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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

13
Dez10

Notícias

 

 

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Águia Vitória foi a atracção principal


No sábado, dia 11 de Dezembro, Escola Geração Benfica Chaves fez a sua inauguração oficial, com a presença da Águia Vitória.

 

Escola Geração Benfica Chaves fez a festa de inauguração, no centro de Treinos, na Escola Nadir Afonso, no sábado, tendo, para o efeito, desenvolvido algumas actividades. Além de jogos de treinos, entre os cerca de 80 atletas já inscritos, esteve disponível uma FunZone, com insufláveis, onde todos os pequenos e graúdos puderam experimentar, entre outros, a potência do seu remate.


No entanto, o momento alto da festa da inauguração foi a chega de Juan Barnabé e a Águia Vitória, para a felicidade dos presentes, nomeadamente, dos jovens atletas que puderam estar bem próximo deste ícone benfiquista.

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À noite, no restaurante Miradouro, decorreu um jantar convívio, organizado pela Escola do Benfica em conjunto com a Casa do Benfica de Chaves, onde marcou presença Juan Barnabé e a Águia Vitória. Durante o jantar, foram dadas aos jovens atletas uma pequena lembrança, disponibilizando-se Juan Barnabé para dar autógrafos, respondendo, também, a algumas perguntas sobre a Águia Vitória.

 

Paulo Chaves

 


Especialistas alertam empresários da região que internet e redes sociais são apostas incontornáveis

 


Negócios, internet e redes sociais estiveram em destaque num workshop organizado pela ADRAT. Empresários da região “estão a ser obrigados a usar tecnologias de informação e têm que estar atentos a elas” para competir no mercado, apontou presidente da associação

 

No final do ano, dois milhões de portugueses terão adquirido 3,2 mil milhões de euros em bens e serviços através do computador, um aumento de 23% face a 2009, revelou um estudo da Associação do Comércio Electrónico e Publicidade Interactiva. Um facto que, longe de ser ignorado, deve ser aproveitado pelos empresários, alertou o professor da Universidade de Vigo, Manuel Pérez Cota, num workshop sobre “Negócios, Internet e Redes Sociais” realizado na sexta-feira, 10 de Dezembro, no auditório da Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT).

 

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A razão do crescimento imparável do comércio electrónico é óbvia. “O mesmo par de calças pode custar 40 euros no comércio tradicional e 18 euros no comércio electrónico”, exemplificou o professor de Vigo, que enumerou as vantagens, alertas e limitações do e-commerce a uma plateia de estudantes e alguns empresários.

Destinado ao tecido produtivo da região, o workshop visou alertar para a importância crescente da tecnologia no mundo dos negócios e do alcance global que aportam. “Estas tecnologias são essenciais. Quem estiver fora disto, está fora do mundo ou corre o risco de o estar a muito curto prazo”, apontou António Montalvão, coordenador da equipa técnica da ADRAT.

 

“A forma de fazer negócio mudou muito. Já não se faz comércio de região, de loja ou de troca de mão em mão como antigamente. Temos projectos de empresas que nem sequer têm sede porque já não precisam!”, considerou António Montalvão, garantindo que já há poucas empresas na região sem ter pelo menos um endereço de correio electrónico. “Estão a ser obrigados a usar tecnologias de informação e têm que estar atentos a elas” para competir no mercado, rematou.

 

As redes sociais também estiveram em destaque, já que a tendência actual aponta para “novos modelos de negócio com conteúdos gerados pelo consumidor”, esclareceu Manuel Cota. José Martins, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), apontou casos de empresas que usam redes socais e Ramiro Gonçalves, também da UTAD, alertou para as questões de segurança na internet. Ao apontar casos de empresas que usam a internet para negócios, o aluno de doutoramento da UTAD, Jorge Pereira, deu mais um argumento convincente sobre a importância dos empresários terem um site: é que, segundo um estudo realizado este ano, 46,5% dos internautas portugueses procura informação sobre produtos na internet.

