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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

22
Abr16

Discursos Sobre a Cidade - Por Gil Santos

GIL

 

Santos de casa não fazem milagres!

 

O Grupo Desportivo de Chaves, é uma instituição de créditos firmados no contexto do futebol nacional. Com uma venerável história de sucesso, tem vindo, ao longo dos anos, a alimentar o sonho dos domingos de muitos transmontanos. Baluarte do desporto rei, o Desportivo, como me apraz chamar-lhe, tem-se arvorado como uma bandeira, não só da cidade de Trajano, como de toda uma região. Um genuíno embaixador dos que povoam o Planalto para lá do Marão. Tem veiculado, com notável sucesso, o nome da terra transmontana por esse mundo além, constituindo-se como pedra basilar do nosso orgulho. O Desportivo é uma espécie de grito dos transmontanos valentes, que sempre o foram. É uma voz que brada, nos estádios, nas estradas, nas ruas das cidades e vilas que visita e nos mass media, lembrando aos desatentos que os transmontanos também são portugueses, que existem e que também são gente de pleno direito!

O Desportivo pode e dever ser o pretexto de uma luta secular pela afirmação.

 

No que ao futebol respeita não há, nunca houve e atrevo-me mesmo a afirmar que dificilmente haverá, dignitário tamanho em toda a província transmontana.

 

Muitos tiveram o privilégio de viver altos momentos da sua história.Tê-lo-ão outros certamente, num futuro que se quer próximo. Tudo parece preparado para um novo êxito na atual temporada: a subida à liga primeira, que todos esperam com aturada ansiedade. Para isso vem contribuindo o arreganho dos responsáveis. No pretérito ano o Desportivo morreu na praia, no derradeiro minuto do campeonato, contudo, nem isso abalou a determinação da direção que de forma louvável voltou a colocar todos os trunfos na mesa. Por muito que a muitos doa, a verdade é crua: a chama só está acesa porque houve quem a acendesse!...Os flavienses, que gostam do Desportivo, quer queiram quer não, são devedores de gratidão, de respeito e de admiração.

 

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Acho, todavia, que está a faltar um pormenor para coroar de êxito esta iniciativa de amor pela causa, que era a da publicação de um livro, completo, sobre o percurso do Desportivo de Chaves desde a sua fundação. Um documento que reunisse e sistematizasse toda a documentação esparsa sobre a instituição. Seria um marco importante, mais um legado destes mandatos! A cereja no cimo do bolo!

 

Fica o desafio!

 

Em Chaves o futebol é coisa antiga. Antes do Grupo Desportivo de Chaves, muito outros clubes existiram, alguns de lampejo, como por exemplo a Académica, a Juventude e Tâmega Futebol Clube, o Sporting Clube Flaviense (1919), Sport Lisboa e Chaves e outros de maior duração, como foi o caso do Flávia Sport Clubeque tinha campo próprio num terreno entre o Bairro das Casas-dos-Montes e a Avenida Bracara Augusta - Estrada de Braga e do Clube Atlético Flaviense.

 

O Desportivo nasceu, apenas, em 27 de setembro de 1949. Poderíamos ser tentados a pensar que se trata de uma instituição com uma existência relativamente recente. Contudo, não é assim. De facto, o clube atual resultou, em boa hora, da fusão daqueles dois outros, o Flávia e o Atlético.

 

Muitas foram as figuras que construíamos pergaminhos do Desportivo de Chaves e que ao longo do tempo foram ficando na memória coletiva. Uns, filhos da terra, outros não o sendo, foram bem recebidos, como é timbre das nossas gentes e por cá ficaram a fazer história. Uns e outros flavienses dos quatro costados!

 

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Ainda que corra o risco de olvidar alguns, não me inibirei de trazer à ribalta nomes inesquecíveis, como os dos presidentes Emílio Macedo, Castanheira Gonçalves; dos treinadores António Feliciano, Santana, Mário Morais, Raúl Águas, do Magriço José Carlos, Álvaro Carolino e José Romão; do massagista Albano e dos jogadores: Adão, Albino e Alcino. Amâncio, António Borges e Areias. Bandeira, Barico e Betinho. Branco, Carlos Alvarez e Carlos Areias. Carvalhal, Chico Barreira e Cruz. Davide, Diamantino Brás, o Leão da Torre e Eduardo Agrela. Fernando Lino, Ferreira da Costa e Flávio Larufas, Fonseca, Granjeia e Gualter. Guedes, Hélder e João Fonseca. Jorge Plácido, Jorge Silva e José Duque. Leal, Lelo da Tenda e Lila Geraldes. Lisboa, Malaias e Malano. Matateu, Melo e Mundinho. Óscar, Paulo Alexandre e Paulo Rocha. Pavão, Peseta e Pinho. Pipa, Quim e Quina Falcão. Radoslav Zdravkov, Radi, Raimundo e Raul Águas. Redes, Rendeiro e Romão. Roque, Serginho e Setas. Soares dos Reis, Toniño e Valdanta. Vivas, Zé Albano e Zeca Cagau. Lino, Rudi, Karoglan e Gilberto, para além de tantos e tantos outros!

