Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

30
Jun16

Chaves - Largo do Anjo

1600-(46038)

 

Graças à fotografia, deste largo da imagem de hoje existem vários registos dos arranjos urbanísticos a que foi sendo sujeito aos longo do século XX. Na minha opinião e esteticamente falando, a versão menos atraente é a atual. É certo que ao longo dos tempos se foi adaptando às necessidades da época, e no século passado, uma das necessidades foi adaptar largos e vias aos veículos automóveis. Era inevitável, mas com isso, perderam-se alguns espaços pedonais e de estar, como o foi neste caso do Largo 8 de Julho (Largo do Anjo), hoje em dia tão necessários ou mais que os espaços destinados aos automóveis, principalmente no que diz respeito ao Centro Histórico da cidade, que no nosso caso até nem é assim tão grande e onde preferencialmente deveria ser dada prioridade às pessoas, em vez de ser ao automóvel.

 

 Penso que este largo há alguns anos que necessita uma intervenção, no entanto, tendo em conta as intervenções que se têm feito nos últimos tempos (desde os anos setenta para cá) em que perdemos as mais belas e legendárias praças e largos da cidade (Centro Histórico), mais vale continuar como está e aguardar que novas mentalidades pensem a cidade onde o principal da urbe sejam as pessoas e o seu bem estar.

 

 

29
Jun16

Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso a caminho da inauguração

cartaz nadir-ok

 

Em contagem decrescente para a inauguração e abertura do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso (MACNA). Hoje ficam mais algumas imagens do edifício, cujo projeto é de autoria do Arquiteto Siza Vieira, e o cartaz da abertura.

 

1600-macna (122)

 

Já é oficial e vão ser duas as cerimónias ligadas ao  MACNA, a inauguração oficial a acontecer dia 4 de julho, às 20H30, com a presença do Presidente da República e a abertura ao público a acontecer no dia 8 de julho, integrada nas comemorações do dia do Município de Chaves.

 

1600-macna (107)

 

Na exposição inaugural as paredes dos salões de exposição do MACNA receberão as várias fases da obra do Arquiteto e Pintor flaviense Nadir Afonso, naquela que penso será a sua maior exposição até hoje realizada e que a partir de dia 8 de julho todos teremos oportunidade de ver.

 

1600-macna-nadir

1600-macna (318)

 

Até lá vamos continuar por aqui com mais algumas imagens do edifício e dos seus pormenores.

 

 

 

Salvar

27
Jun16

Quem conta um ponto...

avatar-1ponto

 

296 - Pérolas e diamantes: incursões autárquicas

 

 

Através da gentileza do senhor presidente, e pela simpatia profissional da senhora Maria Alves, chegaram até à minha caixa de correio eletrónico as duas últimas atas das reuniões ordinárias da Câmara Municipal de Chaves, com cerca de 100 páginas cada uma.

 

Eu, para não abusar da paciência dos estimados leitores, proponho-me dar-lhes conta do período antes da ordem do dia, que se encontra resumido nas três primeiras folhas de cada ata.

 

A reunião referente ao dia 27 de maio de 2016 foi declarada aberta pelo Presidente quando eram nove horas e quinze minutos. Participaram todos os vereadores.

 

A sessão iniciou-se com a intervenção do senhor Presidente, António Cabeleira, que deu conhecimento a todos os presentes de vária e interessante documentação relacionada com a atividade municipal. 

 

A Câmara, como vem referido na ata, tomou conhecimento.

 

De seguida interveio o vereador do PS, Francisco Melo, para evidenciar a necessidade de construção de um acesso destinado a pessoas com mobilidade condicionada e/ou reduzida, no Jardim do Castelo.

 

O senhor presidente respondeu referindo que a execução a curto/médio prazo do projeto sugerido pelo vereador referido está contemplada no PEDU.

 

O mesmo vereador contou que, em dia de feriado nacional, foi até Orense, e constatou que na autoestrada das Rias Baixas foram colocados MUPIS com informativos sobre a zona termal aí existente. Propôs, então, de forma pioneira, a colocação de um MUPI com a indicação de Chaves, enquanto cidade termal, na nossa A24, pois enquanto os investimentos que o Município fez nas Termas são enormes, a divulgação da instância termal é exígua.

 

Respondeu-lhe o senhor Presidente afirmando que a colocação de MUPIS, junto à A24, está a ser devidamente ponderada, por quem de direito.

 

Interveio a seguir outro vereador do PS, no caso João Moutinho, que, entre diversas coisas, solicitou a colocação de alguma sinalização vertical e horizontal, na Av. do Tâmega.

 

Em resposta à intervenção “acima exarada”, o Presidente da Câmara referiu que a intervenção a levar a efeito está prevista no PEDU.

