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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

22
Dez16

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Amélia Pessoa

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à Suíça, um país do tamanho de metade de Portugal, mas onde coexistem 4 línguas oficiais (o Alemão, o Francês, o Italiano e o Romanche) e que sempre nos habituamos a associar a chocolates, relógios e bancos…

 

É lá que vamos encontrar a Amélia Pessoa.

 

Mapa Google + foto - Amélia Pessoa.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Vilar D'Ouro, no concelho de Mirandela, mas com 5 anos fui viver para Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primário do Caneiro, a Escola Nadir Afonso e a Escola Secundário Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1992 para ir estudar para a Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi no Porto, em Espinho, em Vila Nova de Gaia, em Lospalos (Timor - Leste), em Alvalade do Sado e atualmente divido-me entre a Suíça e Portugal.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

É impossível escolher apenas duas... Os maravilhosos tempos de estudante, os momentos passados com o Grupo de Jovens da Paróquia da Madalena, os simples passeios pela cidade em família ou com os amigos, o Grupo Coral, entre outros.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Visitar o Centro Histórico, viajando no tempo, e deliciar-se com a excelente gastronomia e a simpatia dos flavienses.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Imensas…da família, dos amigos, das gentes, dos cheiros, das ruas, das termas, do rio, do nevoeiro de inverno, das noites quentes de verão, da simplicidade do dia-a-dia…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Regresso com regularidade. Este ano um pouco menos, por questões profissionais, mas em média, uma vez por mês.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Adoraria! Quem sabe um dia...

 

Lago de Géronde.jpg

Lago de Géronde

Sierre.jpg

Sierre

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Amélia.png

 

 

Todos os rostos

 

22
Dez16

Palavras colhidas do vento...

(21413) copy

 

Isto de escrever no solstício de inverno é tarefa assaz difícil pelo menos para mim, dadas as peculiaridades destes dias, tanto mais que nasci três dias depois do solstício de verão.

 

No caso, além das fortes geadas que caíram desde a segunda-feira, invadem-me os espíritos da natureza, principalmente da floresta, bons e maus e é uma luta devastadora que me faz refugiar numa perturbação mística, céltica, diria, que apenas uma boa ceia de tortulhos – por certo ainda não os provei – faria levantar o ânimo e dar a paz necessária para debitar algumas linhas de prosa e com algum jeito.

 

Assim estou a escrever na manhã de hoje, quinta-feira, quando supostamente o que escrevo já deveria estar publicado. E acompanhado das vozes maviosas das crianças de São Ildefonso a cantarem os números e prémios do “el Gordo”, a lotaria daqui ao lado, talvez um dos maiores cimentos que une os povos do Estado Espanhol. Catalães, bascos e galegos afastam por momentos a reivindicação independentista e unem-se aos castelhanos, asturianos, cântabros, navarros, aragoneses, estremenhos e andaluzes, escutando o rodar dos tambores e na esperança jubilosa que lhes toque “el gordo”. Estou certo que o amigo Manolo Ferreiro, Manolito para os mais íntimos, não deixou de ter uma participação das muitas que, por todos os lados, comércios, bares e cafés colocam à disposição dos clientes e amigos.

 

E por falar no Manolito – não pensem que o diminutivo carinhoso corresponde à altura ou à idade, é mais velho do que eu e imponente, embora o último se deva mais ao ventre, no que também já comparto com ele… – tive a grata surpresa de poder partilhar mesa e toalha com ele no início desta semana. E claro, entre conversas habituais de quem não se vê há muito, saber deste e daquele, acabámos por cair na nostalgia de tempos idos.

 

Entristeceu-me saber do falecimento da Aurita, sua irmã e mais ou menos de minha idade, muitas vezes meu par nas festas de Feces e a quem o nome correspondia à pessoa, pela simpatia, optimismo e alegria que irradiava.

 

Também me alegrou saber que os filhos estão bem, dois licenciados em direito, um deles, o Ruben, que padecia de doença celíaca, é professor universitário em Lisboa.

 

E como sempre, o eterno humor do Manolito, que conservou numa vida cheia e aventurosa na raia e longe dela… quando me telefonou já eu tinha iniciado o almoço. Estava a comer massa de vitela estufada. A empregada veio à nossa mesa perguntar-lhe o que desejava almoçar. Respondeu que ia comer o mesmo, mas, se não lhe podia servir apenas … “massa”.

 

Acabara de comer dois pratos de sopa, quando a empregada veio levantar a mesa, disse-lhe:

- “Pois… não estava nada boa, esta sopa.”

 

E pronto está aviada a crónica desta semana.

 

Certamente não esperavam que falasse sobre as iluminações natalícias da cidade… mormente se já sopram os ventos das eleições autárquicas. Na verdade apenas se ilumina o que tem pouca ou nenhuma luz… e esta cidade necessita de muita luz e brilho.

 

Por último… Boas Festas!

 

Mário Esteves

 

 

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