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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

02
Jan16

Blog Chaves - 11 anos a lançar olhares sobre a cidade

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Para finalizar o dia 2 de janeiro de 2016, dia em que o blog faz 11 anos de existência, daí os posts extra, vamos ao derradeiro post do dia, o de celebrar a data de aniversário.

 

Como já referi nos outros post, as fotos de hoje são mesmo de hoje (à exceção da que num post anterior está devidamente identificada como a última foto de 2015). Fotos que resultaram de uma voltinha pelo nosso centro histórico, mas com mais incidência no meio largo do Arrabalde, onde estive mais tempo, sem esquecer, para abrir o ano, das silhuetas inconfundíveis por terem a marca Chaves.

 

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Mas vamos ao blog e aos seus 11 anos de existência e que tem durado e sobrevivido por várias razões. A primeira de todas graças a minha teimosia de o manter e de o atualizar diariamente, o que, podem acreditar que não é fácil, mas não me queixo, primeiro porque o faço com gosto, segundo porque sei que na nossa diáspora e por esse Portugal fora há muitos flavienses que estão sempre à espera de que caia aqui qualquer coisinha para matar saudades da terrinha e, podem crer também, que sei que o pouco que aqui se deixe pode ser tanto para quem está fora. Mas há também a fotografia que tem ajudado a que o blog se mantenha mas sobretudo a ajuda dos amigos que têm colaborado com o blogue com os seus conteúdos escritos, sem os quais o blog não seria possível, pois é quase impossível eu ter tempo para a fotografia (recolha, seleção e tratamento), para a gestão do blog, para a minha vida para além do blog e para todos os dias vir aqui com novos conteúdos escritos.

 

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Assim, tenho que agradecer a todos os colaboradores do blog, alguns que me têm acompanhado desde o início e ao longo destes 11 anos, mas também a outros que embora hoje já não colaborem, foram de grande ajuda no seu tempo.

 

Ficam então os agradecimentos, por ordem alfabética, para todos os colaboradores, ficando aqui os nomes dos atuais, como o António Roque com a sua “Pedra de Toque”. O António Sousa e Silva ao qual agradeço pelos seus “Discursos Sobre a Cidade” e por deitar uma mãozinha ao “Chá de Urze com Flor de Torga”, mas também por ser um companheiro na recolha de fotografias por aí fora. Agradecer ao Francisco Chaves de Melo pelos seus “Discursos Sobre a Cidade”. Ao Gil Santos que desde o início do blog nos tem deliciado com os seus contos do planalto e outros contos na rúbrica “Discursos Sobre a Cidade”. À Isabel Seixas pela sua poesia e crónica “Pecados e Picardias”. Ao João Madureira que me acompanha desde o início do blog com a sua crónica “Quem conta um ponto…” e pelo saudoso “Homem sem memória”, para além de ser companheiro frequente na recolha de fotografias. Ao José Carlos Barros pelos seus “Discursos Sobre a Cidade” e que embora tenha interrompido há pouco tempo atrás, ficou a promessa de um dia voltar. Agradecer ao Luís dos Anjos pelas suas crónicas “Vivências”, “Fugas” e “Flavienses por Outras Terras” . Um agradecimento para o Luís de Boticas pelas suas “Crónicas Estrambólicas” e às vezes umas “Ocasionais”. Agradecer também desde a primeira hora o apoio ao blog de Luís Fernandes mas também pela rubrica que aqui passou de “A missa do sétimo dia”, antigo discursante sobre a cidade e ocasionalmente com a crónica “Ocasionais”. Agradecer ao Manuel Cunha – Pité pela sua crónica “O Factor Humano”. Um agradecimento à Sandra Pereira pelas suas duas crónicas, os “Discursos Emigrantes Sobre a Cidade” e as “Intermitências”. E por último também um agradecimento ao Humberto Ferreira que embora não tenha nenhuma crónica neste blog tem colabora com a cedência daquela fotografia que às vezes me falta, mas também por ser um parceiro na recolha de fotografias. Para finalizar um grande agradecimento a todos os que aí desse lado também colaborais com os vossos comentários, feedback, companhia e fidelidade ao blog. Espero não ter esquecido nenhum agradecimento, mas caso o tenha feito fica também o meu muito obrigado.

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Obrigado a todos e um Bom 2016.

 

Nós vamos continuar por aqui!

