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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

3ª Global Print 2017, em Chaves

02.08.17 | Fer.Ribeiro

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Abriram ontem ao público as exposições de gravura da 3ª Global Print, com cerca de 500 artistas de mais de 60 países de todos os continentes, apenas nesta 3ª edição, o Global Print, que é um dos maiores eventos de gravura do mundo e o 2º maior em Portugal, superado apenas pela Bienal do Douro, esta já na sua 9ª edição.

 

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A Global Print realiza-se de dois em dois anos foi e criada para alternar com a Bienal do Douro e divide-se por seis exposições, em seis localidades: Alijó, Chaves, Favaios, Foz Côa e Régua e conta com a curadoria de Nuno Canelas.

 

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A 3ª Global Print acontece durante os meses de agosto e setembro e em Chaves está , desde ontem, patente ao público no Salão Polivalente do Centro Cultural de Chaves, junto à antiga Estação da CP.

 

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Mais informações sobre a 3ª Global Print  poderão ser encontradas aqui: http://www.globalprintdouro.com/

 

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Ficam algumas imagens da exposição em Chaves.

 

Ocasionais

02.08.17 | Fer.Ribeiro

ocasionais

 

*Então, isso y aquilo diz-se?!*

 

*LÍDER DA FEDERAÇÃO DISTRITAL

do PARTIDO SOCIALISTA de VILA REAL "

ASSUME DERROTA AUTÁRQUICA"

NO CONCELHO DE CHAVES*

 

O Partido Socialista, de CHAVES, deve estar morto de vergonha!

 

Como se não bastasse a flacidez da táctica polítca local; a magricela figura dos perfis políticos dos principais candidatos à Autarquia flaviense; a enjoativa lenga-lenga de argumentação comicieira; ainda lhes calha, a esses fracassados políticos flavínios, terem nos seus dirigentes distritais autênticos «poneyzinhos-de-Tróia»!

 

Perante a deselegância (ou terá sido uma traiçoeira rasteira de um «inBejoso»?!) do traste a fazer de líder da Distrital do PS de Vila Real, os «sialistas» de CHAVES ficam mudos e calados!

 

Então, aquilo diz-se?!

 

Que falta de coragem!

 

Que gente é essa para garantir «LUTAR» por CHAVES?!

 

O grupelho «sialista» de CHAVES continua a desaproveitar oportunidades para limpar a capoeira do «pavão». E para se auto-determinar dos colonialistas da «Bila»!

 

É um grupelho tão enfezado que, como se não lhe bastasse já essa lingrinhice, tem no Rochinha da Distrital um «poneyzinho-de-Tróia»: o berdamerdas, dominado pelo complexo de habitante da «Bila», em vez de manifestar esperança, e de transmitir confiança aos militantes, simpatizantes e eleitores socialistas de CHAVES, na conquista da administração da Câmara, até o nome da cidade omite nas suas palestras eleiçoeiras!

 

E “OS de CHAVES” consentem essa canalhice!

 

E o coitado do Nuno Vaz, convencido que lá por ser um bom rapaz até pode ganhar as Eleições para a Câmara, vai sofrer uma amargura mais que azeda com a derrota de Outubro!

 

Não deixa de lhe ser bem-feita, pois tem obrigação de já saber como se deve ir para, e entrar, nessa guerra de eleições!

 

Mas, claro, como o grupelho «sialista» flavião não tem vergonha, quem vai continuar a pagá-las é o «pagode» flavínio, no geral, enquanto o «pavão», os «lalões» e «lalõezinhos» vão continuar a pipilar e a rir a bandeiras despregadas, a fazer merda por toda a «cidade» e a gozar à grande e à francesa com os tristes «sialistas», que, porque nunca mais aprendem, vão levar com o tratamento de «burros como uma porta»!

 

O PS de CHAVES está nas mãos de um grupo de tansos; de um montão de lingrinhas politiconeiros, todos convencidos que percebem de Política só por transportarem um cartãozito partidário com o seu nome chapado lá!

 

Não passam de insignificantes miniaturas na vida político-social da «cidade».

 

Convencem-se que por aparecerem duas ou três vezes «em conferência de imprensa» nos «órgãos de informação» do maior arrabalde da «Bila», de Vila Real, já impressionam e convencem os eleitores flavienses de que são bem melhores do que os medíocres que «mandam» na Câmara!

