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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

05
Mar11

Queremos o Comboio de volta


 

 

 

Com as notícias das últimas semanas respeitantes à introdução de portagens nas auto-estradas que supostamente nos deveriam servir,  vem-se a confirmar que afinal as auto-estradas foram um presente envenenado feitas para se servirem de nós, além de terem servido de pretexto para a morte do nosso hospital e outras medidas centralistas que cada vez mais acentuam a nossa interioridade e o desprezo que vão tendo por nós. Mas a história já não é de hoje e pode-se dizer que tudo começou quando em vez de modernizarem a nossa linha ferroviária – a linha do Corgo – optaram por encerrá-la, iniciando-se este processo logo no início do ano de 1990 com o encerramento do troço entre Chaves e Vila Real.

 

Uma boa rede de transportes ferroviários é sinónimo de desenvolvimento, mas aquando do encerramento do troço Chaves-Vila Real,  já então se falava e privilegiava o plano rodoviário nacional, com a construção dos IP’s. Para nós, estava prometido o IP3 (fazia anos) e  que acabaria por nunca ser construída,  embora fosse tema e promessa de todos os políticos nas suas campanhas eleitorais. Os autarcas servidos pela Linha do Corgo (Chaves, Vila Pouca e Vila Real), não só calaram como consentiram, sem ondas, que o troço Chaves-Vila Real fosse encerrado. Que me lembre não houve um único protesto pelo encerramento da linha. Talvez houvesse promessas escondidas e outros interesses associados aos lobbies dos transportadores rodoviários e construtores de vias rodoviárias, pela certa que sim, o facto é que com a não modernização da linha do Corgo e o seu encerramento, todos ficamos a perder e agora, vamos começar a pagar a factura, além daquelas que já pagámos não só em dinheiro mas também com vidas humanas no desastre em que resultou o traçado do IP4, onde ainda hoje se continua a investir torto e feio para corrigir erros  e interesses do passado. Os responsáveis de tudo isto têm nomes mas pelos vistos não têm remorsos, pois como autênticos profissionais da política,  continuam instalados ao poder ou ligados a ele, bajulados e (parece) que adorados pela minoria que os elege, pois a maioria abstém-se dos seus direitos e deveres e deixa que os outros decidam por eles. Entretanto os autarcas, depois de deixaram vandalizar estações e apeadeiros, depois da linha saqueada e limpa de carris, a única coisa que se lhes ocorre é projectarem ciclovias para a antiga linha… como um grande feito e esforço imaginativo.  

 

 

 

 

 

Mas há, felizmente, quem não se cale e quem reivindique com as armas que estão ao seu alcance. Também há quem defenda que as lutas se devem tratar dentro dos partidos políticos, mas quem passou por eles, já sabe como tudo se passa no seu interior, onde a luta e a forma de alcançar o poder (interno e externo) se sobrepõe ao debate de ideias e ideais que acabam por nunca acontecer, e projectos, apenas os pessoais apoiados pelo carneiros arregimentados em troca de promessas de melhores pastos e que, quando tem a quinta dominada, empreendem a luta por novas e mais amplas pastagens… Mas como ia dizendo, felizmente à margem dos partidos políticos vão surgido movimentos de cidadãos que realmente se interessam pela causa pública, sem ambições de poder ou outros interesses para além daqueles que são comunitários e, a esses, faço a devida vénia e têm todo o meu apoio, seja qual for a sua causa, mas se essa me é próxima, então, além do meu apoio, têm também a minha dedicação.

 

 Surgiu há pouco tempo em forma de movimento, pois a luta já era de há anos, um grupo de pessoas que quer a Linha do Corgo de Volta, modernizada e para servir a população que sempre serviu.  Louvo a iniciativa e quero hoje dá-la a conhecer, pois a luta também nos diz respeito, porque como eu, também há muitos que constantemente lembram o comboio com saudade e que sabem que o desenvolvimento não se faz com quilómetros de auto-estrada, esta, deveria quando muito, ser um complemento a uma boa rede nacional ferroviária.