 

Fernando DC Ribeiro

 

02
Jan16

O despertar do Repórter de Serviço

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Hoje aproveitei o sábado para dar uma voltinha pela cidade, invulgarmente cheia de gente para ser sábado, com algum comércio aberto e alguns turistas, sobretudo galegos.

 

Antigamente quando queríamos pousar um bocadinho a conversar com um amigo, porque havia sempre um amigo por lá, íamos até o Jardim das Freiras, que era a nossa sala de estar por excelência, para além de ser o núcleo do centro da cidade, ou seja uma referência para todos. Desde que as Freiras passaram a largo, os amigos andam por aí, à deriva. No entanto ainda há um meio largo, o Arrabalde, onde vai parando alguma gente, e às vezes, ou melhor, quase sempre encontro por lá um amigo do tempo de Liceu que antigamente vivia nas Freiras, onde ainda vai de vez em quando, mas que agora vive mais no Arrabalde.

 

Pois parar no Arrabalde é um regalo, principalmente para sentir o sentir da cidade, sobretudo agora que estão a construir o tal edifício para abrigar as termas romanas, que serve sempre de mote para iniciar uma conversa que depressa dá lugar a outras conversas. Pois esse meu amigo é como um guardião da cidade que ao contrário de muitos que apenas criticam, ele critica mas tem sempre soluções credíveis, aceitáveis e perfeitamente exequíveis, só que ninguém o ouve, pois o que toda a gente quer é levar a deles avante, de acordo com a cor que vestem.

 

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Pois esse meu amigo, além de fazer presenças no Arrabalde, além de ser guardião, além de ter opinião e além de ter soluções para quase todos os problemas da cidade, serve ainda de informador/guia de turistas perdidos que andam à procura de alguma coisa e se baralham com as informações disponíveis. A nossa conversa da tarde ia decorrendo precisamente no local onde tomei a foto que vos deixo quando ele me diz – Olha ali para aquilo! E eu olhei para onde me apontou, e de tão habituado a andar pela cidade e a não olhar para as informações porque não necessito delas, olhei para o cartaz vermelho, chamativo dos 50% de desconto na loja. Mas ele continuou: - Chega aqui um turista que quer ir para as termas e vê para onde o mandam!

 

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Realmente nem há como realmente e foi assim que se fez luz e também aproveitei para acordar o Repórter de Serviço que há muito estava adormecido. Mas está de volta, com questões como a de hoje, que embora pequenas podem fazer a diferença.

 

 

02
Jan16

Chaves de ontem, Chaves de hoje

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O prometido é devido e nesta última hora do dia vamos ter tempo ainda para deixar aqui alguns posts, retomado algumas crónicas que estavam adormecidas, com esta do Chaves de ontem e de hoje, que no caso, trata-se do Largo do Arrabalde em 1992 (a primeira foto) e o Largo do Arrabalde, hoje, dia 2 de janeiro de 2016 ( a segunda foto). Ambas as fotografias tomadas do mesmo local.

 

Arrabalde em 1992 - 1600-2015-04-22_7

 

Isto também para demonstrar a importância que a fotografia pode ter como documento, em que aquilo que se poderia explicar por palavras nunca teria a profundidade daquilo que se ve.

 

Arrabalde em 2016 - 1600-(45715)

 

Também para ir de encontro àquilo que no último post do ano velho disse aqui sobre a construção do Museu da Termas Romanas. Claro que alguma coisa tinha de ser feita, mas pela certa que haveria outras soluções. Ah!, e não me venham com a cantiga de que são coisas do IPPAR[i], pois que eu saiba, o IPPAR não faz projetos.

 

[i] O IPPAR – Instituto Português do Património Arquitetónico, existiu de 1992 a 2007 e todas as construções do Centro Histórico de Chaves eram obrigadas a ter parecer positivo deste organismo. Em sua substituição, mais ou menos com as mesmas funções acrescida das do Instituto Português de Arqueologia, também extinto, foi criado o IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico. Atualmente, penso, pois não tenho a certeza, que o IGESPAR também já não existe, passando todas as suas competências para a Direção-Geral do Património Cultural.

 

 

02
Jan16

A última foto do ano velho

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Como hoje é o aniversário do blog, prometi vir cá mais vezes e cá estou de novo, com a última foto registada por mim no ano velho de 2015. Comos gostamos de acrescentar sempre os números e palavras às imagens, como ela só por si não bastasse, aqui ficam alguns. A foto foi tomada desde Lagarelhos, com olhares lançados para poente, vendo-se ao fundo (em baixo) a aldeia do Seixo, no dia 30 de dezembro, precisamente às 16H00. Isto a confiar nos dados que a Câmara fotográfica me disponibiliza.

