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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

13
Mai16

Discursos Sobre a Cidade - Por Francisco Chaves de Melo

discursos-chico

 

O dia

 

O tempo quente tarda a chegar este ano.

 

Chegou, para alegria coletiva, a subida do Grupo Desportivo de Chaves à primeira divisão. Também nos animou a abertura à circulação do túnel do Marão que, após anos de espera,  lá abriu.

 

Parece que são sinais de um tempo novo!

 

De um tempo que a cidade e o concelho há muito necessitam.

 

O centro histórico precisa de comércio e residentes. O parque de atividades precisa de empresas. Os flavienses necessitam de empregos para ganharem a vida.

 

Os automobilistas necessitam de estradas bem pavimentadas. Os residentes precisam de água e saneamento a valor mais comportável com o que ganham ao final do mês.

 

Este tempo novo exige novos protagonistas, novas vontades e nova energia.

 

Um tempo em que as Termas não voltem a fechar por mais de um ano, em que uma obra para museu da Termas Romanas demore uma eternidade e fique mal feita. Esse tempo deve constituir uma lição para que não volte a repetir-se.

 

Podemos voltar a acreditar, deixando o velho costume do deixa andar, do amanhã logo se vê.

 

Os que gostamos da nossa terra não vamos deixar escapar estes sinais de esperança num novo ciclo de desenvolvimento. Num novo ciclo de retoma populacional e de emprego. Talvez muitos não acreditem. Talvez muitos, mesmo muitos, perguntem: mas como?

 

A esses respondo que essa resposta não será dada por aqueles que levaram o concelho à perda demográfica, à diminuição do comércio e dos serviços, culminando tudo na perda de importância da nossa terra no contexto nacional e regional.

 

Os sinais são muito promissores.

 

Basta de perder tempo com conversa!

 

O tempo urge e devemos deitar mão à obra de engrandecer Chaves.

 

Francisco Chaves de Melo

 

 

13
Mai16

Ocasionais - A Fava de Stº Inácio

ocasionais

 

A fava de Stº Inácio

 

"Se queres conhecer um vilão,

põe num poleiro político um «pavão»!

Luís Henrique Fernandes

 

I

 

O capitalismo selvagem dos neo-cons atingiu uma tal «densidade crítica» que entrou em fase de «crise de sobrevivência».

 

Esses neo-cons sem respeitos humanos aproveitaram a oportunidade de mudanças políticas e sociais, particularmente no Velho Continente, para se comportarem como o caranguejo aranha, do Mar do Norte.

 

A estúpida cupidez financial desses neo-estafadores contaminando gente medíocre, como os oportunistas que se «enfiam» nas casotas e nos casebres políticos com a esperança de lhes ser atribuído um apartamento de sete assoalhadas num dos «bairros políticos do Partido», e daí mudarem-se para um qualquer «anexo» do Palácio de S. Bento (quem sabe se até para a “manjedoura de Belém”!), essa estúpida cupidez financial veio pôr em perigo a Nossa Democracia, a Nossa Soberania, a Nossa Independência Nacional   -   a nossa condição de Povo Português!

 

O principal produto de exportação de Portugal parece ser   -  ai, Descobrimentos,  Descobrimentos!     ---    pessoas!

 

Desertificadas, “CHAVES” e a NORMANDIA TAMEGANA, agora, pobres brochuras de maravilhosas paisagens que, mesmo assim, poucos turistas atraem (não é, Reino Maravilhoso?!) podem ter, e merecem ter, sucesso separadamente do resto do Estado.

 

Na realidade, a «bandalheira», a irresponsabilidade, a cretinice e a mediocridade, piores que os “Quatro cavaleiros do Apocalipse”, tomaram conta da “PRAÇA de CHAVES”!

 

A «terrinha» vai de mal a pior!

 

Esse «pavão de Castelões», tão carregadinho com o vírus Influenza, anda há demasiado tempo (não fosse esse um vírus em constante evolução) a infectar os Flavienses e a dar-lhes cabo da vida!

 

««Na Assembleia Municipal realizada no dia 24 de junho de 2015, o senhor presidente da CMC, António Cabeleira, afirmou quese durante o ano de 2015 não for feita a inspeção que está prevista pela Inspeção Geral de Finanças, NO FINAL DO ANO comprometemo-nos a realizar a mencionada auditoria.”»», conforme a transcrição editada no Blogue “CHAVES”, em 13 de Julho de 2015.

