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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Ocasionais

06.09.17 | Fer.Ribeiro

ocasionais

 

“”2017! Eleições à porta!””

 

“Enquanto a verdade for evitada

 em proveito de ideologias

pelas quais a cultura do poder

assegura a sua sobrevivência,

a infelicidade humana será

uma constante na noss vida,

qualquer que seja

a orientação política

ou económica de uma sociedade.

-Arno Gruen-

 

 

2017!

Eleições à porta!

 

Chegou a hora do típico «lalãozinho» de CHAVES, comprado e amestrado pelos «xico’spertos» intrometidos na vida política, cuja astúcia e manha lhes permite começar por «entrar» em Listas eleiçoeiras, nem que seja para a célula de rua ou de Bairro, e, a partir daí, insinuarem-se, sabujarem-se, venderem-se por uma promoçãozita, igualmente aproveitada para mais um saltito até uma posição que lhes permita angariar clientela, cimentada com uns «jeitinhos», uns «favorzecos», umas «mexidas de cordelinhos» e outras malabarices sempre rentáveis!

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES»  ei-lo  sorridente e desempoeirado, a deambular por tascas e tabernas; Cafés, Snack-bares, Restaurantes e Casas de Pasto; Feira das “Quartas” e mercados ambulantes; à porta das «Regateiras»; à entrada do “Hospital” ou à saída das Missas, a recitar homéricas façanhas de um “Asinus in tegulis”, um tal  “Tótó de Castelões”,  e a cantar épicos salmos em louvor do mais afamado «pavão» da Hispânia!

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES, sempre tão caladinho que nem um rato, absorvido em apanhar qualquer «prisca» de dito ou escrito, nos Cafés ou nas reuniões, nos jornaizinhos Locais, no Facebook ou nos Blogues, para transportar e entregar  -  com a espinha completamente curvada, conforme a humilhação, e não a humildade, o obriga   -    o «ouvi dizer», o «eu li», ou a gravação em micro-cassete ou a fotocópia tirada com todo o cuidado, da coluna do jornal, do Post(al) ou da Caixa de Comentários do Blogue, ao seu «querido líder».

 

Para o típico «lalãozinho» de CHAVES só se combate verdadeiramente «dentro do quartel», tal qual garantiu há tempos, no Blogue “CHAVES”, um uma tal «lalãozinho»   “Sobreira”1.

 

Só não diz (e não disse) como!

 

  Derrotados pela sua falta de coragem, a maioria dos «lalõezinhos» rendeu-se aos piores inimigos da «CIDADE».

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES, à semelhança do «pavão» e dos «lalões» não tem ideologia: nem um nem outros têm conhecimento nem fé   -  vivem na e da crença!

 

Lá no íntimo, concordam e apreciam os esforços do Blogue “CHAVES” e de alguns colaboradores, para se modificar o rumo catastrófico que tem seguido esse «Concelho Rural».

 

A vida «custas-lhe muito»    -    defendem-se (e como se a Vida não fosso custosa em qualquer  lado!...), lacrimosamente os «lalõezinhos-Sobreiras»!

 

O cartão de militante partidário é entendido, para a enorme maioria d”AQUELES que «ficaram por cá» como vacina contra a pobreza, salvo-conduto para as aldrabices, licença de caça e pesca de benefícios e mordomias, diploma de equivalência a incomparável sabedoria, apurada ciência e incontestável competência.

 

Nem reservas ponho para acreditar.

 

Na verdade, até parece que «AQUELES que ficaram por cá», estão «como querem»!

 

Vão tendo que lhes chegue ….”Encaixaram-se” no Partido, conseguiram um emprego «político» e sobra-lhes tempo para trabalhar nas bouças, nas touças, nas cortinhas, nas tapadas, nas vinhas, nas hortas, nos biscates, nos laboratórios de ensaios de cenas partidárias, na catequese de sacristias do Partido político, nas missões comissionistas de compra e venda de «mexidas de cordelinhos».

 

 E tempo de sobra para a intriga nos “Sports”, para as maledicências nos “Arrabaldes”, e a peçonha nas «35 horas semanais»!

Não deram uma vista d’olhos pelo pensamento e (quanto mais lerem!...)  pelas palavras de homens bons e sapientes. Até as sementes da catequese desaproveitaram!

 

Têm uma vaga ideia de ouvir falar de Platão.

 

Parece-lhes terem ouvido falar de epístolas.

 

Nomeiam escritos e escritores que viram gravados na capa de livros em que pegaram.

 

Em Nietzsche é que não poderiam tocar: a excomunhão era-lhes certinha!

 

Porém, os «lalõezinhos-pavónico-sobreiras» não pertencem aos «residentes RESISTENTES»; pertencem ao Grupo dos Acomodados!

