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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

28
Jul16

Chaves, Capela da Lapa

1600-(31552)

 

Eis uma imagem daquilo que a cidade de Chaves vai tendo de melhor, a par do património arquitetónico militar, com os dois fortes, e restos das muralhas medievais e seiscentistas, sem esquecer a torre de menagem, acrescentando ainda o património da arquitetura religiosa com a Igreja de Stª Maria Maior, Igreja da Misericórdia, Igreja S.João de Deus e capelas da Stª Cabeça, Stª Catarina e Capela da Lapa, entre outras.

 

A imagem de hoje é da Capela da Lapa,  construída no Século XVIII, com localização privilegiada.  Ouro sobre azul se não fossem as funções de casa mortuária que ao longo das últimas dezenas de anos lhe é destinada sem ter o mínimo dos mínimos de condições para tal. Hoje em dia é vergonhoso para a cidade de Chaves dizer que tem como casa mortuária a Capela da Lapa. Os que partem e os entes queridos que se associam à sua partida mereciam/merecem um pouco mais de dignidade num ato tão nobre.   

 

 

 

28
Jul16

Flavienses por outras terras - Rogério Coelho

Banner Flavienses por outras terras

 

Rogério Coelho

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao centro do país, mais concretamente até Coimbra, a cidade dos estudantes.

 

É lá que vamos encontrar o Rogério Coelho.

 

Mapa Google + foto - Rogério Coelho.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci na aldeia de Faiões.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Faiões, até ao 4º ano, depois a Escola Nadir Afonso, do 5º ao 6º ano, a Escola Dr. Júlio Martins, do 7º ao 9º ano, e por fim, do 10º ano ao 12º ano, o Liceu Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves no ano de 2003 para ingressar no curso de Geografia, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Desde a saída de Chaves, em Coimbra.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Separaria as vivências em Chaves em duas grandes recordações. Os tempos passados em Faiões, onde qualquer terreno ou caminho público eram o melhor dos estádios, e bastava para isso um grupo de amigos, uma bola e duas pedras a servirem de baliza.

 

Por outro lado, destacaria os tempos vividos enquanto estudei no Liceu Fernão de Magalhães, onde pertenci a uma turma bastante pequena e muito unida, onde se fizeram amigos para uma vida. Foram três anos a estudar lá e considero que aí se formou boa parte da minha personalidade.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Sem dúvida a beira-rio da cidade, começando pelas nossas Termas. Provar um copo de água quente e desfrutar de toda a zona ajardinada que ladeia as margens do Tâmega. Conhecendo relativamente bem o país, diria que as nossas margens do Tâmega são, sem dúvida, algo de que todos nos devíamos orgulhar. Depois, destacaria uma visita a Faiões para ver a sua Escola Primária, um edifício cada vez mais reconhecido como sendo a mais bela escola primária do país e que talvez devesse ser mais valorizada e promovida. O potencial é cada vez mais notado e reconhecido, até mesmo pela comunicação social nacional, com reportagens recentes na televisão pública RTP.

 

800-faioes (345).jpg

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades do ritmo de vida da nossa cidade, as recordações de que o tempo em Chaves ainda passava de forma lenta. Saudades de que a maior preocupação em relação aos horários era a de apanhar o autocarro na hora certa para a cidade para estudar.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Normalmente regresso a Chaves a cada um ou dois meses, é sempre o porto seguro, o local para voltar às raízes e onde sentimos que é a nossa verdadeira casa, o local para carregar baterias.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Quem sabe um dia não acontece? Apesar de trabalhar com Tecnologias de Informação e Comunicação e ter a noção que neste mundo é um pouco indiferente onde se vive para o desenvolvimento de negócio, a verdade é que na prática a mão-de-obra está concentrada nas maiores cidades do país e as oportunidades comerciais tendem também a centrarem-se nesses polos de atração. Apesar de todas as ferramentas de comunicação do século XXI, a verdade é que as decisões, na sua grande maioria, são ainda tomadas olhos nos olhos. Talvez por isso, ainda esteja distante o dia em que possa pensar de forma séria em voltar para Chaves.

 

Coimbra.jpeg

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Rogério Coelho.png

 

 

 

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