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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

11
Ago10

Chaves pouco antiga

Hoje vamos fazer um regresso a Chaves pouco antiga.

 

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Andar por aqui todos os dias, pode não parecer, mas é complicado, principalmente no que toca a inspiração, pois eu, tal como todos (suponho) tenho os meus dias. Dias sim, dias não ou dias assim-assim e, há dias, em que vir por aqui é mesmo complicado, principalmente nestes dias em que o calor dos meses de inferno nos tortura o dia inteiro, nos deixa fora de nós, nos deixa molengões e a única inspiração que nos ocorre, vai sendo mesmo uma cervejinha bem fresquinha tomada num sítio também fresquinho (se possível) ou pelo menos, onde corra um pouco de ar. Nestes dias assim, vir por aqui, acreditem que é complicado, principalmente pela inspiração que o excesso de calor também tolhe.

 

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Depois de pasmar durante largos minutos em frente ao teclado e rebuscando o baú de fotografias digitais desde que iniciei o blog (2005) à espera que a inspiração surgisse, fui-me dando conta nas imagens, de como uma cidade em tão poucos anos se vai transformando e, por hoje, o problema da inspiração está resolvido com uma passerelle de Chaves pouco antiga, de Chaves de 2005.

 

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Vamos então a essa (esta) cidade de há 5 anos atrás e das pequenas coisas que se nos foram varrendo da memória e de como a cidade se vai transformando, para melhor e pior e não há nada melhor que a imagem para o testemunhar porque a imagem, se não for manipulada, não mente.

 

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No essencial a cidade vai mantendo a sua essência, aliás 5 anos na história de uma cidade não é nada, absolutamente nada, mas dá para ver que o Tâmega tinha parrecos, que as escadinhas das manas tinham casas, que a rua do rio apresentava o desenho do seu xadrez limpinho e visível, que no Arrabalde existia uma plantação de clips que aos poucos foi desaparecendo para descontentamento dos chapeiros e que no geral a cidade, tirando estes pormenores, continua na mesma.

 

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E prontos! Parece que por hoje o problema da inspiração foi mais ou menos bem resolvido (digo eu), também a noite parece ter refrescado um pouco o inferno dos últimos dias, talvez o fumo do dia de ontem se vá definitivamente embora e comece a abrandar o negócio dos incêndios e se junte ao fim do negócio da gripe A, que ao que ontem pude ler na NET, já passou à história e, de negócio e negócio, lá vamos passando os dias nesta cidade, como podemos ou como melhor os inventarmos e, que, embora não pareça, aos poucos se vai transformando.

 

Até amanhã!

 

 

 

 

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