Chaves - Buvete das Caldas

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Gil Santos
Nesta segunda crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até Braga, uma cidade com mais de 2000 anos de história, fundada pelos Romanos com o nome de Bracara Augusta, e atualmente também conhecida como a “Cidade dos Arcebispos” ou a “Capital do Minho”.
É lá que vamos encontrar Gil Santos, professor, escritor e colaborador deste blog.
Onde nasceu, concretamente?
Nasci no lugar do Carregal, na freguesia de Santa Leocádia, concelho de Chaves.
Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?
A Escola Júlio Martins, antiga Escola Industrial e Comercial, onde concluí o ciclo preparatório.
O Liceu, atual Escola Secundária Fernão de Magalhães, onde concluí o 7º ano, em 1976.
A Escola do Magistério Primário, onde concluí o curso em 1980.
Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?
No ano de 1980, por motivos profissionais.
Em que locais já viveu ou trabalhou?
Já morei no Carregal, na freguesia de Santa Leocádia, em Chaves, na Rua Alferes João Batista, em Braga, na Cividade, Maximinos, S. Vitor e Nogueira, nos Açores, na ilha de São Miguel na Povoação.
Trabalhei na Póvoa de Lanhoso, em Viera do Minho, em Terras de Bouro, no Gerês, em Vila Verde, na Povoação, em Barcelos, em Guimarães e em Caldas das Taipas.
Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:
Os tempos de estudante, com todas as estórias à volta dessa vida relativamente boémia.
O tempo em que construí, pela mão do meu pai, uma paixão imensa, que ainda nutro, pelo Grupo Desportivo de Chaves e lembro com muita saudade aquela primeira subida à 1ª divisão!
Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:
Uma visita à zona medieval/histórica da cidade, bem como aos principais monumentos de que a ponte de Trajano é o principal.
Uma refeição num qualquer dos bons restaurantes da cidade para degustar os sabores da nossa cidade.
Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?
Sinto muitas saudades do carambelo e do sincelo gelado das manhãs de inverno.
Tenho muitas saudades do tempo liberto das grilhetas do trabalho e da responsabilidade. Tenho nostalgia pelo canto do rouxinol nos silvados do Ribelas nas manhãs de Primavera. E tenho saudades de jogar aos cowboys no Fistor!
Com que frequência regressa a Chaves?
Sempre que posso, que o Chaves jogue e que a vida mo permita.
O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.
Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.
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