 

O núcleo central dos «sialistas» (PS) de CHAVES é constituído por um melaço de pedantes, arrumadinhos na vida, com a mentalidade do «sapateiro de Apeles», convencidos que o cartão de militante «sialista» chega e sobra para lhes iluminar «o caco» e conseguir empurrões (votos) até ao lugarzinho que lhes faz crescer água na beiça!

 

Andam por aí todos derretidos com os «vivas!», aplausos e palmadinhas nas costas muito próprias de um início de campanha eleitoral, como se essa vaidadezinha de ver o nome numa lista eleitoral e subir a um «palque» correspondesse às honras do cargo que não vão ocupar!

 

Vir, «à ultima da hora», apresentar uma pequena mancheia de gente boa, séria, ilustrada para o desempenho fácil de Presidente de Junta não chega para convencer o eleitorado a pôr a cruzinha no mesmo símbolo para a Câmara!

 

A pedantice não consente a esse grupelho entender que o nome de ofício ou de profissão   --   que pode merecer à sua figura algum brilhozinho social   -   não é de forma alguma uma garantia de vocação ou competência, quer para esse ofício ou profissão, quer para o desempenho de um cargo político!

 

Numa das suas tiradas, Nuno Vaz dizia: - “Chaves precisa urgentemente de uma nova visão de desenvolvimento que esteja centrada nas pessoas, que veja em cada um dos flavienses um ativo que pode contribuir para o desenvolvimento da nossa terra e afirmação dos nossos recursos.

 

Juntos vamos acordar Chaves e mobilizar vontades no sentido do desenvolvimento e afirmação do que somos.

 

-Centrada nas pessoas!

 

Mas que disparate!

 

Tal como outro chavão: «Mudança»!

 

Em todas as campanhas eleitorais, os painéis de propaganda e de publicidade politiqueiras, espalhados por rotundas , cantos e esquinas, e entre passadeiras  e lombas de ruas e estradas, a sublinhar a «tromba» de candidatos, aparece ad nauseam «centrada nas pessoas»!

 

Até o “TóTó de Castelões” anda por aí proclamar que  o seu «projecto assenta nas pessoas»!

 

Que rebaldaria eleiçoeira!

 

Que incapacidade e, ou, que preguiça mental!

 

Nojenta demagogia!

 

Enjoativo choradinho politiqueiro!

 

Pobreza de imaginação de argumentos!

 

Sinal da hipocrisia e do descaramento para a mentira, de gente medíocre a «fazer-se ao piso» de um bom tacho!

 

Esperava mais e melhor de um candidato não «lalão» à Câmara de CHAVES!

 

E, em outros parágrafos dircursivos, enche a boca a falar na «criação de emprego»: ‘stá-se mesmo a ver que é prometer arranjar «jobs», nos Serviços da Câmara Municipal, para os «boys» da sua «boyada»!

 

Vir salientar o candidato a presidente da Junta da Freguesia de Stª Maria Maior é mais um sintoma da pequenez política do Nuno Vaz!

 

Até parece que a cidade só tem uma Freguesia!

 

Até parece que é só com os eleitores dessa que se ganham as eleições municipais!

 

Até parece que Moreiras, Nantes, Paradela ou Lamadarcos não contam para nada!

 

As candidatas cachopas são bonitas e alindam a lista.

 

Mas as Eleições Autárquicas não são um concurso de beleza!

 

O casulo volta a ser fraco para resistir ao torneio com o galinheiro dos «pavões».

 

Tenho pena!

 

CHAVES vai continuar em plano inclinado para a sua desvalorização.

 

Mas, vendo bem, nem tenho por que me admirar: os grupelhos dos comissários concelhios flavienses, dos (vamos lá fazer-lhes inchar o papo!) dois maiores partidos de CHAVES (eh! eh! eh!) são farinha do mesmo saco   -  têm os mesmos tiques pseudo-políticos, move-os os mesmos secretos, estranhos e alheios, e íntimos interesses, e equivalem-se na qualidade.

 

O serrim de pinheiro é de melhor gabarito!

 

A polpa do Partido Socialista, de CHAVES é boa!

 

O caroço é que não presta! Está podre!

 

Oxalá que a vergonha da humilhante derrota nas Eleições Autárquicas de 2017 lhes sirva, de uma vez por todas, de emenda!

 

Para se manterem nessa triste figura é bem melhor desaparecerem:

 

 

- aproveitem a próxima cheia do Tâmega, que é para os peixes não ficarem ... com hidropisia!

 

 

M., vinte e dois de Julho de 2017

Luís Henrique Fernandes