 

Esse movimento dá pelo nome de MCLC – Movimento Cívico Pela Linha do Corgo e já tem sítio na internet e no facebook  e a partir de hoje tem também todo o apoio do autor deste blog. Poderá visitar a página deste movimento neste endereço:


http://linhaferroviariadocorgo.wordpress.com/

 


 

E do seu sítio na internet não resisti a copiar e reproduzi aqui o artigo lá publicado em 10 de Fevereiro: Aqui fica então:


A Linha Ferroviária do Corgo foi a primeira linha ferroviária de via estreita a ser construída em Portugal. Conhecida no passado por “Joia da Coroa”, esta linha centenária é sem dúvida uma das linhas mais bonitas e importantes a Norte do Douro. Constituiu até 1990 o principal pilar do desenvolvimento do eixo Noroeste de Trás-os-Montes, numa região extensa que vai da Régua até Chaves (cerca de 100 km),  atravessando paisagens  de socalcos, montanha e planalto; passando por Vila Real,  Vila Pouca de Aguiar e pelo complexo termal do Alto-Tâmega (Pedras Salgadas, Campilho, Vidago, Salus, Chaves).

 

 

 

 


Recentemente, na Primavera de 2009 (25 de Março), o Corgo  foi encerrado sem aviso prévio pelas autoridades governamentais, com o objectivo de se efectuarem obras de reabilitação (reforço de segurança) e modernização. Trata-se do troço em funcionamento desde 1990, ou seja o troço entre as cidades da Régua e Vila Real de Trás-os-Montes, numa extensão de 25 km. Perante a perplexidade e a revolta criadas entre os cidadãos e os responsáveis municipais da região (os quais já tinham assistido em 1990 ao encerramento do maior troço desta linha – o troço a Norte de Vila Real, 75 km),  é então realizada uma reunião de iniciativa governamental com os autarcas dos concelhos afectados pelo encerramento da via e que decorreu no Governo Civil de Vila Real. Nessa reunião a então secretária de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino, reiterou formalmente o compromisso de requalificação anunciado em comunicado,  informando que o investimento seria da ordem de 23,4 milhões de euros e asseverando mesmo que a circulação seria retomada até ao final de 2010.


Desde então, verificou-se que o Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações tem deixado arrastar deliberadamente a decisão da reabertura da linha, numa estratégia de contornos já conhecidos de desactivar e desmantelar as ultimas linhas ferroviárias da província de Trás-os-Montes. A situação tornou-se ainda mais grave quando  o MOPTC comunicou à REFER a sua decisão de “desclassificar” diversas linhas ferroviárias entre elas a do Corgo. Com esta atitude conclui-se que no fundo o estado português está a tentar libertar-se de responsabilidades e encargos com a ferrovia regional portuguesa a qual, pelo contrário, deveria até ser alvo de mais investimento e modernização pois trata-se do transporte mais eficiente, ecológico e com maiores resultados para o desenvolvimento do país – e no caso do Corgo para o desenvolvimento regional de Trás-os-Montes. O comportamento do Governo de Portugal e do MOPTC em particular é tanto mais grave quando é  conhecida a gestão danosa e desordenada a que a ferrovia tem estado sujeita.

 

 

 


A ferrovia é seguramente o meio transporte que urge revitalizar e expandir em Portugal. A Linha do Corgo em particular, é absolutamente necessária ás populações dos concelhos que actualmente atravessa, agravado pelo facto de se tratar de uma zona Duriense cujo relevo é caracterizado por encostas altas e íngremes, em que os acessos rodoviários são difíceis e perigosos e os transportes são escassos. Por outro lado, há que admitir que não existem meios de transporte alternativos que reúnam as características qualitativas que uma linha ferroviária pode oferecer a esta região:

  1. pela capacidade de transporte;
  2. pela comodidade;
  3. pela segurança;
  4. pelo aproveitamento turístico que uma linha ferroviária com estas características e implantada numa região de grandes belezas naturais pode oferecer

1º – Garantir o funcionamento do troço Régua – Vila Real

Consideramos que não é admissível que o troço activo Régua – Vila Real possa ser desactivado -  a essa medida nos oporemos frontalmente e lutaremos com todos os meios disponíveis.  Defendemos que  o estado português e a CP tem o dever moral e técnico de criar as condições elementares que tornem a Linha do Corgo rentável. A solução é simples: que seja implementado um serviço ferroviário atractivo ! Para isso é necessário:

  1. um traçado corrigido e devidamente mantido. É esse o compromisso assumido pela Secretária de Estado do executivo anterior e que o actual executivo terá de cumprir mesmo que por via de recalendarização do projecto;
  2. boas composições e com WC;
  3. melhores horários;
  4. eficaz divulgação comercial do serviço – factor que também nunca existiu.

