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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

31
Ago18

Chaves com um pouco de sombra, por favor...

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Ontem deixei por aqui uma imagem com uma gaiola e um ramo de flores dentro. Parece estar na moda meter coisas que não sejam passarinhos nas gaiolas, como num destes bares a caminho do Tabolado onde está por lá um pastel de Chaves dentro de outra gaiola, com um pequeno letreiro onde diz “Não canta, mas sabe bem!”. Oh! Se sabe, mas saber mesmo bem, são estas sombrinhas das esplanadas nestes dias quentes de verão, com um pastel, pode ser, mas também com uma erdinger, super bock, sagres, tanto faz, o que interessa é que tenha espuma branca, seja mais ou menos amarela e esteja fresquinha, para mim pode ser uma de pressão, fino, imperial, príncipe… enfim, cerveja, boa companhia e uma boa sombra.   

 

 

 

29
Ago18

Cidade de Chaves - Café Sport

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Primeira parte – O Café Sport

 

Ontem fiquei pelo recorte desta primeira imagem. Prometi que viria aqui, hoje, com a imagem completa e algumas palavras que vão andar à volta do café sport, o meu primeiro café do tempo de liceu, o único desse tempo que se tem mantido quase como era então, com pequenas alterações (físicas) quase nada, pois tudo do meu tempo continua por lá. Tempo esse inicial ainda antes de existir o Carlton e o 5 Chaves, aliás em termos de cafés na cidade, resumiam-se praticamente aos da Rua de Stº António (Sport, Comercial, Ibéria e Geraldes, o Aurora nas Freiras e subindo a ladeira da Trindade, mais dois – o Brasil e o Brasília). Fora estes cafés, apenas umas passagens pela Adega do Faustino para festejos de passagens de exames ou antes de aulas mais complicadas do pós 25 de abril ou o então o Jorge, pelo jogo do sapo e uma caneca de traçado, mas o café de minha adoção foi o Sport. Para já era o mais in, tinha nome estrangeiro, mas principalmente porque desde o seu interior ou esplanada, dominava-se toda a vida do Jardim das Freiras, que então era o coração da cidade. Quanto ao Aurora, que ainda hoje existe mas que em nada reflete o Aurora de outrora, primeiro (antes 25 de Abril), era elitista e sala dos professores do Liceu, com tal clientela, era-nos impensável lá entrar, no pós 25 de Abril, democratizou-se e virou a uma mescla de intelectuais locais, pseudointelectuais, alguns queques resistentes, pseudoqueques aos montes, etc. Manteve as toalhas na mesa mas os lustres ficaram sem brilho… o Sport não, continuou com os seus clientes, o fazer mesa toda a tarde pelo preço de um café, as senhoras do chá frio das 5,  os seus velhos do restelo, o grupo de comentadores à porta ( de política, futebol e outras atualidades, tipo os atuais comentadores de TV que discutem os assuntos do dia e sabem de tudo),  o grupo da esplanada, o grupo da montra da atique, e os restantes, pessoas comuns,  que davam sempre para ter casa e esplanada cheia em que chegando atrasado era complicado arranjar mesa. Aliás as mesas iam-se trespassando sem nunca ficarem vazias. Foi o meu café e nele tenho muitos momentos passados que ficarão eternamente guardados na memória. Ontem prometi algumas estórias, mas hoje vou continuar mantê-las num cantinho da memória. Pode ser que noutra altura surjam naturalmente por outro motivo qualquer, mas sim, o Sport era uma sala de estar, de discussões acaloradas, de projetos, de sonhos, de amor, de algumas desilusões, anedotas, curiosidades, ponto de encontro, porto de abrigo e de esperas. A respeito de esperas, apenas conto uma sem nada contar. Encontro marcado para as 17H30 numa tarde de verão. A mesa da esplanada junto à atique era estratégica para quem esperava. Ficou livre, assentei arraiais. Seriam por aí 17H00 quando tomei posse da mesa. Um café chegava para a pagar. Chegou um amigo e sentou-se, fomos conversando. Chegaram as 17H30  e comecei a lançar o olhar para a estrada, porque não era bem um encontro, era uma recolha para uma pequena viagem, a pessoa que ficou de me recolher vinha de carro, por isso tinha de estar atento à estrada. Costumava ser pontual, estaria para chegar, mas às 18H00 ainda nada, entretanto o amigo da mesa já tinha abalado, mas mais dois tinham chegado. 18H30 e nada, a mesma ausência na estrada, pelo menos de quem eu esperava. Os dois amigos também abalaram. 19H00, aumenta o trânsito na rua, encerramento dos comércios, hora de ponta. 19H30 e nada, a atique já fechou, o trânsito já passou e a esplanada quase esvaziou. 20H00 nada, 20H30 a mesma coisa, 21H00 começa a parecer o pessoal da noite, passam os primeiros amigos da noite, a vida regressa ao Sport e às 22H00 a a mesma espera. Sem comer mas também sem fome, a ansiedade da espera não dava tempo para apetites. 23H00 nada. Meia-noite o Sport começa as arrumações de fecho. A esplanada essa, ficava montada para o dia seguinte, não havia qualquer crise, ninguém mexia nela e sempre dava para algumas conversas mais tardias. 1 da manhã, já não sei bem se ainda era espera, sei que continuava lá,  talvez já conformado com a ausência, mas mais um bocadinho não fazia mal. 2 da manhã. Desisti. Levantei-me, rumei a casa e dormi toda a noite ou o que restava dela. Na tarde seguinte, veio a explicação, a justificação e o pedido de desculpas, logo aceites. Muitas vezes me vem à memória essa espera e hoje, se fosse possível esperar por essa pessoa, esperaria de novo, nem que fosse uma semana, porque há ausências que são impossíveis de preencher o seu vazio,  e não era de amores que se tratava, era antes um porto de abrigo. O bom desta estória, é que hoje quando tenho de esperar por alguém e chega atrasada meia-hora ou uma hora que seja, e eu possa esperar, espero, e quando chegam e me pedem desculpa, eu esboço um sorriso e digo: — Eh pá! deixa lá, isso não foi nada…

