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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

03
Jan14

Discursos Sobre a Cidade - Por Francisco Chaves de Melo

 

 

CHAVES – A maior “VILA” de Trás-os-Montes!

 

 

“Raramente descobrimos que as pessoas têm bom senso a não ser que estejam de acordo connosco.”

 

2013 foi um ano marcado pelo retrocesso populacional na cidade e no concelho.

 

Após três décadas a aumentar a população residente, a crescer a cidade, a ganhar urbanidade, agora assistirmos ao agravamento do sentimento de perda, mais vincadamente no fatídico ano que terça-feira findou.

 

É eventualmente triste para o ex-presidente da câmara tomar consciência de um exercício falhado, de um exercício que, nos últimos anos, levou à debandada de flavienses, falhos os seus mandatos.

 

A cidade hoje já sabe que ele falhou!

 

Com a arrasadora vitória com que conquistou o seu último mandato ao candidato socialista, via-se e assumia-se como o herói do investimento municipal na cidade. Soube iludir como ninguém os flavienses, colando a si a herança de financiamentos e projetos que laboriosamente os Socialistas lhe deixaram. A ilusão que criou rendeu-lhe uma vitória com 5 vereadores contra apenas 2 da oposição. Que Ilusão! Que Ilusão! 

 

Hoje já sabemos que não foi o herói do investimento. Agora já sabemos que é apenas o campeão da dívida. Sabemos que esse campeão não pagou a água à empresa que a fornece à Cidade, sabemos que não pagou a recolha do lixo, sabemos que não pagou ao tesouro público a parte que lhe correspondia pelo Programa Polis.

 

Lançou obra e fez promessas muito porque não pagou a água e o lixo. Agora, além da dívida, vamos pagar juros de mora e juros sobre juros para pagar, em prestações, as dívidas que nos deixou de herança.

 

Os investimentos que fez são agora fontes de despesa. O planeamento estratégico andou por sua mão ao sabor dos fundos comunitários que foram estando em voga, sem se aperceber que fez investimento desgarrados e incoerentes, que mais não traduzem que o desnorte da sua administração.

 

Os flavienses que permanecem sabem que foi um gastador, que foi um despesista e, por isso, por sua mão, o seu partido político perdeu dois dos cinco vereadores que detinha anteriormente na câmara. A cidade começou a perceber que falhou!

 

Agora, na nova câmara, sem maioria, o novo Presidente que arranje forma de pagar os mais de 60 milhões de dívida acumulada, que arranje forma de enfrentar as galopantes despesas de funcionamento corrente, as despesas da Fundação que não inaugurou, da “Voz da Juventude” que instalou comodamente, da “Chaves Viva” que nem o fim de ano organizou na Cidade, da “Chaves Social” levada para a caridade injustamente “conotada” com o poder, de tantas outras fontes de despesa.

 

Este ano pouco ou nada de esperançoso se espera. Os cortes nos salários serão brutais para uma população urbana que vive maioritariamente dos serviços públicos, quando não fechem esses serviços, como o Tribunal ou a Região de Turismo do Alto-Tâmega. A pesada dívida da câmara já não pode ser escondida mais tempo, o jogo do rato e do gato com a dívida habilidosamente praticado pelo ex-presidente já foi longe demais.  As dívidas têm que ser pagas. Não é de estranhar que a população fuja desta miséria. Não será ilusão se a cidade nos parecer cada vez mais a uma vila.

 

CHAVES – A maior “VILA” de Trás-os-Montes!

 

Esta foi a herança de 12 anos de ilusões, de utopias, de quimeras, de enganos! 

 

Ao novo Presidente desejo, para o ano de 2014, muita coragem para gerir esta penosa herança.

 

Francisco Chaves de Melo

 

03
Jan14

Chaves de ontem e de hoje

 

Às vezes prometo aqui no blog fazer isto, ou aquilo… e por vezes as promessas parece que ficam esquecidas, como é o caso desta rubrica de Chaves de ontem e de hoje.  Mas não, aqui as promessas são para cumprir, às vezes pode é faltar oportunidade para que tal aconteça, mas acaba por acontecer.

 

 Pois hoje aqui ficam duas imagens que distam uma da outra apenas 59 aninhos, pois a primeira é datada de 1953 e a segunda de 2012. Da primeira desconheço o autor e ainda me faltavam uns anitos para nascer. A segunda foi tomada por mim, na minha peregrinação anual e obrigatória à Srª das Brotas. A título de curiosidade e com a distância dos tais 59 anos, o olhar dos fotógrafos foi de pura coincidência, ou talvez não, mas verdade, verdadinha, na altura da minha toma desconhecia a primeira imagem, ou seja, hoje apenas repetimos olhares que os nossos pais ou avôs já olharam e apenas a paisagem humana se transformou.

 

 

 

 

 

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