 

A reunião do dia 9 de junho de 2016 teve início quinze minutos mais tarde que a de 27 de maio. O senhor Presidente procedeu da mesma forma que na anterior. Todos os vereadores estiveram presentes.

 

A Câmara, como vem referido na ata, tomou conhecimento daquilo que tinha a tomar.

 

Na sua primeira intervenção, António Cabeleira, deu conta que se procedeu ao encerramento provisório do Hotel Aquae Flaviae por nele ter sido detetada a bactéria denominada Legionella. Referiu-se à inauguração do Balneário Termal de Vidago e à inauguração do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, dando conta que esta última irá contar com a presença do senhor Presidente da República, em data a definir.

 

Sobre as propostas de agraciações municipais, “deu nota do facto da proposta relacionada com a atribuição de agraciações municipais não ter sido integrada na Ordem de Trabalhos da presente reunião do Executivo, considerando que o PS e o CDS-PP ainda não procederam à indicação do nome do cidadão que, pela sua ação política, deverá merecer tal distinção municipal”.

 

Aqui vou-me permitir um pequeno comentário. Cá, como lá, ou lá como cá, distribuem-se mais medalhas do que sorrisos. Eu até gosto muito de sorrisos. Mas… por qui me fico, pedindo, no entanto, celeridade ao PS e ao CDS na indicação do nome do “seu” cidadão a ser medalhado. Quero crer que a demora não é por falta de gente séria e responsável entre os seus simpatizantes ou militantes.

 

Seguiram-se dois requerimentos do vereador do PS, Francisco Melo. O segundo pedindo que lhe fosse viabilizada, com urgência, uma visita à obra a decorrer no Estádio Municipal. O senhor Presidente manifestou, desde logo, total disponibilidade.

 

O primeiro, solicitando que, após vários pedidos para visitar o Edifício Municipal, sito na Rua Júlio Martins, “que nunca foi realizada por culpa da presidência da Câmara que tem procrastinado na satisfação dos pedidos”, lhe fosse finalmente concedida a respetiva autorização.

 

Protestou ainda por lhe ter sido “dado tratamento desconforme com as competências de acompanhamento da atividade da Câmara” que lhe “são próprias”.

 

Respondeu-lhe, desta vez, o senhor vice-presidente, Carlos Penas, que logo ali agendou a dita visita para a “próxima terça-feira, a partir das 15 horas”.

 

O senhor Presidente, pelos vistos, deixou de procrastinar na satisfação dos pedidos do senhor vereador. 

 

Desde aqui, e desde já, se me é permitido, parabenizo ambos e dois.

 

 João Madureira

26
Jun16

O Barroso aqui tão perto... Telhado

1600-telhado (56)

montalegre (549)

 

21 de abril de 2016, quinta-feira, logo pela manhã, não muito cedo nem muito tarde, arrancámos em direção ao Barroso de Montalegre para mais uma incursão de caça à fotografia. O destino era andar à volta da barragem dos Pisões ou Alto Rabagão (como preferirem).  As condições meteorológicas apontavam para um dia incerto, daqueles em que o dia se apresenta com várias caras em mudança constante. Chuva, sol, nublado, zerbadas, frio, calor, ameno, enfim, era conforme lhe dava na mona, mas fotograficamente falando, são os meus dias preferidos, desde que os períodos de chuva não sejam muito longos, mas mesmo com chuva, estamos lá.

 

1600-telhado (7)

 

Embora o destino fosse à volta da Barragem dos Pisões, àquele que eu lhe chamos o seu lado interior, o menos conhecido e oposto ao da Estrada Nacional 103, entre a Barragem e a Serra do Barroso, por sinal o mais interessante, tínhamos dois objetivos principais – Negrões e Vilarinho de Negrões – penetrando na sua alma mas também vistas dos miradouros naturais que ao longo da estrada municipal vão aparecendo. Cumprimos este objetivo principal após o qual até poderíamos regressar à terrinha com o espirito de missão cumprida, mas não, o dia prometia muito mais e ainda nem sequer tínhamos almoçado.

 

1600-telhado (15)

 

Almoçar no Barroso é uma tarefa difícil, não pela falta de oferta mas antes pela dificuldade na escolha, pois em todas as mesas se come bem, a dificuldade está mesmo escolher onde se come melhor, no entanto, só a boa mesa não chega, pois a simpatia da receção conta muito e em tempo de crise o pilim também tem uma palavra a dizer e há mesas em que se come bem, atendem bem e na hora de pagar também se cobram ainda melhor, com tanto entusiasmo que às vezes até exageram. Mas como nestas incursões ao Barroso já não somos maçaricos e temos um amigo infiltrado que nos vai recomendado os locais de boa mesa, já sabemos onde temos de ir e onde não devemos entrar. No entanto, estando onde nós estávamos a decidir a escolha da nossa mesa do dia (Vilarinho de Negrões), a tarefa era fácil – o restaurante da Albufeira, na Lama da Missa, onde a D. Aldina e D. Adelaide sempre nos receberam, nos serviram ainda melhor e no final saímos satisfeitos. Recomendo e a publicidade é gratuita.