 

 

 

 

Ou seja, falamos de tudo aquilo que não se fez nas ultimas décadas: o investimento que pelo facto de não ter sido feito  no devido tempo acabou por levar a Linha do Corgo (tal como a restante ferrovia regional) ao estado obsoleto em que se encontra, tendo promovido o afastamento de muitos utentes e estimulando os argumentos (irresponsáveis) que tentam preconizar agora o seu encerramento.

 

 

 

 

Ponte do Corgo, 1978 (Rui Morais)


2º Projectar a Linha do Corgo para o futuro (expansão do percurso e dos serviços)

O MCLC vai mais longe: entendemos que a Linha do Corgo tem de ser percebida estrategicamente como um ‘recurso forte’ e dinâmico para o desenvolvimento social e económico do distrito de Vila Real, desde a Régua até Chaves como já aconteceu. Neste sentido, é de toda a conveniência que o Corgo possa ser relançado em toda a sua extensão como uma linha ferroviária moderna vocacionada para o transporte de passageiros e mercadorias, e sabendo explorar condignamente a vertente do turismo ferroviário que nesta região do país apresenta sem duvida um grande potencial.

 

 

 

 

Vila Real, 1978 (Rui Morais)


Um sistema ferroviário, desde que bem delineado,  deve ser o meio de transporte fundamental duma região e não um mero meio complementar como foi tornado nas ultimas décadas em Portugal.  Por consequência, deverá ser com base no relançamento da Linha Ferroviária do Corgo que os demais meios de transporte existentes na região se deverão articular , ou seja numa lógica de complementaridade e não de exclusão, como tem sido feito perversa e subversivamente com a ferrovia nos últimos 20 anos em Portugal. Este sim, constitui o modelo correcto de transporte, um modelo que confere um desenvolvimento sustentável, que tem impactos decisivos numa verdadeira economia de custos, de empregabilidade, de geração de fluxos em torno das pequenas vilas por onde o comboio passa e pára, e tudo isto em sintonia com o tipo de resposta que a situação económica e energética de Portugal e do Mundo exigem cada vez mais. Afinal de contas, defendemos o modelo certo que qualquer Estado moderno do século XXI deve adoptar, tal como já vem acontecendo com inúmeros países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento.

 

 

 

 

05
Mar11

Pecados e Picardias - Por Isabel Seixas


 

 

 

Do  deixa andar…

Da omissão …

Do estilo parental atento, nunca facilitando…

 

 

Olha Flavinha, ai de ti que te veja esparramada ,ébria  e vomitada no chão …Ali para as ruas do correio velho, levas logo uma estampilha nessa cara…

(:::)

Olha cala-te !!! Hum, quem dá o pão dá a razão… “”Estou-te a avisar”” …

(:::)

E eu sou tua avó, se os teus pais se importassem, não andavam “pra i” a fazer figuras tristes e iam mas é saber dos filhos, prós deitar a horas…

 

(:::)

Quero lá bem saber dos teus amigos, esses que se preocupem as avós deles, “queu “ bem me chega preocupar-me contigo e com os teus pais e já não faço pouco…

 

(:::)

Bem Flavinha, atreve-te, até me ensaio muito de ainda dar uma estalada no teu pai se as precisar, só se perdem as que caiem no chão …

 

Cala-te rapariga, vai mas é jogar à macaca ou aos elásticos ou à bogalha, ou cantar num jogo de roda com a outra canalha, se soubesses brincar nem precisavas de tantas dietas, mas os teus pais, acham que fizeram uma grande coisa em dar-te essa coisa dos jogos na televisão, é por essas e por outras que vos aparece  esse rabão, se soubesses jogar às escondidas com as da tua idade…

(:::)

Oh! Rapariga desaparece-me da vista, atão não tens bicicleta, e faltam é jardins nesta cidade, e para que queres a avó…

(:::)

Anda lá ,vamos então ao tabulado, e tu não me bebas bebidas alcoólicas, disse-me uma Enfermeira que só lá para os dezasseis é que o fígado ainda jovem tem capacidade para aguentar uma pequena quantidade, mas se não beberes nenhum não perdes nada.

