Chaves, O Liceu, as Freiras e as Saudades

"Saudade é amar um passado que ainda não passou.
É recusar o presente que nos magoa.
É não ver o futuro que nos convida..."
Pablo Neruda
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"Saudade é amar um passado que ainda não passou.
É recusar o presente que nos magoa.
É não ver o futuro que nos convida..."
Pablo Neruda

“Bofetada de luva branca”
…ou…
“pontapé no cu!”
O Blogue “CHAVES” “dá cabo de mim”!
O Blogue “CHAVES” concede aos seus visitantes um consolo e um desconsolo, ao mesmo tempo.
Como se não bastassem as maravilhosas fotografias que apresenta, o autor compõe cartas para os seus leitores que nos comovem e «mexem connosco».
Consolo porque as fotografias e as palavras nos convidam a matar saudades da NOSSA TERRA, ela feita do torrãozinho natal e dos nobres povoados que a tornam fantástica e única.
Desconsolo porque nos lembra que os «fanfarrões da memória», política, só têm mesmo a memória de «pavão» desmiolado: teimam em praticar patifarias e infâmias, quer por acção quer por omissão, contra a Natureza humanizada ou selvagem e as Gentes de um histórico território a quem juraram, por sua honra, respeitar e defender.
Os Post(ai)s do Blogue “CHAVES” são mais uma gota de fel vertida no coração dos eunucos políticos e culturais que administram a Câmara Municipal de CHAVES!
Esses miseráveis «manda-chuva» da «cambra» são mesmo uns “palurdos” (palúrdios)!
Como não têm capacidade criadora só se preocupam em destruir.
Ficarão na história, contada aí pelo Arrabalde ou pela Canelha das Longras, porque meia dúzia de flavienses «verdadeiros e reais» os honraram com um pontapé …. “nos fundos dos calções”!
Então esse «pavão de Castelões», ignorante da Política, cego de ambição e vaidade, o indivíduo mais medíocre e mesquinho que a NORMANDIA TAMEGANA pariu, perdidamente obcecado em «honras» e «dignidades», desconhecendo que esses plurais - o de honra e dignidade - não correspondem, nem podem corresponder à definição de Honra e Dignidade, que por si só são singulares e inflexíveis!
CHAVES tem á frente dos seus destinos castrados mentais, medíocres, fracos e impostores que não sabem, não têm força e, muito menos, coragem de remar contra a maré - maré avassaladora vinda de Lisboa, que arrasa as aspirações e os legítimos direitos e interesses dos FLAVIENSES!
O Tonho Cabeleira, «pavão de Castelões» cognominado, mais os seus sequazes constituem uma trupe de insolentes ingratos para com a Terra e as Gentes que os viu nascer, que os ajudou a crescer, que os sustenta.
Essa cambada de politicastras incompetentes que administram a «cidade» temem os dignos e adoram os lacaios.
O êxito egoísta que vão tendo nas suas vidas devem-no apenas às cumplicidades com os vícios dos seus amos - desde o padre falso aos comissariozinhos e comissários dos directoriozinhos e directórios partidários!
Amouchados aos poderosos da «Bila» e de Lisboa, medíocres como são, revelam bem o seu baixo nível: deixam-se domesticar!
O «pavão de Castelões», coitadito, que nunca passaria da cepa torta na vida profissional, aproveita côdeas e migalhas da politiquice rasteira e pantomineira para ser figura de primeira página - nem para rodapé servirá!
Um dos meus amigos disse-me, acertadamente, se esses «PONEYZINHOS de TRÓIA», de CHAVES, «tivessem um pingo de vergonha, andariam com cara mais vermelha do que tulipas holandesas retintas»!
O Blogue de “CHAVES” muito se tem esforçado, e continua o esforço, para «abrir os olhos» aos FLAVIENSES, em especial, e aos Normando- Tameganos, em geral.
Aos esquecidos, aos desmemorizados, aos ignorantes, aos comodistas e aos trastes tem mostrado, com evidência, as grandezas e os merecimentos da NOSSA TERRA, e demonstrado a injustiça e iniquidade das misérias que sobre ela se abatem ou a que a condenam.
Diariamente dá «bofetadas com luva branca» a trastes e marmanjos, É tempo de (se) lhes dar um pontapé no cu!
Por tudo isso, o Blogue “CHAVES” é um consolo e um desconsolo bem entendidos.
É-o para mim.
E para ti, para si, para vós?!
Mozelos, 1 de Março de 2015
Luís Henrique Fernandes

Coimbra, 18 de Março de 1979
Retórica. É do que somos ricos. Povo de palradores, todos nos pomos no bico dos pés em qualquer parlamento. No oficial ou nos cafés, onde se compra a cadeira de deputado por uma bebida. O verbo, aqui, nunca teve essencialidade. Foi sempre de encher.
Miguel Torga, in Diário XIII
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