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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

27
Jun16

Quem conta um ponto...

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296 - Pérolas e diamantes: incursões autárquicas

 

 

Através da gentileza do senhor presidente, e pela simpatia profissional da senhora Maria Alves, chegaram até à minha caixa de correio eletrónico as duas últimas atas das reuniões ordinárias da Câmara Municipal de Chaves, com cerca de 100 páginas cada uma.

 

Eu, para não abusar da paciência dos estimados leitores, proponho-me dar-lhes conta do período antes da ordem do dia, que se encontra resumido nas três primeiras folhas de cada ata.

 

A reunião referente ao dia 27 de maio de 2016 foi declarada aberta pelo Presidente quando eram nove horas e quinze minutos. Participaram todos os vereadores.

 

A sessão iniciou-se com a intervenção do senhor Presidente, António Cabeleira, que deu conhecimento a todos os presentes de vária e interessante documentação relacionada com a atividade municipal. 

 

A Câmara, como vem referido na ata, tomou conhecimento.

 

De seguida interveio o vereador do PS, Francisco Melo, para evidenciar a necessidade de construção de um acesso destinado a pessoas com mobilidade condicionada e/ou reduzida, no Jardim do Castelo.

 

O senhor presidente respondeu referindo que a execução a curto/médio prazo do projeto sugerido pelo vereador referido está contemplada no PEDU.

 

O mesmo vereador contou que, em dia de feriado nacional, foi até Orense, e constatou que na autoestrada das Rias Baixas foram colocados MUPIS com informativos sobre a zona termal aí existente. Propôs, então, de forma pioneira, a colocação de um MUPI com a indicação de Chaves, enquanto cidade termal, na nossa A24, pois enquanto os investimentos que o Município fez nas Termas são enormes, a divulgação da instância termal é exígua.

 

Respondeu-lhe o senhor Presidente afirmando que a colocação de MUPIS, junto à A24, está a ser devidamente ponderada, por quem de direito.

 

Interveio a seguir outro vereador do PS, no caso João Moutinho, que, entre diversas coisas, solicitou a colocação de alguma sinalização vertical e horizontal, na Av. do Tâmega.

 

Em resposta à intervenção “acima exarada”, o Presidente da Câmara referiu que a intervenção a levar a efeito está prevista no PEDU.

 

A reunião do dia 9 de junho de 2016 teve início quinze minutos mais tarde que a de 27 de maio. O senhor Presidente procedeu da mesma forma que na anterior. Todos os vereadores estiveram presentes.

 

A Câmara, como vem referido na ata, tomou conhecimento daquilo que tinha a tomar.

 

Na sua primeira intervenção, António Cabeleira, deu conta que se procedeu ao encerramento provisório do Hotel Aquae Flaviae por nele ter sido detetada a bactéria denominada Legionella. Referiu-se à inauguração do Balneário Termal de Vidago e à inauguração do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, dando conta que esta última irá contar com a presença do senhor Presidente da República, em data a definir.

 

Sobre as propostas de agraciações municipais, “deu nota do facto da proposta relacionada com a atribuição de agraciações municipais não ter sido integrada na Ordem de Trabalhos da presente reunião do Executivo, considerando que o PS e o CDS-PP ainda não procederam à indicação do nome do cidadão que, pela sua ação política, deverá merecer tal distinção municipal”.

 

Aqui vou-me permitir um pequeno comentário. Cá, como lá, ou lá como cá, distribuem-se mais medalhas do que sorrisos. Eu até gosto muito de sorrisos. Mas… por qui me fico, pedindo, no entanto, celeridade ao PS e ao CDS na indicação do nome do “seu” cidadão a ser medalhado. Quero crer que a demora não é por falta de gente séria e responsável entre os seus simpatizantes ou militantes.

 

Seguiram-se dois requerimentos do vereador do PS, Francisco Melo. O segundo pedindo que lhe fosse viabilizada, com urgência, uma visita à obra a decorrer no Estádio Municipal. O senhor Presidente manifestou, desde logo, total disponibilidade.

 

O primeiro, solicitando que, após vários pedidos para visitar o Edifício Municipal, sito na Rua Júlio Martins, “que nunca foi realizada por culpa da presidência da Câmara que tem procrastinado na satisfação dos pedidos”, lhe fosse finalmente concedida a respetiva autorização.

 

Protestou ainda por lhe ter sido “dado tratamento desconforme com as competências de acompanhamento da atividade da Câmara” que lhe “são próprias”.

 

Respondeu-lhe, desta vez, o senhor vice-presidente, Carlos Penas, que logo ali agendou a dita visita para a “próxima terça-feira, a partir das 15 horas”.

 

O senhor Presidente, pelos vistos, deixou de procrastinar na satisfação dos pedidos do senhor vereador. 

 

Desde aqui, e desde já, se me é permitido, parabenizo ambos e dois.

 

 João Madureira

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