(:::)

Eu digo-te quem é chata… Eu que te apanhe, o teu pai também as levou e está ali um homem como um chouriço, honesto e trabalhador e saudável como um touro…

(:::)

 

 

Tenho cá um medo à tua mãe, eu que te apanhe …

Tu Livra-te …

Anda lá mas é de bicicleta…

 

Isabel Seixas

 

 

05
Mar11

Notícias


 

 

 

I 19 comemora 202º aniversário com actividades dirigidas aos jovens


Entre 10 a 27 de Março, o RI 19 comemora 202 anos de existência com uma série de actividades, que visam essencialmente “interagir com os jovens”, como um concurso literário inter-escolas, um encontro de pintura, uma palestra, um torneio de futsal e uma corrida de BTT.

 

Em ano de contenção financeira, o orçamento é mais reduzido, mas a tradição é para cumprir. No próximo dia 25 de Março, o Regimento de Infantaria Nº19 (RI 19) comemora o 202º aniversário, data que coincide com a celebração da retomada de Chaves aos franceses, a 25 de Março de 1809, pelo General Silveira durante a Guerra Peninsular. Para celebrar a data, o RI 19 vai levar a cabo, entre 10 a 27 de Março, uma série de actividades militares, desportivas e culturais.


O programa das festividades arranca já na próxima quinta-feira, 10 de Março, com um Torneio de Futsal, com equipas das escolas secundárias do concelho e do regimento, cuja final está marcada para dia 26 deste mês. Já no sábado, dia 12 de Março, decorrerá o I Torneio de Golfe do RI 19 no Golf Course do Vidago Palace.


Para celebrar o Dia da Unidade, o RI 19 elegeu como público-alvo os alunos do ensino secundário com vista a desmistificar a lógica militar junto dos mais novos, explicou o major Mota Santos, chefe de secção de Operações, Informações e Segurança do RI 19, em conferência de imprensa. Na sequência das comemorações do centenário da República, o RI 19 elegeu como tema do 202º aniversário “A República sob ameaça”, de que foram exemplo as duas incursões militares, lideradas por Paiva Couceiro (a primeira em 1911 e a segunda em 1912) que tiveram como desfecho os combates de 8 de Julho de 1912, onde o RI 19 e os flavienses se opuseram brilhantemente às forças de Paiva Couceiro e as derrotaram.

 

 

 

 


Com o objectivo de “pôr toda a comunidade escolar a pensar sobre a história dos flavienses, que é muito rica”, o RI 19 organizou um Concurso Literário, através do qual desafiou os alunos do ensino secundário a criar um conto que retrate as vivências desses acontecimentos históricos. Entretanto, os alunos da Escola Profissional de Chaves e das escolas secundárias Dr. António Granjo, Fernão Magalhães e Dr. Júlio Martins já entregaram um total de 15 contos, que serão agora apreciados por um júri, informou o Major Mota Santos. Os prémios serão entregues no sábado 19 de Março, dia em que o professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Manuel Loff, irá proferir uma conferência sobre o tema “A República sob Ameaça: incursões monárquicas e conspirações armadas (1911 – 26)” na Biblioteca Municipal de Chaves, pelas 21h30.


Nesse dia, também serão expostos os trabalhos de pintura de 14 artistas da região e de alunos de artes, que terão oportunidade de concluir os painéis que estão a pintar alusivos aos factos históricos da época referida, sob a orientação dos professores e com ilustres pintores flavienses, no ginásio do RI 19. No programa, constam ainda um Concerto pela Banda Militar do Porto, uma Corrida BTT, bem como a Corrida e Marcha da Reconquista. Mais uma vez, em parceria com as escolas, será organizado um circuito de actividades radicais em diversos espaços da cidade.


