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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

10
Mai14

Fugas

 

Fim de semana no berço da nacionalidade

 

Rumamos para Norte, como nós gostamos. Destino: Guimarães - o berço da nacionalidade. Após uma paragem no Porto para o almoço, e como temos tempo, seguimos viagem pela estrada nacional. À passagem pela Vila de Ribeirão constatamos que a própria placa que anuncia o início da localidade tem como subtítulo a inscrição “Onde o Minho começa”. E é bem verdade. Quase de repente, tudo nos parece mais verde e com mais luz. Alguns quilómetros mais adiante, à entrada de Vila Nova de Famalicão vemos uma seta a indicar “São Miguel de Ceide – Casa de Camilo”, a casa onde o escritor viveu os seus últimos anos e onde, ameaçado pela cegueira, acabaria por se suicidar. Recordo-me que estive lá numa visita de estudo quando andava na Escola Secundária Dr. Júlio Martins, já lá vão mais de 20 anos! É uma boa proposta para o dia seguinte, se ainda nos restar tempo. Chegamos a Guimarães a meio da tarde. À noite, após o jantar, com a ajuda de alguns panfletos turísticos, planeamos, em traços gerais, a visita à cidade, no dia seguinte.

 

Fotografias de Luís dos Anjos

 

O dia amanhece com um ar frio e uma neblina a pairar sobre a cidade. Saímos a pé e tomamos calmamente o caminho para o Castelo e o Paço dos Duques de Bragança. Fazemos a visita obrigatória e por momentos sentimo-nos transportados para outra época. No regresso à cidade embrenhamo-nos pelas ruas do centro histórico e passamos pela Praça Santiago, com as suas agradáveis esplanadas. Não fosse a temperatura ainda um pouco desagradável e certamente que seriam um irresistível convite para uma pausa.

 

Para a tarde, já com o sol a fazer-nos companhia, reservamo-nos uma subida à Senhora da Penha. São 400 metros de desnível, desde a cidade ao cimo do monte, vencidos em poucos minutos, ao longo dos 1700 metros de extensão do teleférico que nos transporta. A vista sobre a cidade é magnífica, quer durante a subida, quer depois na zona envolvente ao santuário. Entretanto, o dia caminha para o seu fim. Retomamos o teleférico e regressamos à cidade e ao hotel. Já não há tempo para outras visitas que nos propúnhamos fazer. A solução é simples: voltar e, se possível, com mais algum tempo…

 

Luís dos Anjos

 

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