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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

28
Ago14

Vivências - Encontro de gerações

 

 

Encontro de gerações

 

 

Léon, Espanha, Agosto de 2008. Últimos dias de férias. Estamos a meio do nosso almoço num pequeno restaurante, bem próximo do Convento de São Marcos que visitámos durante a manhã. Na mesa ao nosso lado sentam-se um jovem na casa dos 20 anos e um outro senhor com uma idade bem mais avançada. O mais novo, de boné, brinco na orelha e piercing no lábio inferior, não deixa de nos causar alguma estranheza, fazendo-nos até lembrar um qualquer rebelde de uma série televisiva, daquelas muito populares entre os jovens de agora. Após alguns instantes ouvimos a palavra abuelo e percebemos que se trata de avô e neto. Mesmo sem prestar atenção ao conteúdo surpreende-nos a agradável conversa que vão mantendo durante todo o almoço. Numa época em que pais e filhos, embora vivendo sob o mesmo tecto, não conseguem muitas vezes encontrar tempo ou assunto para conversar, ali estavam avô e neto, duas gerações com seguramente 50 anos de distância, conversando animadamente. A certa altura o avô acaba por meter conversa com a nossa pequena, dizendo-lhe que tem que comer tudo para ser grande. Acabamos por trocar algumas frases de circunstância. Terminam a sua refeição ainda antes de nós e é o neto quem vai pagar a conta. O avô vira-se para mim e diz-me que não faz mal, que da próxima vez pagará ele. Com isto deduzo que se devem encontrar com frequência. No final despedem-se de nós com o avô a apertar-me a mão e a desejar-nos buenas vacaciones.

 

De regresso ao carro para prosseguirmos viagem registamos com agrado este verdadeiro encontro de gerações.

 

Luís dos Anjos

 

 

28
Ago14

Uma breve abordagem a um Ilustre Flaviense

 

Um pouco de luz para quem não conhece as personagens da História Flaviense e as nossas estátuas.

 

Na imagem a estátua da rotunda em frente da antiga estação da CP de António Joaquim Granjo, nascido em Chaves em 27 de dezembro de 1881 e barbaramente assassinado em Lisboa na conhecida “Noite Sangrenta” em 20 de Outubro de 1921, vítima dos conturbados anos da 1ª República.

 

Advogado, Republicano,  foi membro da Assembleia Nacional Constituinte em 1911, Presidente da Câmara Municipal de Chaves em 1919 no mesmo ano em que foi eleito para a câmara de deputados. Foi Ministro da Justiça e por duas vezes Presidente do Ministério (correspondente ao atual Primeiro Ministro). Foi precisamente durante a sua segunda presidência que foi assassinado em Lisboa quando contava com apenas 40 anos de idade.

 

Hoje ficam apenas a brevidade de um resumo da sua vida, mas que merecerá aqui um post mais alargado como Ilustre Flaviense que foi e muito mais teria sido se não fosse assassinado.

 

 

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