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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

14
Jan10

Coleccionismo de temática flaviense - Lápis

Teria eu os meus 7 anos de idade quando comecei, sem saber, a coleccionar os primeiros cromos da bola e, sempre à espera que o Eusébio me saísse na “rifa”. Infelizmente todas essas colecções de puto se perderam no tempo. Na altura, para além dos cromos, apenas conhecia (por que via os mais velhos) as colecções de selos, de moedas e de rochas no entanto, um dia, ainda aí pelos meus 7 anos, vi uma colecção de lápis e fiquei tão espantado, como maravilhado com tanto lápis junto, alinhadinhos num expositor feito à medida, aquilo era uma autêntica obra de arte. Não sei quantos eram, mas eram muitos, umas centenas.

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Poder-me-ia então ter entusiasmado com as colecções de lápis, mas não o fiz, porque os da escola eram para gastar e outros não abundavam. Mesmo assim, com o tempo, fui juntando alguns, não muitos, mas o suficiente para entre eles encontrar algumas preciosidades do meu tempo de puto ou até talvez anteriores à minha existência. São lápis de casas comerciais que também fazem a história dos sítios, das actividades e dos tempos, principalmente daqueles em que casa comercial que se prezasse, usava ao balcão um lápis dos seus que também serviam de oferta aos clientes e funcionários.

 

Hoje deixo-vos com dois desses lápis (em primeiro plano), de duas casas comerciais de Chaves.

Um , o de cor rosa, era da Cerâmica Flaviense Ldª, onde além da inscrição com o nome da casa, também tem em desenho a imagem da cerâmica, além de constar ainda:

“Escritório e depósito : LARGO DAS FREIRAS – Telefone 46”

“Fábrica: CAMPO DA RODA – Telefone 59”

 

Curiosos números de telefones, do tempo em que os telefones em Chaves, não ultrapassavam os 3 dígitos e as chamadas eram pedidas à operadora dos CTT. A título de curiosidade, diziam na minha altura de puto, que o telefone com o nº 1, era do posto público do Café Geraldes. Não sei se verdadeiro ou não, o facto é que me lembro de então referir-se isso.

 

O segundo lápis, de cor pérola, era da casa FRANCISCO RODRIGUES ALVES, onde além do nome, contava ainda:

“Armazém de Mercearia”

“Produtos da Região”

“Telef.114 – CHAVES”

 

E é tudo por hoje em que ficam com os lápis de ontem. Amanhã, há discursos sobre a cidade.

 

Até amanhã!

 

Hoje, em Devaneios as sombras que nos invadem.

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