 

1600-telhado (74)

 

Pois bem, já entenderam onde fomos almoçar. À saída o dia apresentava-se de céu azul, sol intenso e quente. Ideal para subir um bocadinho da Serra do Barroso até aos 1050 metros, mais metro menos metro e entrarmos na aldeia do Telhado, a pouco mais de 2 quilómetros da Lama da Missa, mas sempre a subir. Claro que pelo caminho fomos parando em apreciação daquilo que se nos apresentava para apreciar e num de repente o dia entoldou, escureceu e despejou uma carga de água por cima de nós, ou quase, pois encontrámos poiso num pequeno abrigo no largo do tanque com cruzeiro, mas nem por isso foi razão para de vez em quando debaixo de chuva tomarmos mais algumas fotos, de uma aldeia que parecia uma coisa e se nos revelou outra, bem mais interessante do que aquilo que parecia. Pena a chuva não deixar saír as pessoas à rua e não nos permitir grandes aventuras, pois o material fotográfico não é lá muito fã de chuva.

 

1600-telhado (35)

 

Mas vamos então ao Telhado, uma aldeia meio escondida mas bem perto da Barragem dos Pisões, da Lama da Missa, no limite do concelho de Montalegre, no meio do Barroso e quase em cima dos Cornos do Barroso com Alturas do Barroso na vertente oposta da serra, mas a apenas dois ou três quilómetros. Penso que melhor localização não será possível, só mesmo a do GPS, mas se as quiserem também cá ficam, as do Google Earth – 41º42’15.17”N – 7º49´18.43”O.

 

1600-telhado (66)

 

Nas pesquisas que fizemos pouco encontrámos sobre esta aldeia. Apenas uma referência a uma fonte de mergulho que no local nos passou despercebida, ou seja, não a vimos. Assim, o que poderemos dizer sobre a aldeia é apenas o resultante da nossa observação.

 

1600-telhado (21)

 

Quanto ao conjunto da aldeia visto ao longe não se apresenta muito interessante, mas lá entrados, as coisas mudam de figura. O casario tradicional de granito marca uma forte presença. Dele, destacamos algumas construções em perpianho de granito com junta seca e uma construção com acabamento mais cuidado e mais nobre, também em perpianho de junta seca com granito à vista com a arte da cantaria a ser aplicada nos cunhais, nas molduras das portas carrais e janelas, e nos interessantes óculos ao nível do rés-do-chão. Arte de cantaria daquela que hoje, infelizmente, já não se usa. Por último a igreja também se apresenta interessante, no centro da aldeia como mandam as “regras” nas aldeias tradicionais do interior, também ela em pedra à vista, uma torre sineira e avançado coberto na entrada principal.  

 

1600-telhado (62)

 

Atentados ou pecados também os há. Inevitáveis como sempre por falta de planos diretores ou falta de interesse em preservar os núcleos das aldeias, mas também por falta de incentivos para que tal aconteça. O mal é geral e não é só desta aldeia ou deste concelho ou região. O mal estende-se por todo este nosso Portugal e, com falta de argumentos, é politicamente e legalmente mais fácil permitir que proibir.

 

1600-telhado (111)

 

Também alguns dos traços da nossa cultura estão patentes nesta aldeia, quer nas alminhas que se encontram na entrada da aldeia ou num dos seus largos, nos fontanários e tanques públicos e cruzeiros, por exemplo. Curiosamente nesta aldeia temos um dois em um, ou seja tanque com cruzeiro dentro, este último com uma base recente embora a cruz nos pareça ser mais velhota. Vale pela originalidade e antes acrescentar algo ao tanque/fonte do que demoli-lo, tal como já aconteceu em algumas aldeias que conhecemos aqui na nossa terrinha (Chaves).

 

1600-telhado (53)

 

Para finalizar falta realçar a beleza da envolvência da aldeia com os seus pastos verdes, a água em abundância e muito gado bovino, com a raça barrosã a marcar presença por entre outras raças. Agradou-nos ver que na aldeia ainda se usa a tradicional capa de burel, a qual tivemos sorte de a apanhar em imagem e em uso.  

