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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

08
Jun10

Pedra de Toque- Francisco de Barros Cachapuz ou Paulo de Castro

 

 

 

 

FRANCISCO DE BARROS CACHAPUZ OU PAULO DE CASTRO



A 1 de Janeiro de 1914, filho de António Pereira da Costa Cachapuz e de Maria das Dores Cachapuz, nasceu em Chaves.

 

Durante a sua longa vida fez uma entrega total à defesa da liberdade, à luta contra a tirania e o obscurantismo.

 

Pelas suas opções políticas esteve várias vezes preso.

 

Conheceu as masmorras do Forte de Peniche e do Forte de S. João Batista, em Angra do Heroísmo.

 

Integrou-se como voluntário nas Brigadas Internacionais durante a guerra civil espanhola. Viveu em Paris onde trabalhou como jornalista e privou com homens de cultura como Léon Blum.

 

Em 1946, apoós um breve regresso a Portugal, foi-lhe permitido deixar o país o que o levou a exilar-se no Brasil onde permaneceu até à sua morte ocorrida em 14 de Novembro de 1993.

 

Aí apoiou sempre os democratas portugueses opositores ao regime salazarista.

 

Foi um dos fundadores na clandestinidade do Partido Socialista Português.

 

Como homem de cultura deixou obra, nos inúmeros livros que escreveu, nomeadamente sobre a temática “Política”.

 

.

Casa, em Chaves, onde Francisco de Barros Cachapuz nasceu e viveu os primeiros anos

.

 

Como jornalista colaborou nos maiores periódicos do Brasil e nos jornais portugueses Diário de Notícias e Correio da Manhã, entre outros, assinando sempre sob o pseudónimo Paulo de Castro.


Foi diversas vezes condecorado pelo governo português e por governos de outros países. Em Portugal foi agraciado em 1983 coma Ordem Militar de Santiago de Espada e em 1985 com a Ordem Militar Infante D. Henrique, sempre como grau de Comendador.

 

Em Chaves, sua terra natal, onde fez escola e onde continua recordado, foi igualmente condecorado, sob proposta da Câmara Municipal, com a Medalha de Prata de Mérito da cidade.

 

Impossibilitado na altura, por motivo de doença, de aqui se deslocar, manifestou desejo que foi cumprido, de a medalha ser recebido por S.Exª. o senhor Presidente da República de então, Dr. Mário Soares, de quem era amigo pessoal.

 

Pela firmeza das suas ideias, pela coerência da sua vida, pelo amor a este rincão onde nasceu, merece ser recordado nestas crónicas.

 

António Roque

 

 


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