 

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Segunda Parte – A Pintura de Nadir

 

Pois quando comecei a frequentar o café Sport, o Nadir Afonso ainda não era conhecido na cidade, refiro-me ao pessoal da minha geração, a de 60, pois quando nós nascemos já Nadir não andava por cá. Começámos a ouvir falar de Nadir já depois do 25 de abril, em que ele aparece por Chaves, com a sua figura esguia e diferente. Os mais velhos diziam que era pintor, o único que Chaves tinha e isso era importante. Que tinha estado em Paris, no Brasil e por esse mundo fora. Mas quem era!? Ora! Era o irmão do Professor Lareno,  e esse conheciamos e bem, pelo menos quem foi aluno dele, como eu.  Curioso que hoje é ao contrário, pois se se falar do professor Lareno e perguntarem quem era, os que sabem dizem logo: Ora, era irmão de Nadir. Pois ficámos a saber quem era Nadir, um grande pintor, mesmo sem nunca termos visto uma única obra dele. Ignorantes que éramos. No café Sport, claro que o aparecimento de Nadir em Chaves também passou a tema de conversa, começou-se a dizer que por trás da estantaria do balcão existia uma pintura dele, que taparam com as obras do estanteamento. Crime diziam uns, que deveria estar à vista, que nunca deveria ter sido tapada, etc, coisa e tal. Nadir lá ia aparecendo sempre de braço dado, ora a um,  ora a outro amigo do seu tempo. Era artista, era pintor, vinha de fora, do estrangeiro, todos os amigos lhe queriam meter o braço, era importate e Nadir dava nas vistas, a sua figura esguia, o boné e a barba, davam-lhe uma imagem distinta de artista, não passava despercebido, era mesmo artista,  encantava as pessoas e até as raparigas mais crescidas começaram a saber quem era e a olhar para ele com outros olhos... claro que na altura não havia telemóveis, senão,  pela certa,  que Nadir passava a ser o Marcelo das sélfies de Chaves. Mas voltemos à pintura de Nadir do Sport. Pois havia pessoas que diziam que sim, que era muito bonita, descreviam-na com pormenores,  e o espírito da pintura de Nadir passou a andar no ar do Sport, até que, há uns anos atrás, agora com Nadir já mundialmente conhecido em Chaves, penso que já nos anos 90, pois não sei precisar porque dadas as circunstâncias da vida deixei de ser cliente assíduo do Sport ou de qualquer outro, mas dizia eu que nos anos 90 o sport entrou em obras, mais de restauro, pois manteve a sua estrutura inicial, e nessas obras surge a ideia de reproduzir uma obra de Nadir numa das suas paredes, penso que a ideia foi do Arquiteto Guerra, que infelizmente nos deixou há pouco tempo, também ele um grande pintor, faceta dele completamente deconhecida em Chaves. Mas a pintura de Nadir, finalmente aperece no Sport, e ela lá está, desde então. É dessa pintura que hoje fica a imagem. Quanto à outra, a das estanterias nunca a cheguei a ver, nem sei se nas ditas obras ela apareceu, seja como for, finalmente o Café Sport passou a ter uma pintura de Nadir, não é original e segundo me contaram até foram meia dúzia de funcionários da Câmara, dos jeitosos, que a pintaram,  mas isso não interessa,  e com o tempo, daqui a 100 anos ou 200 quando já não houver cá quem se lembre, se ainda lá estiver, até pode ser que a História se encarregue de a transformar em verdadeira e que seja objeto de estudo para uma tese qualquer.

