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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

04
Out14

Selhariz em três imagens

Hoje vamos até Selhariz, com três olhares de um dia que tomei a aldeia no meu itinerário a caminho de Vidago, com a intenção de apenas passar sem paragens, mas onde acabei por ficar toda a tarde, e a razão deste prendimento foi simples – a aldeia estava em festa, na hora da cerimónia religiosa sair à rua.

E enquanto a cerimónia não ocupou as ruas, fui aproveitando para fazer alguns registos, onde a passadeira colorida captava e prendia o olhar. Uma tradição que felizmente ainda se vai vendo e que envolve toda a aldeia na sua construção. Uma obra de arte digna de ser apreciada, feita em nome da fé para receber a procissão.

E em jeito de comemoração do dia mundial dos animais fica uma imagem com a prova de que os animais sempre fizeram parte da vida das aldeias. Hoje mais raro devido ao despovoamento das aldeias e à proibição de os animais andarem à solta nas ruas, mas ainda sou do tempo em que as ruas das aldeias eram partilhadas naturalmente pelos animais de duas e de quatro patas. Nesta última imagem uma das tradicionais fontes para recolha de água, onde ao lado havia sempre uma pia para os animais matarem a sede.

 

 

 

04
Out14

Pedra de Toque - O afecto

 

 

 

O afecto

 

É um sentimento, numa definição simplista, de dicionário, que se traduz, em uma inclinação para alguém.

 

Parece-me muito mais do que isso.

 

O afecto conjuga-se com amizade, simpatia, amor, quiçá paixão.

 

É inadiável fazer a pedagogia do afecto, para que a sensibilidade nas relações humanas lavre nos peitos e para que as pessoas sofridas pela separação inevitável, pasmem de saudade.

 

Coloque o afecto em todas as coisas, mesmo nas impossíveis e até na confecção do doce predilecto para ele comemorar, como diz a canção brasileira.

 

E não seja mesquinho a partilhar o afecto.

 

Lembre-se que no amor não há austeridade.

 

Simplesmente porque, ou há ou não há amor.

 

Ele, quando existe, dá-se, prodigaliza-se, não se guarda.

 

Se for menos que isso não presta.

 

O afecto está no sorriso, nas mãos, nas palavras, na boca, na ternura que desagua serena no carinho.

 

Como o verde dos campos, como o azul das águas transparentes de todos os mares, como o viço das camélias no dealbar da primavera,

 

Neste mundo que dói,

 

O AFECTO É LENITIVO, O AFECTO É URGENTE!

 

António Roque

 

 

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