricas de baixa tensão; plantações/ajardinamentos; reparação e tratamento de estruturas metálicas; estruturas e elementos de betão; saneamento.” A notícia acrescenta ainda que o valor base da empreitada é de 407 mil euros (82 mil contos).

Claro que a notícia me deixa satisfeito, aliás basta dar um passeio pelo jardim para verificar como ele está mesmo a pedir uma intervenção e que só peca por tardia. Mas fico também apreensivo porque não conheço o projecto e tenho medo que a requalificação e revitalização, vá além disso e seja descaracterizado e se transforme em ex-jardim. Acho que aqui a ideia não é essa e que não se vai repetir o que se passou nas Freiras. Como flaviense, assim o espero para que os 82 mil contos não sejam mal gastos.

Já agora, seria bom que se retomasse o antigo parque infantil, o original, aquele que foi a alegria e delícia dos putos dos anos 60 (falo da minha geração) e que já por várias vezes foi aqui recordado no blog, que até tinha guarda e tudo…
25
Mai06

Chaves - Jardim do Tabolado

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Em Chaves costuma-se dizer que após nove meses de Inverno temos três de inferno. Os últimos anos têm demonstrado isso mesmo. O Inverno tem sido mesmo Inverno, principalmente em frio e os últimos verões têm sido mesmo um inferno de calor. Este ano pelas primeiras amostras o verão promete novamente transformar-se num inferno de calor. Haver vamos, entretanto já há quem aprecie as primeiras sombras, ainda de primavera, quando tudo ao nosso redor é verde, ou verde e amarelo se entrarmos montanhas dentro, onde as giestas fazem questão de ano após ano florir para nosso encanto.

De regresso às sombras e à fotografia de hoje. Foi tomada no Tabolado e quem conhecer o ambiente notará que foi tomada num Domingo ao fim da manhã. É que o Tabolado tem duas caras – a dos dias de trabalho e a dos dias de descanso. Nestes últimos o Tabolado tem mais encanto e muita gente de fora. O Tabolado atrai quem nos visita, principalmente os grupos que fazem do local ponto de encontro e claro, como bons portugueses, desde que o sol se abre e começa a aquecer, é raro o Domingo em que à hora de almoço, não haja toalha no relvado, merenda em cima e “palhinhas” ao lado, agora de plástico, mas isso até pouco interessa, o que interessa mesmo é o conteúdo.

Também eu gosto de passar por lá ao fim da manhã de Domingo e tomar um café numa esplanada. Podem crer que o café até sabe melhor que nos restantes dias.
24
Mai06

Ponte Romana de Chaves

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Já o disse aqui, repetidamente, que a ponte romana de Chaves deve ser um dos monumentos mais fotografados. Quem quer que seja, que tenha uma máquina fotográfica à mão, não lhe resiste. É a nossa Top Model, que já posou vezes sem conta para milhares de fotógrafos. Para mim, humilde aspirante a fotógrafo de província, já posou centenas de vezes e continuará a posar até conseguir “aquela fotografia” que nunca vou conseguir. Entretanto continuarei a tentar e prometo, de vez em quando, mostrar aqui as minhas tentativas. A foto de hoje foi a tentativa mais recente de há umas hora atrás.

Mas convém não esquecer que a nossa Top Model, também é ponte e cumpre a sua função há quase 2000 anos e é a mais velha testemunha da nossa existência. 2000 anos merecem muito respeito e uma das formas de lhe mostrar-mos o nosso respeito, era retirar-lhe de cima o trânsito automóvel e fazer o devido tratamento do tabuleiro e definitivamente tratá-la como monumento nacional que é, com o devido respeito pela sua idade.

Faço uma sentida vénia ao político ou responsável que tiver a coragem de o fazer e, é tão fácil – bastam dois sinais de lata redondos, pintados de branco com um círculo vermelho estrategicamente colocados nas entradas da ponte, se quiserem, eu até ofereço o desenho ou mesmo os sinais.