 

 

29
Ago18

Crónicas de Assim Dizer - Heteronímia

assim dizer

 

Heteronímia

 

 

Se calhar a ideia dos heterónimos, para além da descrita por Fernando Pessoa na carta a Casais Monteiro, pode ter mais uma explicação: a de pretender sobrepor uma personalidade a outra que se acha intolerável e com a qual não conseguimos lidar ou conviver! Matamos uma e damos vida a outra, mas não resolvemos o assunto, porque a personalidade abafada é demasiado forte e está sempre a interferir na agora jovem e recém-criada. Ora, está tudo estragado, porque é nesta fase de crescimento que se absorve tudo, o bom e o mau, e a anterior personalidade acaba por ser uma má companhia para esta nova, porque está sempre à espera de uma oportunidade, possibilidade, para intervir. Diria que é ainda mais nocivo, a antiga espia a vida da actual! Não é saudável nem honesto.  Foi talvez por saber isto que Fernando Pessoa fez um trabalho antes da criação de cada novo heterónimo e eu ainda não tinha percebido a razão disso ou a necessidade dele! Chamou-lhe “despersonalização”. Com quatro, para abreviar, aquilo deve-lhe ter dado uma trabalheira!

 

E isto eu não consigo fazer! Identifico, numa primeira fase, várias pessoas, mas depois não consigo ser fiel a nenhuma delas! Mantenho os traços fortes da personalidade mãe em todas elas e isto uniformiza-as e quanto mais eu as pretendo fazer ser diferentes, mais elas lutam entre si e acaba por vencer sempre aquela que de início eu pretendia assassinar!

 

Começa tudo de forma muito simples: imaginemos, só para dar um exemplo, que começo numa personagem que é homem. A poucos passos de a criar, quando ela começa a evoluir e a afirmar-se, logo vem a feminilidade do carácter, a sensibilidade à flor da pele, o pensamento díspar, a falta de lógica, a emotividade, a histeria, a versatilidade, a simultaneidade de comportamentos quase opostos e a convivência pacífica com todos eles, ao invés da intolerância! Já se me faço passar pelo sexo oposto, e este não é outro exemplo, após os primeiros passos dados nessa pele, que pretendo vestir na íntegra e completamente, vem-me logo a objectividade, a racionalização, o ser sintético, o pragmatismo, a consciência do ridículo, o rigor com que me não desvio do plano elaborado. Ou seja, se é que há relação nisto, não consigo fazer ser nada completamente, começo por ser um e acabo no outro!

 

Imagino ser, crio-me num ser. Faço com relativa facilidade a descrição do boneco, exterior e interior, e quando as coisas estão a chegar quase ao ponto de ele parecer real, atrapalho tudo e precipito-me em sentido contrário. Com a mesma realidade e convicção termino no avesso do começo! Estou numa das margens do rio, que defino, que delimito, que estabeleço, que determino, a quem empresto um corpo e uma alma e quando esse ser está quase a ser autêntico, genuíno, eu induzo nele a inversão de papéis. Não sei porque o faço! Se é um desafio a que me obrigo, se é o medo da proximidade de uma conclusão que se impõe, se é a dúvida de estar a cometer uma injustiça, a salvaguarda do que não é de todo assim ou se é apenas a falta da segurança necessária para ser capaz de estabilizar uma personalidade, definida em linhas mestras em que não acredito e nas quais tenho imensas dúvidas!

 

E há o querer, o raio do querer com um poder assustador, magnânimo, grandioso, decisor, que tudo vence, até coisas tão incríveis como a vontade, a voz que vem de dentro, impossível de calar: mas eu não quero! Ou então a outra, ainda pior: mas eu quero!

 

E não sei se é por isto que não consigo, que não sou capaz de manter uma personagem coerente, que transmita uma identidade inequívoca.  Quando estamos quase a acreditar que é assim, vem-nos o contrário disso. É desconcertante! Há quem goste, há quem não goste. Nada disto é grave. O que me parece não grave, mas assustador, é que me estou perfeitamente nas tintas para isso. Pura e simplesmente: tanto me faz. É talvez esta a única coisa que tanto me faz! Lido com isso tão naturalmente que chego a pensar que se calhar não sou eu, que é antes aquela personagem a quem fiz nascer, criei e eduquei para que se estivesse perfeitamente nas tintas! E desta vez não só para isso, mas para tudo o resto! E é esta que vence, a desgraçada! E eu não me importo nada com isso, porque me estou perfeitamente nas tintas, para isso e para tudo o resto!