 

Para já fica esta do mundo rural, mais ainda hoje conto voltar mais vezes, sendo obrigatória as primeiras fotos do ano, que só aconteceram hoje. Até já.

 

 

 

02
Jan16

Ocasionais - Deixai Que Vos Lembre

ocasionais

 

“DEIXAI QUE VOS LEMBRE”

 

 

Aquele que se recorda de uma coisa

com que uma vez se deleitou

deseja possuí-la com as mesmas

circunstâncias que da primeira vez

em que se deleitou com ela

- Prop.XXXVI-Ética-Espinosa-

 

 

CHAVES sempre foi, e queremos que continue a ser, o centro e o símbolo de uma Região com vincada identidade histórica, geográfica e cultural.

 

Nela, todas as «pérolas» da sua actual circunscrição Municipal, e todas as «madrepérolas» que formam o seu sistema solar, têm de ser, e sê-lo-ão, reflectidas e representadas. Com isto quero significar que, ao falar-se de CHAVES, se esteja a contemplar o prestígio, a importância, o gabarito, a índole, a nobreza do Território a que, tão carinhosamente, chamo de NORMANDIA TAMEGANA.

 

Além disso, a dimensão deste Blogue já não se conforma com a área do acampamento da VII Legião Romana – “Gemina Félix”.

 

A importância que, mesmo até só pelos dois milhões e meio de visitantes que já conta ou dos muitos países, de todos os Continentes, onde tem consulado, faz imperativamente deste Blogue uma referência, distinta e sedutora, deste reino galaico-português.

 

Assim, Flavienses e Normando-Tameganos, todos encontramos neste Blogue um rico e legítimo motivo de satisfação, de orgulho e de vaidade.

 

As «Crónicas estrambólicas, as «Crónicas segundárias», as «Crónicas ocasionais», os «Discursos sobre a cidade», a poesia de «Pecados e picardias», as cartas do “Tio Nona”; o «Repórter de Serviço», os «Mosaicos» das nossas Aldeias; os panegíricos ao «fio azul»; os «pontos contados», das segundas-feiras; as memórias do «homem sem…»; as «Palavras colhidas ao vento»; as «Pedras de toque»; as «Intermitências»; «Vivências», entre outras cartas e postais editados neste Blogue, ao longo de, podemos dizer, mais de um decénio, foram, e têm sido um multicolorido complemento aos Post(ai)s que o autor, inspirada, dedicadamente e generosamente nos oferece.

 

Com o Blogue “CHAVES- olhares sobre a cidade”, aqueles que não conhecem “CHAVES” ficam, estamos certo, com imensa vontade de conhecê-la.

 

Aqueles que a amam e a conhecem, uns dela matam saudades e dão-se conta de tantos encantos e motivos de orgulho dos quais andavam distraídos ou esquecidos; outros baterão com a mão na testa, exclamando: -“como é que eu ainda não fui aqui ou ali, ou não tinha reparado nisto ou naquilo!”; outros, ainda, rogarão pragas como que a quererem exorcizar o peso na consciência que os atormenta por serem tão mal-agradecidos para com a «CIDADE» onde nasceram ou onde foram acolhidos com amizade e conforto, e onde a vida pôde sorrir-lhes.

 

É assim, e é esta, a «NOSSA TERRA» abençoada pelo deus Larouco, protegida pelo deus Wotan, enfeitiçada por “meigas” e encantada por «mouras», e semeada de tantos milagres que tem em todas as suas pérolas um hagiastério para cada santo ou anjo do céu.

 

Bem, diabos, cá na terra, tem que chegue … e sobre!

 

Os Castelos de Monterrey, de Monforte de Rio Livre e de Montalegre aí estão, altaneiros e soberbos, a lembrar como é rija e nobre a NOSSA GENTE.

 

A “PONTE de TRAJANO”, que pena estar feita um «pontão»!

 

Se, mesmo assim, é tão linda, tão monumental, como não seria de corpo inteiro!

 

As “FEIRAS do FUMEIRO, do “FOLAR”, do “LINHO” e das “CEBOLAS”; “OS SANTOS” e “OS LÁZAROS”, nos tempos modernos, são tentações para tantos mortais de outras paragens que acreditam na imortalidade (não foi por acaso -   ou seria?! - que, por aí, reinou, cantou e encantou o (a) «Calypso»?!)   - e por aí vão cair!