 

Sandra Pereira


 

Vitória sobre adversário directo

 

A equipa de Juvenis do Desportivo de Chaves continua na luta pela manutenção depois de derrotar por 4-0 a equipa do Rio Ave, em casa, numa partida da 19ª jornada do campeonato.


Os flavienses não deram hipóteses aos adversários, encurtando assim para quatro pontos a desvantagem para a equipa de Vila do Conde, que ocupa o 8º lugar, que permite ainda lutar pela manutenção.

 

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O resultado começou a ser construído à passagem da meia hora, quando Canedo inaugurou o marcador. Pouco tempo depois Canedo serve Diogo para o segundo da partida e ainda antes do intervalo Diogo bisou.


Nos últimos 45 minutos quem voltou a marcar foi o Desportivo e mais golos podiam ter surgido. Canedo bisou no jogo, fazendo o quarto golo. Perto do final do jogo o Chaves teve ainda duas grandes penalidades a seu favor, mas acabou por desperdiçar as duas.

 

Diogo Caldas

 

 

“Cortes e Penteados mágicos” garantem primeiro prémio em concurso de cabeleireiros

 

O Centro de Formação de Chaves tem mais um motivo para se orgulhar da sua formação. Cláudia Borges, aluna do Centro, venceu um concurso destinado a estudantes na área de cabeleireiros.


O concurso, com o nome “Pente Mágico”, decorreu no passado dia 29 de Novembro no Porto e foi organizado pelos Centros de Formação Profissional da Delegação Regional do Norte do IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional), realizando-se pelo segundo ano. Na primeira vez que o Centro de Formação de Chaves participou, arrecadou o primeiro prémio. Cláudia Borges, de Vila Meã, no concelho de Vila Pouca de Aguiar, conquistou assim 500€, e ainda a possibilidade de realizar em 2011 formações na marca Redkan.


O evento foi um concurso profissional, onde oito jovens cabeleireiros puseram à prova o seu talento e a sua competência profissional.

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O director do Centro de Formação flaviense, Nuno Artur Rodrigues, destacou o facto de no primeiro ano de participação o centro ter garantido o primeiro lugar, mas deixa também uma palavra para os formadores. “É preciso destacar a qualidade da formação e o empenho dos formadores”, revelou, considerando este resultado positivo para quem ganhou mas também para o centro. “Vamos ter uma visibilidade maior para arranjar emprego para os alunos no futuro”, confia.


Pelo Centro de Formação de Chaves foram escolhidos três candidatos para participar no concurso. Eduarda Lopes, formadora do curso, explica que “foram escolhidos os melhores”, e garante que no próprio concurso “estiveram os melhores”. “O objectivo do concurso era de divulgar a profissão de cabeleireiros, e mostrar aos jovens que trabalhar vale a pena”, atira Eduarda Lopes, da equipa formativa do curso, que juntamente com Conceição Branco e Alice Machado prepararam os concorrentes que o Centro de Formação apresentou.


Cláudia Borges explica que quando foi para o concurso não se apercebeu que podia ganhar e que nunca meteu isso na cabeça, mas considera a sua participação como “uma boa experiência”. Nuno Artur Rodrigues e Eduarda Lopes destacam ainda a visibilidade que o concurso teve. “Estiveram muitas pessoas da área a assistir”, explica Eduarda. O júri do evento foi composto por elementos da Associação de Cabeleireiros de Portugal e do Sindicato dos Cabeleireiros, sendo que “os melhores da profissão estavam lá”, revelou Nuno Rodrigues.


A aluna do centro de formação terminou o seu Curso de Oficial de Cabeleireiros no inicio deste ano, curso que permite obter a carteira profissional e equivalência ao 9º ano, mas depois do estágio não se ficou por aqui e frequenta já o Curso de Técnico de Secretariado, que dá equivalência ao 12º ano. Ainda não tendo decidido o que fazer o no futuro, Cláudia Borges define como “uma boa aprendizagem”, a passagem pelo curso de cabeleireiros, e revela como se foi destacando no curso. “Quando uma pessoa gosta de algo desenvolve-se muito mais. Para ser cabeleireira é preciso gostar e ter paciência”, confessa.

