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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

03
Dez10

Notícias

 

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Protecção Civil recomenda precaução face a nova descida de temperatura esta noite.


Na sequência das previsões do Instituto de Meteorologia, que apontam para a persistência do tempo frio, em especial nas regiões do Norte e Centro e com maior incidência no Interior, nova descida da temperatura e queda de neve aos 500 metros na noite de hoje para amanhã – podendo em alguns casos acumular cerca de 5 cm de neve até ao final da manhã de amanhã, sexta-feira 3 de Dezembro – a Autoridade Nacional de Protecção Civil aconselha a população a tomar especial atenção com a sua auto protecção e a condução dos veículos, sugerindo-se, inclusivamente, a colocação de correntes nas rodas motrizes dos veículos que circulem em estradas mais vulneráveis ao aparecimento de gelo e neve.

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Recomenda ainda atenção a eventuais cortes de estradas que possam ocorrer na sequência da queda de neve.


Redacção


 

 

 


 

Recordar Chaves Antiga através das pinceladas de Mário Lino

 

 

Até 31 de Dezembro, o pintor flaviense Mário Lino recorda gentes, costumes e ruas de outros tempos na cidade de Chaves em 20 registos fotográficos reproduzidos em óleo sobre tela e expostos na Adega do Faustino

 

Muita coisa mudou desde os anos 20. Desapareceram usos – como as barcas usadas para a travessia do Tâmega, os caminhos-de-ferro e alguns arcos romanos; costumes – como a árdua lavagem de roupa à beira rio; e tradições – como mulas a puxar carroças nas ruas do centro histórico flaviense. Recordar Chaves Antiga numa casa típica de grande valor arquitectónico – a Adega do Faustino –, (já agora regado com um bom vinho regional), é o convite lançado pelo artista plástico flaviense Mário Lino até 31 de Dezembro.

 

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“Há uma imagem figurativa que as pessoas podem relacionar com muita simplicidade e compararem o que era e o que é” hoje a cidade de Chaves, explicou o pintor flaviense, na inauguração da exposição na passada quarta-feira, 1 de Dezembro. As 20 imagens, decalcadas de registos fotográficos que datam de 1920 a 1950, foram pintadas ao longo deste ano por Mário Lino em óleo sobre tela. “Consegui o registo esperado. Estava à espera de um visual simples que se pudesse enquadrar com a era da temática: Chaves Antiga”. As fotografias antigas da cidade foram recolhidas em blogues, nos quais o pintor optou pelas “mais vistosas, que dizem algo mais ao cidadão”.


A Chaves retratada na exposição é muito diferente da dos dias de hoje? “Alteraram vários aspectos do património, da sua construção… Não direi por culpa política, mas nos últimos 60 anos houve certas coisas que não temos e que deveríamos ainda ter, nomeadamente o caminho-de-ferro. Se hoje em dia tivéssemos essa linha activa e adaptada ao funcionamento turístico por exemplo, o nosso concelho iria ser muito mais rico”, considerou o artista.


Originais comprados por coleccionador transmontano, mas obras estão disponíveis em postais ilustrados.


Toda a colecção já foi adquirida por um coleccionador particular transmontano, mas Mário Lino reservou-se o direito de disponibilizar as imagens em 12 postais, que estarão à venda em diferentes pontos da cidade, como o Forte de São Francisco, Hotel Aquae Flaviae, Adega do Faustino e pontos de interesse turístico. “Estamos na época em que projectos como este têm um certo valor. O nosso consumismo está muito virado para o ‘chinês’ e tenho um certo orgulho em poder dizer que fazemos coisas muito nossas”, comentou Mário Lino. Até porque preservar a memória de um povo também é tarefa de artista: “espero bem que os jovens continuem a valorizar o que era o nosso passado. Continuo a dizer que a nossa verdadeira existência são as nossas raízes e delas não nos podemos esquecer”.


A memória, as tradições e os costumes regionais já são fontes de inspiração características de Mário Lino. No ano passado, as 24 obras originais da exposição “Povo Transmontano”, uma homenagem do artista plástico flaviense a um povo trabalhador e dedicado de toda uma região, foi totalmente comprada. “Com este resultado, continuo optimista e a acreditar que hoje ainda recompensa continuar a lutar no campo artístico”, salientou.


“Há uma mística muito especial não só em Chaves, mas em toda a região transmontana, que não consegui decifrar ainda, mas que é muito boa. Simplesmente posso dizer que me sinto bem, sou muito ligado à natureza, há uma mística muito grande e hei-de explorá-la. Provavelmente vai ser o meu novo projecto: a envolvência da natureza no nosso espaço, no nosso habitat”, rematou o pintor, que se auto-define como um “artista extremamente versátil”, ainda à procura de um estilo.


Sandra Pereira

 



Cães envenenados na Região de Vidago


Dois dos animais assassinados eram as mascotes dos Bombeiros de Vidago o cão Willy e a cadela Mini.

 

Desde o início da semana, a população da Região de Vidago, concelho de Chaves, viu-se confrontada com o misterioso desaparecimento de vários cães e á posterior, muitos foram encontrados já sem vida na via púbica em locais diferentes. Pelo que conseguimos apurar, um dos caninos foi transportado pelo dono ao veterinário, por suspeitas de envenenamento. O que infelizmente se veio a confirmar.


Mais de uma dúzia de cães morreram na região de Vidago como resultado do comportamento impróprio” de indivíduos que decidiram espalhar veneno misturado com comida na via pública. Dois dos animais assassinados eram as mascotes dos Bombeiros de Vidago o cão Willy e a cadela Mini.

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A população de Vidago, Oura, Arcossó e Selhariz, está indignada e revoltada com o comportamento de indivíduos “sem escrúpulos” que decidiram espalhar veneno naquela zona que resultou na morte de vários cães, na via pública. As pessoas mostram-se também revoltadas e censuram a “atitude imprópria daqueles indivíduos” sobretudo quando sabem que estes espaços públicos são igualmente frequentados por crianças na medida em que estas podem, do mesmo modo, ser vítimas daquele produto por negligência.


José Santos, comerciante em Vidago, não se conforma com o estado em que encontrou a sua cadela “Boneca” Comecei a sentir a cadela muito estranha a espumar e com o ritmo cardíaco muito acelerado. Levei-a imediatamente ao veterinário e, perante os sintomas, o que me disseram foi que provavelmente se tratava de envenenamento por herbicida” ou outro veneno do género. Situação que nos foi confirmada pela clínica veterinária para onde a cadela foi transportada. Mas, para se fazer prova de que se tratou efectivamente de envenenamento terá de ser feita uma necropsia dos animais, feita em laboratórios especializados é o seu custo e em média, ronda os 400 euros e terá de ser suportado pelo proprietário.


Apesar do envenenamento de cães não ser prática muito frequente na região, “Quem pratica esse tipo de actos fá-lo às escondidas e, por isso, o flagrante delito é difícil”, admitiu, o Comandante do posto da GNR de Vidago, garantindo, no entanto, que esta força policial está “sempre disponível” para ajudar a combater este e outros crimes.

 


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