 

No entanto, como diz o povo, santos da casa não fazem milagres. Disso é bom exemplo o caso de António Borges, que tendo sido um dos melhores jogadores de sempre do Desportivo, nunca se impôs no comando técnico apesar das oportunidades!

 

Porém, há um outro nome, com expressão no contexto do futebol nacional nas divisões inferiores que, apesar de filho da terra, passou pelo Chaves quase como cão por vinha vindimada, como soi dizer-se. Trata-se de Luís Miguel Pessoa Pires, o Pires, como era conhecido no meio. Poucos terão ouvido falar dele e muitos não lhe conhecem o rasto.

 

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 Pires nasceu em maio de 1969 em Moçambique. Veio para Portugal e fixou-se em Chaves, de onde eram naturais os seus progenitores. Fez a primária na escola de Vilela Seca, o 2º Ciclo no Forte de São Francisco, o 3º na Secundária Dr. Júlio Martins, bem como parte do Secundário, que viria a concluir nas Secundárias de Caldas das Taipase de Vizela. Licenciou-se em Educação Básica, na área da Educação Física.

 

No que respeita às habilitações desportivas é treinador de III Nível UEFA A e Formador/Preletor da Federação Portuguesa de Futebol, de Cursos de Treinadores de Futebol UEFA B e UEFA C e formações creditadas.

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Reside na Ribeira Grande,na ilha de S. Miguel, no arquipélago dos Açores. É docente na Escola Básica Integrada de Rabo de Peixe. Atualmente treina os juniores do Clube Desportivo de Santa Clara em Ponta Delgada.

 

Pires, que nunca brilhou no Desportivo, tendo apenas passagens efémeras pelo clube, foi um dos jogadores mais importantes nas muitas equipes que representou, tendo sido um dos melhores marcadores dos escalões secundários dos nacionais.

 

Tive o privilégio de o ter como aluno no Ensino Recorrente na Escola Secundária de Caldas das Taipas, numa das épocas de ouro em que militava n’Os Sandinenses, de S. Martinho de Sande. Comigo aprendeu Economia. Foi um aluno brilhante, tendo obtido excelentes resultados académicos. Transportou, para a sala de aula, os predicados que o caraterizavam no futebol: a correção, a educação, a simpatia, a atenção e o empenho. O Pires era uma referência para a escola e para os seus colegas mais novos.

 

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Passados alguns anos, achei justo trazê-lo à liça. Pedi-lhe apontamentos e foi solícito e prestes a fornecê-los. Falou um pouco de si e do seu percurso pelo mundo da bola, anuindo com simpatia e prontidão.

 

Vale a pena questionar: como é que um craque destes, filho de Chaves, não singrou no nosso Desportivo, tendo percorrido outros palcos com enorme sucesso e tendo sido admiradopor tantos, como consta, inequivocamente, nas crónicas dos jornais da época?

 

De facto, há coisas que não se entendem!

 

Será caso para se reafirmar que santos de casa, definitivamente, não fazem mesmo milagres!..

 

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 Assim nos conta Pires o seu percurso de vida:

 

“Depois de apanhar o vício, com o meu pai, a ver os jogos do Chaves, desde o tempo do Malaias,do Lisboa, do Rendeiro, do Eduardo Agrela (primo direito do meu pai) passando pelo Diamantino, pelo António Borges, pelo Gilberto (os 2 últimos foram, anos mais tarde, meus treinadores), etc., a bola era a minha namorada, não a largava por nada. Como costumo dizer era a bola a rolar e o coração a saltar!

 

Apesar de ter passado pelo Chaves, meu único clube na formação, a minha verdadeira aprendizagem aconteceu no futebol de rua. Na escola, quando chegávamos de manhã, muito antes de começarem as aulas, aproveitávamos para dar uns chutos na bola. Na aldeia, Vilela Seca, também qualquer sítio era bom para jogarmos, desde a estrada, ao adro da igreja, aos lameiros, etc. Este futebol de rua que nos dias de hoje, infelizmente, vai sendo substituído pelas consolas, tablets e telemóveis, foi fundamental para a minha formação enquanto jogador.

