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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

18
Out14

Pedra de Toque - Al Pacino

 

AL PACINO

 

Sou um admirador confesso da arte de bem representar que aprecio tanto no teatro, como no cinema, como na televisão.

 

Uma interpretação conseguida entusiasma-me, prende-me, emociona-me.

 

Dos actores e actrizes que aprecio, hoje quero destacar, até porque recentemente tenho revisto películas que protagonizou, o grande actor americano Al Pacino.

 

Em março de 1993, a Academia de Hollywood, atribuiu-lhe o cobiçado óscar, pela sua interpretação no filme “Perfume de Mulher” de Martin Brest.

 

Pacino já tinha conseguido seis nomeações, sem no entanto ter obtido o cobiçado prémio.

 Nesse ano, aliás facto quase inédito na história do cinema desde que a célebre estatueta foi instituída, ele foi candidato como melhor actor principal pela sua performence na indicada película como ainda na categoria para melhor actor secundário pelo seu desempenho em GLENGARRY GLEN ROSE, protagonizada pelo veterano Jack Lemmon.

 

Al Pacino é um actor que impressiona pelo seu enorme talento, pelo rigor e pelo perfeccionismo que põe em todas as suas representações.

 

Quem como nós vibra face à arte de bem representar, constata facilmente que o actor estuda ao pormenor, as personagens que “veste”, oferecendo-nos por norma, autênticos shows na sua arte.

 

Já o vi num ou noutro filme menor.

 

Mas mesmo nessas fitas, Pacino brilha pelo seu talento com o seu génio.

 

Da geração de De Niro, Dustin Hoffman e de outros grandes actores eu, já apreciei Pacino em fabulosas interpretações, entre as quais me permito destacar o seu Coreolano mafioso do “Padrinho III”, do grande Coppola.

 E também, claro, o seu coronel invisual Frank Slade que o premiou com o óscar no dito “Perfume de Mulher”.

 

Eu vi e revi o filme e posso dizer-vos que está longe de ser uma grande fita.

 

Demasiado longo quiçá, alterna momentos muito altos com outros mais monótonos e vulgares.

 

De qualquer modo, é inesquecível e figurará nos compêndios, a espantosa cena em que ele dança exemplarmente o tango com uma jovem belíssima e portátil.

 

Tenho uma amiga que tem dança e música nas veias e que não deixará de se extasiar se algum vir esta cena.

 

Perdurarão também na memória o diálogo entre o coronel e o miúdo quando aquele tenta o suicídio, bem como o julgamento final do Conselho de Disciplina da escola que absolve o jovem quando este corajosamente recusa a delação dos colegas.

 

Por Al Pacino – violento, romântico e vulnerável – pela sua notável prestação e ainda pela lúcida mensagem ética a extrair da cena final, vale a pena rever e exalar este saboroso e inebriante “Perfume de Mulher”.

António Roque

 

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