Hoje não me apetece...mas agradeço à PT Comunicações, S.A.
Hoje queria falar-vos do que está a acontecer na Rua de Stº António, do faz e desfaz, das soluções mais baratas que acabam sempre mais caras, mas sobretudo da na falta de visão em projectar o futuro, mesmo o mais próximo. Queria falar sobre essas coisas, mas vou adiar a conversa.
Depois vi os esqueletos dos plátanos na escola do Stº Amaro e veio-me à lembrança as palavras de um técnico das árvores e das paisagens quando há uns bons anos atrás, mas não muitos, ficou indignado pelas podas que se faziam nas árvores em Chaves. Dizia ele então que nas florestas as árvores cresciam livremente e por isso eram saudáveis e faziam a beleza das florestas. Pois até concordei com o técnico. Geralmente os técnicos sabem o que dizem quando se referem às coisas da sua área, o problema é quando deixam de ser técnicos… mas também não quero falar disso e depois, os plátanos são de tal raça, que vingam contra técnicos, políticos ou quem os afronte. Agora, podar árvores em pleno verão, deixá-las sem uma única folha quando a sua beleza e sombras estão no seu auge, mete impressão.
Então, como não me apetece falar dessas coisas, vamos até mais uma clarabóia, esta lá no alto do casario com duas frentes, embora uma sejam traseiras. Refiro-me ao casario da Rua de Stº António que o é também e o mesmo da Travessa do Loureiro, mas também uma imagem daquelas que ainda resistem e que hoje já não se fazem.
E para terminar vamos lá ao agradecimento à PT Comunicações, S.A. por me brindar com o 13º+6 dias sem telefone e internet, mas há que ter esperança pois sei que ainda não estou esquecido pois ontem mesmo recebi mais uma factura da PT. Ainda pensei em não a pagar, mas levantou-se-me uma questão pertinente, pois o não pagamento da factura leva a PT a corte da linha telefónica e a questão é esta – Como iriam eles cortar uma linha que está cortada? – Como hoje não estou para pensar muito, resolvi adiar também este problema.
Inté!