 

Outra das causas que influenciou, muito, a minha formação, foi o facto de ter pedido antecipação do cumprimento do serviço militar obrigatório. Fui chamado para a Marinha de Guerra, com 18 anos, onde estive vinte meses. Após os primeiros seis, em que fiz a recruta e o curso, fui destacado para o Alfeite. Integrei a equipe de futebol do Grupo nº2 das Escolas da Armada. Num jogo contra os Fuzileiros, empatamos 1-1 com um golo meu. Fui logo chamado para a seleção da Marinha. Na época de jogos éramos dispensados de qualquer serviço nos dias de treino, para depois jogarmos contra equipes de tripulações de navios estrangeiros.

 

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Esta passagem pela Marinha fez de mim um jogador diferente. Perdi técnica, mas ganhei cabedal, força e velocidade, que, para a minha posição de ponta de lança, viria a ser fundamental.

 

Quando saí da Marinha, em novembro de 1989, com apenas 20 anos, já as equipas tinham os planteis mais ou menos constituídos. Pensei, então, que seria muito difícil regressar à competição. No entanto, um dia, um amigo, Paulo Garcia, percebendo o meu regresso e sem clube, informou-me que o Montalegre estava a precisar de avançados. Falou com o treinador Malaias e no dia seguinte apresentei-me ao treino. Era dia de treino de conjunto, os titulares jogavam contra os restantes jogadores, onde eu me incluía. Perdemos 2-1, com um golo meu. Em pleno campo, antes de irmos para o balneário, os dois jogadores mais experientes do plantel, João Albano e Moreira, aproximaram-se e disseram-me:

 

- Sócio, davas-nos um jeito do caraças. Vê lá se ficas!

 

Fiquei!

 

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Marquei, nessa minha primeira época de sénior, vinte e cinco golos. Foi uma época em cheio. Diziam-me que andaria a ser observado pelo Desportivo de Chaves. Fiquei entusiasmado. No início da época seguinte, fui convidado pelo Desportivo para ir treinar à experiência. Passado uma semana de treinos, conversaram comigo e assinei um contrato profissional por quatro épocas com o clube do meu coração, então na 1ª Divisão.

 

Era um sonho que se concretizava!

 

Porém, sabia que muito dificilmente teria oportunidade de jogar. A concorrência era de peso, com jogadores muito valiosos,na minha posição, quase todos eles estrangeiros, como Rudi, Tanev, Saavedra, Karoglan, Omer, entre outros.

 

Como era de esperar, não entrei na equipa principal, pelo que na primeira época fui emprestado ao Mirandela então na 2ª Divisão Nacional. Na segunda época joguei na equipa satélite, o Vila Pouca, então na 3ª Divisão Nacional.Na 3ª época fui um dos escolhidos para integrar o plantel sénior da 1ª Divisão do Chaves, pelo então treinador, um dos meus ídolos, Radi. No entanto, não concluí a época e fui emprestado ao Montalegreque militava na 3ª Divisão Nacional, acontecendo o mesmo na época seguinte, a última de contrato com o Desportivo. A concorrência era de facto muito forte, os avançados eram quase todos estrangeiros e os nacionais, apesar de poucos, eram jogadores cotados da divisão maior. Tudo isto aconteceu antes da lei Bosman, que veio, posteriormente, valorizar o jogador jovem e incentivar os clubes a apostar nos jogadores da formação. Cumpri integralmente o contrato de quatro anos com o Chaves e só saí no fim do mesmo. Nunca houve intenção, de nenhuma das partes, em cessá-lo antes do tempo.

 

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Mais tarde percebi que se tivesse ido mais cedo para o “triângulo” Porto, Braga, Guimarães, o meu trajeto futebolístico teria outra visibilidade e alcançaria, certamente, outros patamares. Lembro-me, quando representava Os Sandinenses, que equipas como o Gil Vicente abordaram o clube para me contratarem. Um empresário chegou mesmo a falar-me no interesse do Campomaiorense, então da II Liga. Recordo-me, por exemplo, do Toni, treinador do Braga B, quando eu jogava no Vizela, de perguntar a minha idade a alguns diretores.

 

Dos 210 golos que marquei como sénior, tiveram um impacto muito superior os marcados nesse triângulo do que os marcados quando jogava no distrito de Vila Real. Na região de Trás-os-Montes, à exceção do Chaves,as restantes equipas jogavam na 3ª Divisão ou na Distrital, enquantoqueno referido triângulo, havia muitas mais equipas representando todos os escalões. Por isso, a visibilidade era maior, pelo que quem marcasse muitos golos, como era o meu caso, era mais valorizado. Lembro-me que antes de sair d’Os Sandinenses para representar o Vizela, a comunicação social deu notícia do interesse do Chaves, então na II Liga, assim como fui contactado por responsáveis do Freamunde e do Famalicão. Contudo, os responsáveis do Vizela convenceram-me, percebi que estava a falar com gente séria que queriam mesmo contratar-me, então escolhi o Vizela, onde fui feliz. Depois continuei com uma carreira de que muito me orgulho e onde encontrei pessoas fantásticas.