 

Dos três candidatos apresentados pelo Centro de Formação de Chaves, que tiveram que passar por uma entrevista, apenas dois passaram e na prova final, Cláudia Borges foi então a vencedora. A prova final tinha duas vertentes, de corte e cor e de penteado e a vencedora explica que a inspiração surgiu “através da imaginação e de pesquisa”.


Prova de corte e cor: “Corte foi baseado numa assimetria angelical, com uma textura muito soft. Estas duas cores são cores irreverentes e muito fortes, com o objectivo de se transformar num corte radical”


Prova de penteado: “Foi inspirado no séc. XIV, no reinado do Rei do Sol, em que o luxo e o glamour imperavam”


Diogo Caldas

 


Fotos de Diário @tual

 

Mais notícias em http://diarioatual.com

 

 


 

13
Dez10

Quem conta um ponto... A conversa

 

 

 

 

A conversa


 

Texto de João Madureira

Blog terçOLHO

 

 

E lá estávamos os três a olhar a praça com olhos piscos por causa do sol e por causa da saudade. Eu, o meu amigo R. e o meu outro amigo, o L. O L. é muito dado à política e ao futebol. O R. é muito dado ao estudo. E eu não sou dado a nada. Cada um é para o que nasce. Eu não sou dado a nada mas valorizo tudo. E valorizo sobretudo os meus amigos. Para mim os amigos são tudo. Ou quase.


O R. ainda não se conseguiu conformar com o facto de terem substituído as Freiras por uma praça chã. Sem alma e sem fulgor. O meu amigo L. já se conseguiu conformar com o facto mas continua a não entender as causas. Eu, por conseguinte, acho que o progresso é uma coisa imparável. Mas, confesso, sinto ainda muito a falta do Jardim das Freiras.


O R. olhou lá bem para o fundo, na direcção do tanque e do repuxo, e disse baixinho: “Ando a tirar um curso pela internet.” “Andas?”, perguntei eu a fingir interesse e surpresa. O L. abençoou retoricamente a confissão e aplaudiu a iniciativa. E disse ainda que a internet é uma coisa boa. Eu também concordei para logo semi-discordar, referindo que também ela tem o seu lado mau, pois vicia e torna os seres humanos mais autistas. O R. olhou para mim com os seus olhinhos de recém-reformado e disse que não consegue estar sem ocupação. Que tem de se entreter com alguma coisa. Os seus cinquenta e seis anos transmitem-lhe ainda muita inquietação. E a nós intensa impressão. Podemos dizer que reformar-se com esta idade é uma espécie de prémio da lotaria. Nós que só vamos conseguir, quando muito, reformar-nos aos sessenta e cinco, roemo-nos de inveja. Mas sorrimos para disfarçar.