 

Cristina Pizarro

 

 

 

28
Ago18

Apenas um momento...

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Hoje fica apenas isto, um recorte de imagem, o resto fica para amanhã, com algumas palavras, na certeza, porém, que nada será aquilo que possa parecer,  e muito do que se poderia dizer, continuará no silêncio recatado da memória, mas haverá algumas estórias,  onde até as de amor serão possíveis, esperas, tardes longas, porto de abrigo, velhos do restelo, intelectuais do burgo e outros que tais. Hoje, o de agora mesmo, deste momento e não um hoje de hoje em dia,  não tenho mais tempo senão este…

 

Até amanhã, com o resto!

 

 

28
Ago18

Chaves D´Aurora

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  1. SETE SANGRIAS.

 

Mais uma vez humilhou-se perante o amado, ao pedir à Zefa que o fosse procurar, mas Hernando foi bastante seco e rude com a criada – Cuidem que essa lengalenga já está a me apoquentar demais! Aurora bem sabe que há uma solução. Se calhar, ó barrosã, tu mesma hás de encontrar uma mulher experiente e que possa dar a isso os devidos cuidados – palavras que deixaram a jovem horrorizada – Não, não, que isso nunca, minha boa Zefa! Já são pecados demais a me acusar São Pedro, quando o bom velhinho se negar a me abrir as portas do Paraíso.

 

– Está bem, menina, vamos pedir ajuda à santa Natureza. A barrosã pôs-se a procurar, nas feiras e quitandas, a Erva de Sete Sangrias, a jeito de fazer um chá que fosse tomado pela rapariga durante sete doses diárias. Tal mezinha era considerada, entre os conhecedores da medicina popular, como a mais eficiente para os propósitos desejados, mas Zefa só conseguiu trazer, de suas andanças, algumas folhas e cascas menos afamadas.

 

Na avidez de se desembaraçar, a jovem prenha tomou apenas alguns goles de cada uma das tisanas, posto que todas elas soubessem a um gosto muito amargo, indefinível, que ela tentava, entre mil caretas, minorar com mel e rebuçados. Tudo isso fazia Aurita passar mal, muito mal, somado aos enjoos e vómitos constantes. A cândida Mamã os supunha de causa hepática e mandava sua primogénita tomar chá de fiolhos. Sequer podia imaginar que sua menina tivesse algum contacto mais próximo com outro homem, que não os de seu lar. Exceto os colegas de Afonso ou Alfredinho, ainda assim em ocasiões eventuais, as meninas conviviam, no máximo (ou ao mínimo) com Manuel, o cocheiro.

 

Aurora tremia de mil sensações contraditórias, sua razão a dizer sim e o coração batendo não. Por chavão que fosse (ou como um infame trocadilho, em relação à sua história recente), não se via qualquer luz ao fim do túnel. Na álgebra da vida, já não parecia haver qualquer solução que chegasse ao xis de seu problema. Como equacionar essa questão, para o bem do interesse geral? Que fazer com essa infeliz semente que germinara por meios impróprios, ao momento não certo, mas que, embora ainda fosse uma coisa amorfa e sem consciência de si e do mundo, Aurita já sentia como sua e bem amada? Ainda mais que esse filho também era dele, daquele por quem ainda nutria um amor que não deveria, mas… quem consegue entender como se elaboram os pensamentos versus sentimentos, em tantas cabeças humanas? Como esquecer que, na balança dos neurónios, razão e paixão têm pesos tão diferentes?!

 

Os chás amargos de Zefa, no entanto, Aurora bebia sofregamente, na esperança de que tais preparados lhe viessem acabar, de uma vez por todas, com as amarguras que, ela própria, pusera a fervilhar em sua vida. O fruto de seu ventre, contudo, era bem forte e resistia, mas embora ela já começasse a querer bem a esse botãozinho dentro de si, sentia-se pressionada a decidir que ele não deveria desabrochar. Murchasse, pois, como um malmequer, tirado à força pela raiz.

 

Bem antes que esse querubim perdesse as asas para virar um ser humano, ao se cortarem também, junto com o cordão umbilical, os apêndices aliformes invisíveis que esses anjinhos trazem às costas, era preciso, portanto, mandá-lo de volta para o Céu. Ele tinha que partir logo, do jeitinho em que ainda estava, para reintegrar, com os de sua legião, a orquestra de querubins e serafins, e, com sua harpa, tocar as melodias que constituem o supremo deleite divino, no jardim celestial.

 

Em outro jardim, o da Quinta, vicejavam agora, pelas mãos de Aurora, alguns poucos amores-perfeitos.

 

Amarelos.

 

(continua)

 

 

 

 

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