 

Lá em cima e lá em baixo, bem, todos mesmo lá num alto, S. CAETANO, d’Ervededo, S. SEBASTIÃO, de Dornelas -   «ambas as duas» dum COUTO   - aparelhados com as duas SENHORAS da SAÚDE, e acompanhados pelas Srªs da GUIA, da LIVRAÇÃO e da APARECIDA, bem que são, d’ano pra’ano, cada vez mais locais de promessas e de milagres, onde o pão e a carne se multiplicam.

 

O «Jogo do Pau» acabou.

 

Mas ainda aí está a «Chega», como iniciação, e confirmação do vigor desse Povo.

 

Da «Bica» de Lasa, ou da de manteiga (doutros tempos) de Ardãos, de Serraquinhos ou d’Atilhó; do caldo de chícharros e do caldo de calondro; do salpicão da língua e das filhozinhas de gerimum; dos ‘scalos, da Ribeira; das trutas, do Beça; do “PASTEL de CHAVES”; das «pavias» e dos «merogos»; dos agriões e das azedas; e das rabas e das pencas, nós, por aqui tantas saudades disso tudo temos.

 

E «bós», por aí, «aprobeitende», pois nem sabeis o que perdeis por cada bocado que deixais “ficare”.

 

Deixai que vos lembre (ou que adivinheis) uns retalhos de retratos feitos pelo meu amigo Pe. Minhava (I, II, III); Angelines Nieves (IV) e Maria Nelson (V):

 

I

C…,

Cheia de glória,

Chama-te a História

"Mui antiga e nobre vila",

 

II

Ai!

Quem te deu esses encantos

Que são tantos. tantos, tantos

Cada qual o seu mais formoso?

Ai! B…..!

Foi um anjo que desceu

E pôs um canto do Céu

Na região do Barroso.

 

III

Ai! Não há gente

Mais valente e prazenteira

Do que esta cá da fronteira

Do Norte de Portugal!

 

IV

Melancolía, morriña

hay a tu alrededor,

gentes que van y vienen

y te admiran con fervor.

 

V

Nas tuas velhas muralhas,

Pedaços de antigas eras,

Andam sombras de batalhas

A pairar... como quimeras!

 

‘A quem nós queremos tanto,

Porque és tu a NOSSA TERRA!

 

M., 27 de Dezembro de 2015

Luís Henrique Fernandes

 

 

02
Jan16

Chaves rural - Moinhos do Rio Tâmega e afluentes

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Porque hoje é sábado, vamos ter por aqui o nosso mundo rural, mas hoje é também dia 2 de janeiro, uma data importante para este blog, pois hoje fazemos 11 anos que andamos por aqui a lançar olhares sobre a cidade, mas também sobre o nosso mundo rural e um pouco pelas terras vizinhas com mais incidência sobre uma velha paixão nossa, o Barroso.

 

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Vais ser um dia com mais posts do que é habitual. Por ser sábado vamos até à nossa ruralidade, até lugares que às vezes um pouco ao acaso descobrimos e que temos todo o gosto de partilhar por aqui, como o caso de hoje em que trazemos aqui mais um moinho, ou melhor, o que resta de um moinho do nosso rio Tâmega.

 

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Descoberto num dia de chuva e vento intensos, muito pouco agradável para os fotógrafos e câmaras fotográficas, mas que dão sempre um brilho especial às fotografias. É caso para se dizer que se desculpa os males que provocam pelas fotografias que se registam.

 

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Agora que a saúde está na moda, onde caminhar (a pé) se recomenda e o turismo é tão benéfico para a nossa economia, com a União Europeia gostar tanto de apoiar projetos que contribuam para o desenvolvimento das regiões, bem se poderia pensar por aí num projeto com as “rotas dos moinhos”, ou até mais abrangente com “rotas do pão”. Mas isto são apenas ideias para quem tem ideias.

 

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Para já ficam então cinco imagens à beira Tâmega, com mais um moinho e a casa do moleiro, mas também o ambiente natural que os rodeia.

 

Já a seguir mais uma crónica ocasional, de autoria do nosso amigo Luís Henrique Fernandes, que por felicidade nossa deixa aqui um pouco da vida do blog ao longo dos seus onze anos de existência.

 

 

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