O R. olhou para mim e disse que anda a estudar as várias espécies de águas engarrafadas. Ele que é um excelente apreciador de vinhos. Eu olhei para ele e depois olhei para o L., seguidamente olhei para a praça lá ao fundo e para o tanque e para o repuxo. E olhei novamente para o R. Ele olhou para o L. e novamente para mim e depois para o repuxo e seguidamente para o tanque de água da praça. E disse olhando para a fachada da Biblioteca Municipal: “Eu aprecio muito a água do Luso. Mas agora apenas a compro em garrafas de vidro.” E olhou para a porta do café Sport onde acabava de entrar um ex-autarca do PS. Eu olhei para o quiosque onde naquele momento um ex-autarca do PSD comprava o DN. E perguntei: “E porquê?” E o L.: “E porquê o quê?” E o R.: “Deves prestar atenção à conversa se queres conversar.”Eu concordei com a cabeça. O L. concordou com a cabeça. Então o R. explicou: “A água tem tendência a oxidar nas garrafas de plástico.”Eu concordei e dei uma achega: “A água mineral quer-se fresca, sem mau gosto.” E olhei novamente lá para fora, na direcção da esquina do Lopes. O L. olhou para o R. e o R. olhou para mim que nesse mesmo instante tentava focar a imagem de uma senhora que me pareceu uma antiga colega de Liceu. O L. olhando na direcção dos Correios desabafou: “Eu não percebo realmente a diferença entre a água de nascente e a água natural. Se é que existe alguma diferença.” Eu olhando para o repuxo, depois para o L. e ainda novamente para a esquina do Lopes e outra vez para o tanque lá ao fundo disse: “Alguma diferença deve haver. Não é verdade R.?” E o meu amigo R. olhando para um menino que naquele momento andava de bicicleta no meio da praça, acompanhado pelo pai, e olhando de novo para o tanque e para o repuxo explicou: “A água natural é qualquer água de origem subterrânea. Ou seja, cujo conteúdo mineral não foi alterado, embora a água possa ter sido desinfectada ou filtrada.” “Muito interessante” diz desinteressadamente o L. E adianta distraído, olhando para as pernas bem torneadas de uma senhora de meia-idade que beberrica um café enquanto come uma nata: “Sabeis que o Pedro Passos Coelho entrou no PSD através de um campeonato de cartas organizado pelos laranjinhas no Verão?” “Ai sim?”, digo eu olhando para o quiosque onde a senhora se entretém a olhar para a praça na direcção dos Correios. “Sim”, diz o L. tentado puxar a conversa para a política enquanto olha para a esquina do Lopes. Eu olho para o repuxo e depois para o tanque e ainda mais numa vez para a fachada da Biblioteca Municipal e outra vez para o R., enquanto ele olha para o L. e depois novamente para mim e diz: “Na água de nascente os minerais podem ser acrescentados ou retirados e, geralmente, não é tratada. A maioria da água vendida em Portugal é de nascente. A diferença entre a água destilada e a água purificada é…”, hesita um pouco que é o suficiente para o L. olhar para mim e puxar a conversa para a política: “A crise vai matar o Sócrates. Os ratos do PS já começaram a abandonar o barco, pois…” hesita um momento enquanto olha para a esquina do Lopes e de seguida para as pernas da senhora de meia-idade. Eu aproveito para dizer alguma coisa de cultural, enquanto olho para o R., depois para o L., novamente para o repuxo e posteriormente para o tanque e novamente para o quiosque: “O Thomas Pynchon acaba de…” e hesito um momento porque vejo novamente a minha provável colega de Liceu a atravessar a praça em direcção à Lapa, facto logo aproveitado para o L. tornar a puxar a conversa para o seu lado: “E esse em que equipa joga?” Nesse momento o R. olhando com ar de caso para mim e depois para o repuxo, novamente para mim e novamente para o tanque, diz: “Na água destilada ou purificada a maior parte dos minerais foi retirada. A água foi fervida e o vapor condensado. É água pura.” O L. olha na minha direcção, depois na direcção das pernas da senhora de meia-idade, ainda depois na direcção do quiosque onde agora um aluno do Liceu compra a Blitz, e diz: “Tenho pena da juventude porque não tem grande futuro. Portugal é um país de…” “A água destilada tem um gosto insípido…”, diz o R. olhando para mim. “Como o PSD…” diz o L. olhando para as pernas da senhora de meia-idade… “E geralmente não é para beber.” Conclui o R. olhando na direcção da esquina do Lopes. Então o L. olhando para a praça e seguidamente para as pernas da senhora de meia-idade, adianta. “O Porto vai ganhar as próximas eleições legislativas….” Eu, olhando para o L., mas não olhando para as pernas da senhora de meia-idade corrijo: “Queres dizer o PSD, não é verdade?” Ele deixando de olhar para as pernas da senhora de meia-idade corrige: “Sim, eu queria dizer o PSD…” “E a água mineral?”, pergunto eu na direcção do R. e depois olhando para a esquina do Lopes onde ninguém vai a passar. E ele olhando para o tanque e depois para o repuxo: “A água mineral não contém substâncias químicas, nem sais, nem cafeína…” “E o PS?”, pergunta o L. olhando para as pernas da senhora de meia-idade que olha para o meu amigo R. e ele novamente para mim. “A água gasosa tem picos por causa do dióxido de carbono…”, depois hesita e eu prontifico-me a continuar: “Acaba de sair um novo livro de Saul Bellow…”, mas o L. não me deixa acabar e, olhando para o sítio onde a senhora de meia-idade tinha exibido as pernas, diz: “O Sousa Tavares já escreveu outro livro?” O R., olhando para o quiosque onde uma senhora de idade compra uma revista de croché, explica: “Quem gosta de água gasosa deve comprar sempre a que é naturalmente gasosa, porque só essa é que possui o dióxido de carbono que está na origem. É essa a grande diferença entre a das Pedras e a de Carvalhelhos.” Eu olho de novo para o R. e de seguida para o menino que continua a andar de bicicleta no meio da praça debaixo do olhar atento do pai  e pergunto: “Qual é a água que se deve beber depois de fazer exercício?” O L. olhando para mim como se não me visse diz: “O PS vai ter de mudar de treinador, senão não se safa.” Eu olhando para o tanque e depois para o repuxo corrijo: “Queres tu dizer, o Benfica…” E, ele, olhando para a senhora de meia-idade que agora sobe a Rua de Santo António diz: “Umas boas pernas são meio caminho andado para…” “Ganhar as eleições o P…”, tento dizer eu mas sou logo interrompendo pelo R. que olhando para a fachada da Biblioteca Municipal como quem olha para o infinito, diz: “Mais do que a marca, o que deves procurar é que ela esteja bem fria.” “O quê?”, pergunta o L. olhando para as pernas bem esculpidas de uma jovem que se sentou numa mesa mesmo à nossa frente. “Porque é absorvida mais rapidamente do que se estiver à temperatura ambiente”, responde o R. olhando para o L. que olha para as pernas da jovem da saia curta. “Mas não achas que a água é o melhor para repor os fluidos, já que entra na corrente sanguínea mais rapidamente do que qualquer outro líquido?”, pergunto eu olhando para o R. que olha para o L. que continua a olhar para as pernas da jovem de saia curta e perna longa.  “Sim, o Cavaco Silva vai ganhar o campeonato…” diz inconclusivamente o L. olhando para o busto da jovem que abre e fechas as pernas enquanto sopra na meia de leite que se prepara para beber. Entretanto toca o meu telemóvel avisando-me que está na hora de ir fazer os meus quinze quilómetros de bicicleta sem sair do lugar. Saio dali olhando para o espelho que me transmite uma imagem já um pouco gasta. O R. olha para o L. e ele olha para a jovem que olha embevecida para o ecrã do seu computador. O namorado da jovem pousa suavemente a sua mão na coxa da namorada enquanto bebe uma Água da Pedras fresca com limão e olha distraidamente para o L. que olha de novo para o repuxo e para o tanque, enquanto reza baixinho: “Ai que saudades tenho das antigas Freiras e do meu tempo de estudante.”