 

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Como jogador, para além do Montalegre nos Distritais e na 3ª Divisão Nacional e do Desportivo de Chaves na 1ª Divisão, militei em muitos outros clubes como o Mirandela na 2ª Divisão Nacional, o Vila Pouca na 3ªDivisão Nacional, Os Sandinenses nas 2ª e 3ªDivisões Nacionais, o Vizela na 2ª Divisão Nacional, o Vidago, na A.F. Vila Real, o Capelense S.C. na A. F. de Ponta Delgada.

 

Na época 2004/2005 abandonei a carreira de jogador, quando estava há apenas dois meses no Vidago, porque fui convidado pela direção do Desportivo para ser o Secretário Técnico do Chaves na II Liga, aceitei de seguida, em outubro de 2004. Foi mais uma experiência fantástica, onde saliento a forma sempre correta que a direção, na altura liderada pelo professor Mário Carneiro, me tratou. No final dessa época, informei o clube que não continuaria porque tinha concorrido para lecionar nos Açores, o que aconteceu a partir de setembro de 2005, porque fui colocado na ilha de São Miguel. Deixei a minha terra e o meu clube. Mal cheguei à ilha surgiu a oportunidade de voltar a jogar e começar a treinar um escalão de formação, uma vez que, já era detentor do curso de treinador II Nível - Uefa B. Conjuguei ambas as funções no Capelense. Passados dois meses acumulei as funções de jogador e de treinador dos seniores. Tínhamos o objetivo de subir o Capelense à 3ª Divisão Nacional. Fizemos uma época excelente, com um grupo fantástico, sem derrotas e apenas dois empates. Assim começou a minha carreira como treinador.

 

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Como treinador treinei vários clubes, como o Capelense S. C.na 3ª Divisão Nacional o Rabo de Peixe, na A.F. de Ponta Delgada, o Ideal na 3ª Divisão Nacional, o Santiago na 3ª Divisão Nacional, o U.Nordeste na A.F. de Ponta Delgada, o S. Roque na mesma Associação, o C.D. Santa Clara nos juniores na A.F. de Ponta Delgada.

 

No meu palmarés como jogador consta: fui campeão nacional da 3ª Divisão pel´Os Sandinenses; fui campeão da A.F. de Vila Real como sénior do Montalegre; fui campeão da A. F. de Ponta Delgada, pelo Capelense.

 

Como treinador, do meu palmarés consta: fui campeão da A. F. de Ponta Delgada com os Seniores do Capelense; ganhei a taça Ben David da A.F. de Ponta Delgada com os Sub10 do Capelense; ganhei a taça Dorvalino Moniz Barreto na A.F. de Ponta Delgada com os juniores do Santa Clara.

 

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Conto um caso curioso enquanto jogador:

 

Na época 2001/2002, n’Os Sandinenses, na 2ªDivisão Nacional, passei os últimos quatro meses da época lesionado. Na época seguinte, fui convidado pela direção do F.C. da Lixa, que apostava no regresso à 2ª Divisão Nacional. Antes de conversarmos em verbas, disse ao senhor Artur, Diretor Desportivo do Lixa, que vinha de uma lesão prolongada e que precisava de dois meses para recuperar e regressar à forma ideal. Ele concordou. A pré-época começou e eu esforçava-me ao máximo para regressar o mais rápido possível àminha forma. Os jogos-treino começaram e em três ou quatro fiz apenas um golo contra o Lousada. Tinha passado um mês e faltavam apenas quinze dias para se iniciar o campeonato.O Diretor Desportivo disse-me que tinham dereforçar o ataque e que tinham de rescindir contratos e baixar os ordenados a alguns jogadores nos quais me incluía. Confrontei-o com o que tínhamos conversado na formalização do meu contrato, sobre o tempo que eu precisava para retomar a forma. Não concordei com aquele tipo de pressão e decidi que mal me pagassem o mês que lá estive rescindiria o contrato e abandonava o clube. Assim aconteceu.

 

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Regressei ao Sandinenses. Por ironia do destino, na primeira eliminatória da Taça de Portugal saiu-noso Lixa em sorte, três semanas depois da minha saída. Ainda não estava na minha melhor forma. Comecei o jogo no banco. Ganhámos por 3 a 2. Marquei o segundo e o terceiro golos.

 

Dos cerca de vinte e cinco treinadores que tive, os que mais me influenciaram foram: o mister José Carlos (ex. jogador do Sporting e magriço de 1966) foi o que mais me influenciou como homem e como treinador, pela sua liderança e disciplina tática; o mister José Albano (ex. atleta do Chaves) pela vertente humana e psicológica da sua liderança e o mister António Borges (ex. atleta do Chaves) pela sua liderança e paixão pelo treino”.

 

 

 

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