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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

26
Jan16

Flavienses por outras terras - Maria José Lage

Banner Flavienses por outras terras

 

Maria José Lage

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos novamente até Braga, a “Capital do Minho”.

 

Desta vez, vamos ao encontro da Maria José Lage.

 

Mapa Google + foto - Maria José Lage.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária, em Vilela do Tâmega, depois a escola no Forte de S. Francisco, no 5º e 6º ano, e ainda a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1987, para estudar.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Chaves e em Braga.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

São tantas as recordações, mas vou tentar colocar as mais marcantes.

 

As reuniões de amigos no Jardim das Freiras e no Café Aurora, pontos de encontro obrigatórios. Sabíamos sempre onde encontrar os amigos.

 

As fugidas para as discotecas da altura no carro de uma amiga que às vezes nos deixava ficar mal. Fazíamos uma “vaquinha” para a gasolina e lá íamos nós!

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Há várias hipóteses. As termas e a zona histórica com passagem obrigatória pelo Castelo e pelo Museu. O jardim do Tabolado como espaço de lazer.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

De tudo!

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Uma vez por mês no verão. Visitas mais escassas no inverno.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, adorava voltar a viver em Chaves. Embora os seus residentes se queixem da falta de coisas para fazer a verdade é que vão acontecendo algumas atividades interessantes. Há qualidade de vida, permitindo tempo para participar em diversas atividades que de um modo geral são acessíveis em termos financeiros. Uma cidade acolhedora onde fazer amigos é fácil. A comida é excelente, embora seja triste a decadência do setor agrícola, retirando qualidade aos pratos, pois nada se compara ao sabor dos produtos hortícolas e ao sabor das carnes criadas por terras transmontanas, com particular apreço pelas hortícolas do nosso vale e pelos nossos enchidos quase extintos. O único problema é mesmo a questão dos empregos. Não consigo entender o porquê das políticas (ou falta delas) que têm sido seguidas pelas autoridades locais e nacionais, gerando tão grande desertificação. Nada me reconforta mais que um passeio pedonal junto ao Tâmega. Sossego, beleza e exercício relaxante. Adoro a minha terra, é lá que me sinto bem e em casa. Se pudesse regressava com todo o gosto!

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos Flavienses.png

 

 

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