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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

13
Jul14

Um dia de ausência por ter andado por aí...

 

Os que vêm por aqui todos os dias notaram, pela certa, que ontem não houve aqui post, e se não o houve, não foi porque me tivesse distraído, ou não me apetecesse, ou por outra qualquer razão mesquinha. Não, não foi por nada disso, mas antes por ter andado por outros caminhos,  no terreno, exaustivamente, à caça de imagens e, como os aninhos já não perdoam, chegado a casa vi o sofá a olhar para mim, eu comecei a olhar para ele, e foi amor à primeira vista… nem mais me lembrei que havia blog para atualizar.

 

 

Mas cá estamos de novo, com um post como se fosse feito de um mix musical, só que em imagens, mas todas desta aventura de dois dias em que subi à croa das serras mais altas e desci ao mais profundo dos riachos, em que vi de lá para cá mas também quis saber como se via de cá para lá, e o resultado foram muitas imagens onde nem as borboletas e libelinhas escaparam, algumas feridas para enfeitar e cuidar,  e umas dores de pernas por companhia, tudo por não dar ouvidos à sabedoria do povo de “quem se mete em atalhos, mete-se em trabalhos”.

 

 

Mas vamos lá então e desde já com um aviso aos flavienses mais puristas, o aviso de que a minha terra não termina nos limites do concelho de Chaves, pois vai um bocado mais além. Não sou como Torga que tinha o berço em S.Martinho de Anta, Portugal como a sua terra,  e a pátria telúrica a findar onde findam os Pirenéus. Não, eu sou mais modesto e fico-me só por Trás-os-Montes, com o berço principal em Chaves, com outro nas terras frias do Barroso, junto ao Rio Cávado e abrigado pela Serra do Larouco,  e outro ainda ali bem juntinho à nascente do Corgo. Em suma, tudo terras do “Reino Maravilhoso”.  Assim, as imagens de hoje também andam um bocadinho por dois dos meus berços.

 

 

E quanto a palavras poucas mais há, a não ser aquelas que serão necessárias para identificar os locais de algumas preciosidades deste nosso “Reino Maravilhoso”.

 

Então para (re)começar  atente na vista panorâmica que a seguir vos deixo, com a garantia que uma daquelas serras que se veem lá ao fundo, uma é a Serra do Brunheiro. É a tal vista de lá para cá, vista desde os 1535 metros de altitude, do segundo ponto mais elevado de Portugal continental (vamos deixar o Pico de fora). Se não souberem qual é, vão à pesquisa do Google. Desta feita proponho-me ser um bocadinho mauzinho ao não dizer alguns dos locais que eu penso ser um dever todos conhecerem.

 

 

Então na próxima imagem fica a vista de cá para lá. O cá, é a croa da Serra de Santa Bárbara, ali mesmo encostadinha ao Brunheiro, mesmo ao lado de Ventuzelos. O Lá, aquela última serra que se vê, é a tal que atinge os 1535 metros de altitude.

 

 

E já que se mencionou Ventuzelos, não resisto a deixar aqui uma imagem dessa aldeia que tem sempre um encanto especial e deixa sempre transparecer alguma grandeza do Brunheiro. Mas atenção, a aldeia que se vê na última foto no canto inferior esquerdo é Redial.

 

 

Vamos agora entrar no Barroso mais profundo, aquele que é uma maravilha dentro do “Reino Maravilhoso”. Comecemos por aquilo que é transparente e cristalino, tão transparente que se não fossem alguns peixinhos e reflexos poderíamos jurar que não havia água sobre aquelas pedras.

 

 

A libelinha também andava por lá, mas preferia o verde das plantas. Também havia borboletas e muita passarada, além de cavalos e outros animais, mas para hoje fica a libelinha e algumas vacas barrosas já a seguir.

 

 

Ainda antes das vacas fica aqui uma outra imagem que é obrigatório conhecer, nem que seja apenas em fotografia, pois é um dos ícones do Barroso, à qual também a lenda está associada. Mas bem melhor que a conhecer em fotografia é mesmo conhecê-la in loco, mas fica um conselho – não vão pelos atalhos.

 

 

Vamos então às vacas, curiosamente da raça barrosã, não estivéssemos nós no Barroso. São daquelas que anda sozinhas no monte, sabem andar na estrada como qualquer peão civilizado e pela mão, voltam a casa quando devem voltar e trazem com elas as suas crias, um mimo de crias.

 

 

Crias que são mais curiosas, mais assustadiças, mais espantadas mas que gostam de posar para a fotografia… depois botam uma corrida e lá apanham a mãe. O pai não estava.

 

 

Por último uma preciosidade à vista que esteve mergulhada em água durante umas boas dezenas de anos. Desta vez dou graças ao betão, pois é graças a ele que a podemos ver, obras na barragem obrigaram a esvaziá-la, e a velha ponte ficou à vista. Desta vez ajudo, pois pode haver quem a queira ver antes de novamente ser submersa. A foto foi tomada desde a estrada, em Cabril.

 

 

E é tudo. Há muitas mais imagens para deixar aqui, mas num futuro próximo começarei a deixar mais algumas.

 

 

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