Sandra Pereira

 

 

 

GNR promove “Brincar ao carnaval em segurança”


Em época festiva, devido ao carnaval, a GNR do Destacamento Territorial de Vila Real está a promover no distrito acções de sensibilização junta da comunidade escolar e da população em geral, com o objectivo de “informar dos perigos da utilização não autorizada das chamadas “Bombinhas de carnaval” e reprimindo toda e qualquer actividade ilícita”.


“Todos os anos, a utilização das bombinhas de carnaval e dos estalinhos causa graves acidentes, com destaque para cortes, traumatismos e queimaduras nas mãos, pernas e globo ocular”, alertou a GNR, explicando que as principais vítimas são jovens dos 10 aos 16 anos.

 

 

 

“Estes materiais são legalmente considerados explosivos. A comercialização é proibida a menores de 18 anos. Para vender é necessária uma licença “Carta de Estanqueiro”. Para comprar é necessário uma autorização específica, que deve ser solicitada à Entidade competente”, informa.


“A GNR estará atenta à fiscalização do comércio de outros acessórios carnavalescos, considerados perigosos tais como, estalinhos, bombas de mau cheiro, pós de comichão ou para espirrar e outros adereços que não obedeçam aos requisitos legais de segurança quanto à rotulagem (etiqueta CEE), potenciando perigos de inflamibilidade e toxicidade, assim como, estaremos atentos a alguns brinquedos utilizados no carnaval, como por exemplo, réplicas de armas de fogo, que em alguns casos podem ser considerados como crime de detenção de arma ilegal, ao não obedecerem aos requisitos da lei das armas”, explicam.


A GNR alerta que: as bombas de carnaval e os estalinhos não devem ser transportadas nos bolsos porque com a fricção e o calor podem rebentar. Não devem ser lançadas para uma fogueira, pois podem explodir ou aumentar o fogo de forma incontornável. As crianças e os jovens não devem aceitar bombinhas e estalinhos mesmo que estes lhes sejam oferecidos. Se encontrarem bombas de carnaval, no chão ou em qualquer local, não lhes mexam, pois mesmo que pareçam já ter sido utilizadas ainda podem rebentar. Mantenham-se afastados dos colegas que estão a queimar bombinhas ou estalinhos pois estes deslocam-se com as explosões e podem atingi-los. Não devem introduzir bombas de carnaval em garrafas ou latas porque podem rebentar e projectar pedaços, ferindo-os. As crianças não devem lançar artigos pirotécnicos, mas se o fizerem devem estar sempre acompanhadas por um adulto e utilizar os que são permitidas para a sua idade. Quando estiver a lançar bombas de carnaval ou estalinhos mantenha os braços esticados para os manter afastados do rosto ou de outras partes do corpo. Este tipo de produtos deve ser utilizado em espaços livres, afastados de casas e pessoas. A melhor forma de evitar os acidentes com este tipo de produtos é não os utilizar.


Redacção

 

Quadro de pintor flaviense premiado em Lousada

 

 

Dentre, aproximadamente, quarenta quadros de uma exposição colectiva no âmbito da comemoração do “Dia Internacional da Mulher”, a obra do pintor flaviense Ricardo Costa foi a escolhida para “Cabeça de Cartaz”da Exposição, cuja votação foi feita por pintores.

 

 

 

Organizando a Câmara Municipal de Lousada uma exposição de pintura, sob a temática da comemoração do “Dia da Mulher”, foram escolhidos cerca de 40 quadros, relacionados com esta temática, dentre as exposições já promovidas pelo município. Das obras que integram a exposição, por votação, da responsabilidade de vários pintores, foi premiado o quadro do pintor flaviense Ricardo Costa, tornando-se o “Cabeça de Cartaz”da referida exposição, que poderá ser visitada a partir do dia 8 de Março, no Espaço AJE.