 

Já estamos em  Maio de 2016 e NIGUÉM   D A Í  «pia» sobre este assunto!

 

Esse “Cabeleira” é mesmo um «tonho», um coitadito: anda há tanto tempo na babugem da politiquice e nunca mais aprende o «bê-à-bá» da Política   -  a ruindade não o deixa ser gente!

 

A receita para o seu «modus vivendi» como presidente de Câmara é «com papas e bolos se engrampam (enganam/«enrolam») os tolos».

 

E a maioria dos flavienses derrete-se toda em ser levada por lorpa   -  vá-se lá entendê-los!

 

A atitude do Tonho Cabeleira e de seus «sequazes camarários» é de uma intolerável quão criminosa insolência.

 

A impunidade é-lhes garantida ora pela ignorância de uns, ora pelo medo de outros.

 

Os políticos, na sua maioria, agem movidos por razões inconfessáveis.

 

Fazendo eco de Umberto, direi eu: - a indulgência para com esses «pavões» é mais escandalosa do que os próprios delitos que cometeram, e continuam a cometer, contra a «Cidade»!

 

Até parece que um dos meus amigos de além-mar veio a CHAVES descobrir que «vivemos num país em que a política está quase identificada à delinquência».

 

Lentamente, paulatinamente, cegamente, adormecidos pelo pipilar impostor do «pavão de Castelões», os flavienses estão a ser, a ficar, sedadamente, idioticamente, «pavonizados»!

 

Os flavienses sempre que acreditam nesses demagogos e petimetres do aviário do «pavão de Castelões», convencidos de que encontraram o remédio para as suas maleitas, caem cada vez mais na intoxicação, envenenados nas relações sociais.

 

Os flavienses desconfiam da competência e dos competentes. Por isso, elegem incompetentes e medíocres.

OS de CHAVES”, os flavienses, cegos e ceguetas, continuam a honrar a impostura e a ofender o verdadeiro zelo.

 

CHAVES, hoje, é uma cidade «entregue aos maus», deixando-os tornar-se fortes e “fazendo perecer os homens mais estimáveis”.

 

CHAVES está transformada num «gonfalonato» pavonino!

 

II

 

O «trânsito de Vénus» acontece em intermitentes períodos de oito anos.

 

Quer-me parecer que quando «varia» nessa irregularidade, Vénus, incomodado (o Planeta, não a deusa!) por não ver o Sol de frente, escolhe, para sacrifício da sua ira, uns lugarejos à face da Terra. Recentemente, elegeu uma romanizada região da Normandia Tamegana, e «selecionou» (sei lá se por via telefónica, se por certificado de correspondência!) uns legionários rascas, pindéricos, com vocação para «poneyzinhos-de-Tróia», e que, para consolo de Vénus, escurecem o luar de esperança dos Flavienses, cobrem de sombras o seu Presente e enchem de dúvidas o seu Futuro!

 

No próximo ano, 2017, nas “Autárquicas” há que dar a esses petimetres uma guia de marcha até ao próximo «trânsito» em 2117!

 

Valer-nos-á Júpiter (Zeus, o «tal» meu amigo, vai dizer-lhe para mandar sobre esses «pavões» armados pindericamente em centuriões, um raio que os parta)!

 

O «trânsito» pelos Blogues da NOSSA TERRA, muito especialmente pelo Blogue “CHAVES”, é bem uma garantia de outra luminosidade, de outras certezas, de Boas Esperanças: - pelo Blogue “CHAVES”, Fernando Ribeiro, Sousa e Silva, Francisco C. Melo, particularmente, têm colocado brilhantes sinais de trânsito a orientar os melhores caminhos e atalhos para um «amanhã» e um futuro imediato diferente, não trágico e, sim, feliz, dos Flavienses, e, por extensão, dos Normando - Tameganos.

 

A Autarquia flaviense tem funcionado mais como estorvo, impedimento e travão ao progresso e bem – estar de toda a REGIÃO da NORMANDIA TAMEGANA do que contributo ou atributo de qualidade positiva.

 

Esses autarcas residentes no Paço do Duque, cobertos, da cabeça até aos pés, de ridículo, não se enxergam, não têm pingo de vergonha com a sua idiota incompetência administrativa, da sua mediocridade política.

