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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

25
Set14

Vivências - Pastéis de Chaves em Leiria

 

Pastéis de Chaves em Leiria

 

Domingo, nove horas da manhã. Como já vem sendo hábito desde há alguns meses estaciono junto ao estádio municipal e espero por dois amigos flavienses, dos tempos em que andava na Escola Secundária Dr. Júlio Martins (já lá vão mais de 20 anos!), e que reencontrei quando me mudei para Leiria. O propósito deste encontro semanal é o de fazer uma caminhada, mais ou menos demorada, dependendo da nossa vontade, a qual acaba normalmente com um café numa esplanada da cidade. É um momento de encontro, de conversas animadas, e também, por vezes, de recordações da nossa cidade e dos tempos que lá vivemos até um dia a vida nos ter levado para outras paragens.

 

Os meus amigos chegam, cumprimentamo-nos, trocamos umas primeiras impressões e falo-lhes da notícia que vi na véspera num jornal da cidade: a abertura de um novo espaço no centro histórico da cidade, cujo principal produto é o pastel de Chaves… “confecionado com o segredo da massa folhada e a receita original, com carne de vitela” (assim era anunciado na notícia). A ideia de por lá passar agrada-nos a todos e já antecipamos mentalmente o prazer de nos sentarmos e nos deliciarmos com um saboroso e estaladiço pastel de Chaves e um café. Iniciamos a nossa caminhada pelas margens do Rio Lis, atravessamos a cidade e, a dada altura, invertemos a marcha para regressarmos ao local de partida, fazendo um pequeno desvio para irmos ao tal espaço. Já passa das dez da manhã quando chegamos ao local e, para nosso desalento, nos deparamos com a porta fechada… Ali ao lado, na praça, vários outros cafés e esplanadas se nos oferecem para uma pequena pausa, mas nós queríamos mesmo era um pastel de Chaves… Esperamos mais uns minutos e, como o estabelecimento não abre, seguimos caminho, inconformados e comentando que teremos de voltar num outro dia (e sem grande demora!) para provar os pastéis e averiguar se são realmente como os da nossa terra… e, quem sabe, em conversa, descobrir se por detrás deste espaço não estará também um(a) flaviense como nós…

 

Luís dos Anjos

 

25
Set14

O Barroso aqui tão perto... Olas de Santa Marinha

 

Vamos lá outra vez até ao Barroso aqui tão perto e, o de hoje, é mesmo bem perto. Escondidinho como convém, aumenta a gratidão da descoberta e a devoção à magia da natureza.

 

 

 

Olas de Santa Marinha em plena raia entre terras de Vilar de Perdizes  e a Galiza faz jus ao topónimo, pois o “santuário”  faz a receção do sítio e as olas lá estão, bem ao fundo, com as suas quedas, redemoinhos e penedio ao longo de uma boa centena de metros, que ao penetrá-los se sente o consolo estar num paraíso, onde tudo se esquece para viver o momento.

 

 

 

Claro que para viver em plenitude estes sítios e momentos, temos de entrar dentro deles reduzidos à nossa simplicidade, só assim os teremos por inteiro, com todo o tempo do mundo, aliás por lá o tempo e as horas não existem, antes, isso sim, momentos, sons, perfumes, tudo num grau de pureza que é quase impossível de quantificar, mas, repito, temos que entrar dentro deles reduzidos à nossa simplicidade.

 

 

 

Depois há que ir pasmando aqui e ali, também pelo caminho convém deixar-nos envolver pelos matizes, pela arte da natureza em cobrir tudo de cor, em colónias de espécies e degradês que ora se perdem nos azuis do horizonte distante, nos verdes que explodem  do nada ou nos pormenores que nascem logo ali diante de nós, como de uma tela se tratasse e estivesse ali exposta para apreciação.

 

 

 

Também como sempre, uma coisa é a fotografia e aquilo que nos atraiu o registo, composto aqui pelas palavras que a alma nos dita, e outra coisa é viver estes sítios e momentos in loco, pois os nossos olhares e momentos são sempre pessoais e quase sempre intransmissíveis. São nossos. Os vossos, podem sempre ir além daquilo que vos deixo, como também podem ficar aquém. A vida é assim mesmo, mas uma coisa é certa, o Barroso fica mesmo aqui ao lado e está sempre à espera de ser descoberto e sempre disposto a surpreender-nos.

 

 

 

Até mais logo, ao meio dia, com as “Vivências” de Luís dos anjos.

  

  

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