 

PS – Se vai comprar uma toillete para o Ano Novo sugerimos-lhe uma camisa Mirto, que já as fazem desde 1956, pois eles seleccionam as melhores telas e dão mais de oitenta passos para confeccionar uma grande camisa. A gravata deve ser da Dustin. Como está frio aconselhamos também um gorro de bombazina Failsworth, um cachecol de lã Merino e Lambswool da Johnston’s, e um pack de 3 garrfas de whiskys Talisker. Para dar um toque ainda mais british, sugerimos camisolas de lã Lambswool Alain Paine e uns sapatos Berwick, Emidio Tucci ou George’s. Sugerimos ainda um casaco de pele Emidio Tucci. E, já agora, deve optar por uma eau de toilette 100ml e emulsion après-rasage da Terre D’ermès.

 

Se vai oferecer prendas, seja original e decida-se pelo papel higiénico Renova (The black toilet paper company) que é um papel às cores (nós sugerimos o vermelho para dar com a quadra). É muito macio, elegante, alegre e pode ser utilizado em milhentas coisas. Pode também decidir-se pelo livro de José Saramago Nas Suas Palavras, pelo berbequim Bosh, que é um óptimo saca-rolhas, ou então pela Obra Poética de Sophia de Mello Breyner Andresen.

 

 

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