 

 

Ricardo Costa, a convite do Município e durante o mês de Novembro de 2010, levou a efeito uma exposição de pintura, sob o título “Efeito & Combinações”, onde, pela primeira vez, o pintor deu a conhecer os seus trabalhos noutra região, que não a sua. A referida exposição contou com 25 obras, todas elas em acrílico.

 

Redacção

 


 

Ajudem-nos a superar as dificuldades” alertam os séniores do Desportivo de Chaves


Depois de um grupo de sócios se unir para ajudar o Desportivo de Chaves a acabar a época desportiva, agora foi a vez dos jogadores tomarem uma atitude face às dificuldades que sentem. Uma conta no banco Barclays com o nome “Amigos do Desportivo de Chaves” foi aberta com o único objectivo de ajudar o plantel sénior do clube a chegar ao fim da época.


Numa altura em que já vai para três meses os salários em atraso, o grupo de trabalho decidiu unir-se e alertar os sócios, adeptos e simpatizantes do clube para a situação. “Há jogadores a passarem por grandes dificuldades”, alertou Eduardo, capitão do Chaves, lembrando que apesar dos problemas “os jogadores têm feito de tudo para honrar e ajudar o clube”.

 

 

 

 


Sobre a conta “Amigos do Desportivo de Chaves”, Eduardo explicou que esta serve exclusivamente para “ajudar o grupo de trabalho”, que compete na II Divisão Nacional. “Assim, as pessoas que quiserem ajudar o clube já podem fazê-lo independentemente de gostarem ou não de A ou B”, explicou o jogador dos flavienses.


O apelo que os capitães do clube fizeram na sala de imprensa do Estádio Municipal de Chaves foi direccionado “para todos os adeptos flavienses, quer seja na região, em Portugal ou no Mundo”. A ajuda pode ser feita através da conta no banco Barclays, com o nome “Amigos do Desportivo de Chaves”.


O Grupo Desportivo de Chaves está neste momento com um pedido de insolvência, não podendo de forma alguma movimentar dinheiro e o grupo de trabalho não recebe ordenados à três meses.


Diogo Caldas

 

 

Futsal do Benfica já treinou em Chaves


Foi chegar e treinar. A comitiva do futsal do Benfica já está na região, onde vai ficar até sábado, altura em que defronta o GD Boticas para a 1ª Divisão Nacional. No primeiro treino os jogadores benfiquistas conviveram, no final da sessão, com os jovens atletas da Escola Geração Benfica.

 

Arnaldo Pereira, jogador do Benfica, natural de Bragança, mostrou-se satisfeito por esta iniciativa, explicando que estas iniciativas “faz parte da postura do Benfica”. Sobre os mais pequenos, Arnaldo Pereira lembrou que tendo em conta o sucesso da escola na cidade “o futuro do Benfica está aqui assegurado”.

 


Depois do treino e do convívio com os jovens jogadores, também do Benfica, a comitiva jantou na Casa do Benfica do Alto Tâmega, onde conviveu também com os associados presentes na Casa.


O presidente da Casa do Benfica do Alto Tâmega, em Chaves, explicou que “existe uma boa relação com o futsal do Benfica”, e que sempre que vêm à região “são bem recebidos”, considerando importante este convívio para “unir ainda mais os benfiquistas”, atirou Bruno Santos.


Sexta-feira, o almoço da comitiva estava marcado para a cervejaria “O Príncipe”, seguindo-se uma visita à Flavicer, empresa representante na região da Sagres, um dos patrocinadores da equipa. Tendo em vista a preparação do jogo em Boticas os benfiquistas treinam às 17 horas no Pavilhão Municipal de Chaves, num treino que conta com a presença de alunos da Escola Nadir Afonso. O jantar está marcado para a “Adega Benito”.


Na manhã de sábado, às 10 horas, o treino é no pavilhão da Escola Dr. António Granjo, e conta com a presença dos jovens futsalistas da Escolinha de Futsal Arnaldo Pereira, jogador do Benfica. A equipa entra então em estágio para a partida de amanhã à tarde, com o almoço marcado para o Petrus Hotel, local da estadia da equipa. O jantar de despedida está é no restaurante “O Típico”.


Diogo Caldas

 

 

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