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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Discursos Sobre a Cidade - "Conversas com Zeus" - por Tupamaro

12.09.08 | Fer.Ribeiro

 

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“CONVERSAS   COM   ZEUS”

 

 

Texto de: Tupararo

 

 

Nas nossas «Conversas com Zeus» foi-nos dito que CHAVES   - cidade e Região   - se converteu no panteão dos disparates político-administrativos.

Os “pre-feitos” dessa terra pouco mais têm feito do que faz-de-conta.

Não conhecem a CIDADE   - andam a reconhecer-se a si próprios!

Não se lembram do Passado da CIDADE   -  só têm memória para os seus “presentes”!

Não se importam com o Futuro da CIDADE   -   preocupa-os a garantia do seu!

Não vivem o Dia-a-dia da CIDADE    -   estão a sonhar com o seu amanhã!

Não querem saber    -    só sabem o que lhes sabe bem!

Não lêem Blogues    -    mandam comentá-los!

Não têm dúvidas    -  raramente se enganam!

Os “pré-feitos” dessa terra são perfeitos    -     enganam a maioria dos imperfeitos!

 

Os iluminados administradores da coisa pública dessa santa terrinha só podem ocupar-se e preocupar-se com temas e assuntos magnânimos, isto é, ao nível das suas narcísicas ambições pessoais envoltas  pelos véus da fidelidade partidária.

 

Daí, as duras  «BATALHAS» que travam em nome do Progresso da Região e dos «cidadãos»......e nada preocupados, ou sequer interessados, nas pequenas «ESCARAMUÇAS» com as melhorias dos acessos às nossas Aldeias; com a definitiva instalação da rede de Saneamento e Abastecimento de Água; com a adequação de espaços para o recreio e desenvolvimento de crianças e Jovens, nas Aldeias; com os cuidados de Saúde para todos; com incentivo ao restauro e conservação de habitações, monumentos ou traços históricos, civilizacionais ou culturais; com a captação de Investimentos que contribuam para a diminuição do desemprego, fixação de pessoas, atracção de visitantes; projectos de divulgação da Região; enfim, por lanços e lances que engrandeçam a todos os títulos a NOSSA TERRA e a NOSSA GENTE.

 

A maioria desses senhores confunde a assumpção dos cargos públicos com a aquisição de um passaporte para gozo de férias durante o tempo de mandato; as instalações das funções ocupam-nas como residencial  de Termas (ou Caldas); e o desempenho, como horas «do bronze», sessão de bridge ou de sueca, ou de imitação napoleónica no alto da pirâmide dos seus ridículos devaneios.

 

E, como remate da conversa, Zeus gritou:

 

-“Fiteiros”!

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