Ironias à parte, a nossa Top Model merecia melhor tratamento.
23
Mai06

Sociedade veste-se de rosa choque

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A “Sociedade Flaviense” tem estado nos últimos meses em merecidas obras. Ninguém estranhou o facto de ver grua montada na Praça da República e de começar a haver um movimento não habitual ali pela zona. São obras e obras são coisas comuns que facilmente se assimilam. E tudo decorria normalmente até que se chegou à pintura das paredes exteriores e aí acho que toda a gente notou que a “Sociedade” está em obras, pois a mudança de cor tem chamado a atenção de toda a gente.

Pessoalmente gosto do colorido das construções. Felizmente vai-se perdendo a monotonia do branco. Amarelos (muitos), verdes (alguns), Azuis (com gosto), salmão (quase sempre), lilás (audaz) , castanhos (fortes), etc., etc. Toda a cor é bonita desde que tenha o tom certo e se integre no meio em que é aplicada. O ser forte e até agressiva às vezes torna-a ainda mais bela. Mas quando chego aos “rosas” aí já as coisas piam mais fino. É que há rosas e rosas e, ou se acerta, ou então é de fugir. É uma cor ingrata.

Desde já vou por os pontos nos is. Não gosto do rosa da sociedade flaviense, é um daqueles rosas que é de fugir. Dizia-me hoje um dos responsáveis da sociedade que se retomou a cor antiga da sociedade, um rosa pombalino. A ideia é engraçada se fosse conseguida. Cá para nós, que ninguém nos ouve - o rosa pombalino transformou-se em rosa choque. Pois é meus senhores (responsáveis) uma coisa é ver a cor na catálogo, outra é vê-la na parede. Definitivamente não gosto do novo rosa choque da sociedade. Acho que aquele edifício, um belo edifício, merecia uma outra cor, que até pode ser o rosa, mas um rosa nobre.

Posso estar enganado, ma começo a sentir a falta do bom gosto do arquitecto mestre.

Nota: A cor na foto é enganosa. Há que vê-la “in loco”.
22
Mai06

Chaves e o Rio Tâmega

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Geograficamente falando, quase todas as grandes cidades têm um grande rio por perto. Em Portugal, por exemplo, Lisboa tem o Tejo, Porto tem o Douro, Coimbra tem o Mondego e já agora Chaves tem o Tâmega. Quase todas as cidades com rio, nasceram a partir do rio, ou seja, o rio foi o ponto a partir do qual as cidades começaram a crescer. A geografia lá terá e tem as suas razões do porque as cidades nascem a partir do rio, mas para o post de hoje a geografia, embora tenha os seus interesses, até nem interessa. O que me interessa hoje é o convívio que Chaves tem com o rio. Não as mais valias do rio útil do qual se depende, mas o rio como lazer.

Pois vai sendo um facto, hoje em dia em nada ou pouco dependemos do rio, mas cada vez mais o rio se apresenta como um ponto de lazer. Os nossos principais jardins convivem com o rio. A pesca desde sempre convidou os flavienses ao rio. Hoje mais que a pesca de lazer temos a pesca desportiva, cujos campeonatos nacionais e internacionais traz muita gente aos pesqueiros do Tâmega e a Chaves.

É certo que o rio com o passar dos anos perdeu as praias fluviais da galinheira, do Açude e até daquele pequeníssimo areal que se formava entre os arcos da ponte e fazia a delícia dos putos no verão. É certo que perdeu os barcos de madeira a remos do redes e o Lombudo há muito que deixou de fazer à saída dos barcos, as delícias e o registo dos momentos à beira rio para a posteridade, perderam-se esses momentos mas ganharam-se gaivotas e canoas a descer o rio. Cada vez mais, individualmente ou em grupo o rio serve de palco à canoagem e cada vez ganha mais adeptos, mas ainda são poucos, muito poucos para as potencialidades que o rio oferece. Pode ser que um dia haja alguém que (entidade) veja as potencialidades do rio ou que apoie e incentive quem já as descobriu.

Pois aqui fica o convite para quem gosta de canoagem e de aventura. Descer o Rio Tâmega é uma daquelas coisas que nunca mais se esquece.

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