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES nunca apareceu neste Blogue, no BLOGUE “CHAVES”, para aplaudir um Post(al) ou um Comentário, fossem feitos por quem fossem.

 

Mas aparecerá (tudo fará para ser visto) nas lengas-lengas e perlengas chamadas «Comícios» e no fundo de apoio à imagem ou fotografia do «Tótó de Castelões» quando, nas entrevistas e «conferências de imprensa», para os Jornais e televisão «da terrinha», o «pavão de Castelões» se apresentar aos flavienses com aquele ar de penitente, embora com a humildade de um grande velhaco.

 

Não basta «viver Aí», em CHAVES, para ter um assominho sequer de capacidade para dar lições de «patriotismo territorial».

 

Os «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»”,  pela «garganta» que mostram no “Sport”, no “Geraldes”,  ou em qualquer dos «Comes – e - bebes” locais, e nas hospitaleiras Adegas, que tão bem insinuadamente sabem frequentar, nessa flaviana terrinha, até sou levado a acreditar que os Emigrantes e Imigrantes que chegam a CHAVES encurtam as férias com a vergonha S. Exªs,  os «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»”, lhes fazem sentir por não “voltarem à terrinha e mostrarem aquilo que valem (se é que valem alguma coisa)”!

 

Quanto a mim, quando saí de CHAVES, a maioria dos «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»  ainda não eram nascidos, ou, quando muito, andariam de cueiros!

 

E é por saber muito bem quanto é «doce» viver , por CHAVES, pela NORMANDIA TAMEGANA, que me manifesto através da escrita.

 

Esta tem, natural e fatalmente, alguma visibilidade.

 

Outros comportamentos e atitudes tomo-os com discrição e anonimato até, porque não persigo nenhum protagonismo ou reconhecimento públicos.

 

As fronteiras de uma nação defendem-se de dentro e de fora das suas muralhas. Se Tróia e Roma, não servem de exemplo aos afamados, corajosos e valentes «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «pavão de Castelões», “O Lidador”, embora envergonhado por o seu nome ter sido transformado, séculos passados, em diminutivo sinónimo de gente tão reles e pequenina, lá mais para a fronteira norte, é um bom exemplo  de alguém com coragem e valentia que sabe defender a sua terra em paragens mais ou menos distantes!

 

Hoje, aos «lalões» e lalõezinhos» e aos «poneyzinhos-de-Tróia» que saltitam e pinoteiam pela «CIDADE», por CHAVES, pela NOSSA TERRA, já não são os meus “Pitigramas”, as minhas palavras que incomodam: o meu nome é que os assusta!

 

Não por ser um nome de um plebeu próprio da realeza. Desta, o plebeu diz «Sua Merdeza».

 

Mas é pela “certeza” com que aponta, pela «dureza» das suas verdades, pela «nobreza» das suas causas que os impostores, os bandidos, os renegados, os traidores e os «molengões» (para, generosamente, não lhe chamar «cobardes») se «sentem», «piam» entre si, mordem a beiça com a raiva de ver a careca descoberta!

 

É repugnante ver esse «pavão» e seus «lalões» a «exporem ideias que não possuem», a manifestarem «convicções que lhes faltam» e a pronunciar «lapidares frases» com o único fim  de  ocultar a sua inferioridade política e moral.

 

O  pravo “cabeça de lista” dos «lalões», apesar de andar rodeado pelos MAIs altos cataventos, nem assim terá as ideias mais ventiladas.

 

A sua sorte é que os “caroceiros da pessegada «sialista»”, de CHAVES, teimam em ensinar a perder em vez de aprenderem a ganhar!

 

Andaram quatro anos a passear as suas vaidadezinhas pessoais. Perderam a oportunidade de preparar «a roca e o fuso»: agora nem Deus nem o Diabo lhe mandarão «o linho» para as Eleições!

 

Para mal dos portugueses, no «país à beira-mar plantado», vive-se uma Democracia em que por cada Eleição se vê aumentar os privilégios de medíocres políticos e, ao mesmo tempo, os deveres dos cidadãos.

 

Aos «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»”  e ao “Tótó de Castelões” permito-me recordar-lhes Kierkgaard:

 

- «Há duas maneiras de ser enganado:

- Uma é acreditar naquilo que não é verdadeiro;

- Outra é negar-se a acreditar na verdade».

 

Saudações flavienses

M.,um de Setembro de 2017

Luís Henrique Fernandes

 

1-Ver Post(al) de 29-08-2015 Blogue “CHAVES”:  http://chaves.blogs.sapo.pt/ocasionais-ele-ha-cada-um-1270352