 

Esses pinguins anões da política, «poneyzinhos-de-Tróia» sediciosos, perjuros e atrevidos, usam de todas as habilidades para trair os juramentos sem poderem ser inculpados de perjúrio.

 

O «pavão de Castelões» mais a sua seita redondinha não passam de borbotos políticoneiros!

 

Essa trupe constitui o primeiro monómio do polinómio de problemas que enredam os Flavienses e os Normando-Tameganos.

 

Esse bando de oportunistas e incompetentes que tem administrado o Município pouco ou nada se ralam com os destinos, com o futuro, da «CIDADE».

 

A ganância da sua vaidade e de interesses pessoais, e a sua mediocridade política condenam o futuro dos Flavienses a uma catástrofe.

 

Sendo um problema, e bicudo, são também parte, e o princípio, da solução desse polinómio: «um pontapé no fundo do…u, atirando-os pelo desfiladeiro normando de “Etretat” ou lá do Alto do Monte Tarpeio!

 

Onde estão as infra-estruturas e as instalações industriais, universitárias, e o Programa de Benefícios e Isenções de Impostos suficientemente convidativos aos Investimentos, nacionais e estrangeiros?

 

Fiquei espantado! Mas já nem sei se é de me espantar: O Serviço de ORTOPEDIA, em CHAVES, partiu, «transitou» para Vila Real! Apareceu-me a notícia há dias. Parece (-me) mentira!

 

A ser verdade, dá-me mesmo vontade de tomar de assalto a “Rádio Larouco” (e a “RDP”) e mandar para o ar o «parlapié» de uma Assembleia Municipal, de CHAVES, de 2014!

 

Um presidenteZECO de Câmara (de CHAVES) fraquitolas faz, fatalmente, fraquitolas a fortalhaça gente Flaviense!

 

Pudera!

 

Sendo, além de «fraquitolas», um «atraso de vida», um «poneyzinho-de-Tróia», que mais se pode esperar de tão fraca criatura?!

 

Estou mesmo a ver que, dentro em pouco, aquilo que foi o ”HOSPITAL de CHAVES” vai passar a ser uma Pousada da «7ª felicidade”, em «Condomínio Fechado» para «pavões», «lalões», bem, e para outros “Brunellos ou Favellos” do «Nome» (Família) “da” “Rosa»!

 

É tempo de fazer de CHAVES, da NORMANDIA TAMEGANA, uma REGIÃO de oportunidades e de prosperidade.

 

CHAVES e a NORMANDIA TAMEGANA já têm marcas – o FUMEIRO, o PRESUNTO, os PASTÉIS, o FOLAR, o “CORREDOIRO”, as “SEXTAS-FEIRAS – 13”, as “ÁGUAS” (por todo o canto e esquina)    -   capazes de sucesso   -   de importante e atraente sucesso!   -   e de oferecer algo diferente a outras REGIÕES!

 

Para além disso, tem argumentos mais que suficientes para capitalizar a imagem de um óptimo local para «DESCANSO», para desfrute da Natureza, e para consolar o paladar e satisfazer o apetite!

 

E até riqueza de actividades culturais e de recreio!

 

Que diabo! Será preciso atirar-vos com algumas para exemplo?!

 

Bem tem que ser: os flavienses, tal como os Arginos, hão-de rapar o cabelo e decretar não deixá-lo crescer enquanto não recuperarem a CIDADE, tomada de assalto, pelos taimados, pelos trêfegos, empaidores, capadócios, sacripantas,     -   esses pravos «pavões», «lalões» , e «poneyzinhos-de-Tróia» que transformaram CHAVES numa “Feira da treta”, numa “Praça da pêta”!

 

Preciso, preciso é pegar na fava que, com a subida ao poleiro de «lalões», «pavões» e do «pavão de Castelões», calhou aos Flavienses, pedir a Stº Inácio que a benza e dá-la a comer a essa gentalha.

 

É que esse «pavão» e o bando de «pavões» e de «lalões» que o rodeiam têm para com os Flavienses a fidelidade e a lealdade do chacal.

 

A fava de Stº Inácio é o que esses politicastras, esses autarcas «rascas», esses flavienses medíocres estão a pedir e merecem.

 

Mozelos, três de Maio de 2016

Luís Henrique Fernandes

 

 

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