 

1600-telhado (86)

 

E por hoje é tudo, ou quase, pois só falta mesmo referir as anteriores abordagens deste blog a aldeias ou temas do Barroso:

 

1600-telhado (91)

 

A Água - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-a-agua-1371257

Amiar - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-amiar-1395724

Gralhas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhas-1374100

Meixedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixedo-1377262

O colorido selvagem da primavera http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-o-colorido-1390557

Padornelos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padornelos-1381152

Padroso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padroso-1384428

Pedrário - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pedrario-1398344

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

Um olhar sobre o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/2016/06/19/

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

 

 

26
Jun16

Pecados e Picardias

pecados e picardias copy

 

Pecados e picardias

um só poema pode fazer a poesia
um só poeta abrir portas da alma
um só verso tirar à loucura a mania
de mandar na alienação que me acalma,

uma só esfinge pode ser fé do meu pecado
um só futuro a passadeira absolvição
um só dito acender num rosto apagado
o sorriso morto no lamaçal da exaustão...

uma só tristeza pode ser perda do fulgor
um só abismo abrir pontes e de passagem
um só proibido transformar em grande amor
migalhas de afeto caídas na bagagem

uma só pessoa pode ser o nosso mundo
correr nas nossas veias como sopro segundo...

isabel seixas in pecados e picardias

 

 

25
Jun16

Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso a caminho da inauguração

1600-macna (787)

 

Há dias na conferência que ocorreu no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso (MACNA) com os Arquitetos Siza Vieira, Souto Moura e Nuno Grande, o Arquiteto Souto Moura lamentava que a cultura não tivesse o apoio necessário por parte do estado e acrescentava que tal como existe um SNS – Serviço Nacional de Saúde, deveria existir um SNC – Serviço Nacional da Cultura. Pois estou plenamente de acordo tal como estou de acordo que a contabilidade da Saúde, da Cultura e acrescento a da Educação, em despesas deverá ser contabilizada em dinheiro (euros), em lucros, deverá ser contabilizada em saúde e mais saúde, em cultura e mais cultura e em educação e mais educação para todos, como tal, as despesas deverão ser também de todos, ou seja, do Estado.

 

1600-macna (780)

 

Vem isto a respeito de que na politiquice caseira que se faz cá na terrinha, muitos apontam o MACNA como um “elefante branco”[i] , no entanto se olharmos para o MACNA como um polo de cultura, não só da arte contemporânea mas também da arquitetura, graças à autoria do projeto ser do Arquiteto Álvaro Siza Vieira, Prémio Pritzker[ii], temos dois fatores que colocam o MACNA e a cidade de Chaves no roteiro mundial da Arte e da Arquitetura. Logo a despesa, também deverá ser contabilizada em dinheiro e paga por todos, e em troca teremos o lucro a ser contabilizado em cultura e mais cultura. Daí, também eu que até costumo ser bem crítico nas coisas que se fazem por cá, com o rótulo de animação cultural, promovendo eventos que nada animam nem promovem nem trazem gente a Chaves, quando muito entretêm papalvos que nada têm que fazer, o MACNA, para além da cultura, mesmo ainda antes de abrir portas, já trouxe umas largas centenas de pessoas à cidade, incluindo muitos estrangeiros. E estamos conversados.      

 

 

1600-macna (770)

 

[i] Elefante branco é uma expressão idiomática para uma posse valiosa da qual seu proprietário não se pode livrar e cujo custo (em especial o de manutenção) é desproporcional à sua utilidade ou valor. O termo é utilizado na política para se referir a obras públicas sem utilidade.

 

[ii] O Prémio Pritzker é atribuído anualmente pela Fundação Hyatt a um arquiteto vivo cuja obra construída tenha oferecido contribuições consistentes e significativas para a humanidade através da arte e arquitetura. Fundado em 1979 por Jay Pritzker, é atribuído anualmente desde então e financiado pela Família Pritzker. Considerado um dos mais prestigiados prémios a nível internacional, é frequentemente referido como o "Nobel da arquitetura".

 

Salvar

Pág. 1/5

Sobre mim

foto do autor

Pesquisar

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

 

 

Olhares de sempre

Links

As minhas páginas e blogs

  •  
  • FOTOGRAFIA

  •  
  • Animação Sociocultural

  •  
  • Cidade de Chaves

  •  
  • De interesse

  •  
  • GALEGOS

  •  
  • Imprensa

  •  
  • Aldeias de Barroso

  •  
  • Páginas e Blogs

    A

    B

    C

    D

    E

    F

    G

    H

    I

    J

    L

    M

    N

    O

    P

    Q

    R

    S

    T

    U

    V

    X

    Z

    capa-livro-p-blog blog-logo

    Comentários recentes

    • Anónimo

      Sim este é o S. Lourenço de Chaves"Eu sei que há m...

    • José Pombal

      Com o devido respeito, o nome destas localidades, ...

    • Anónimo

      Caro Fernando Ribeiro. Agradeço as suas diligência...

    • Anónimo

      (Esta (só?!...) placa não merece «Re-qua-li-fi-ca-...

    • Fer.Ribeiro

      Não sei mas vou tentar saber. Abraço.