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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

21
Mar09

Mosaico da Freguesia de Mairos

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Localização:

A 18 km da cidade de Chaves, na orla nordeste e limite do concelho, é uma das nossas freguesias raianas.  

 

Confrontações:

Confronta com a Galiza (a Norte) e com as freguesias de Travancas, Paradela de Monforte, Stº António de Monforte e Lamadarcos.

 

Coordenadas: (Largo da Igreja)

41º 49’ 30.75”N

7º 20’ 14.76”W

 

Altitude:

Variável – acima dos 720m na aldeia e abaixo dos 1047m (na Cota de Mairos)

 

Orago da freguesia:

Nossa Senhora da Conceição

 

Área:

13,77 km2.

 

Acessos (a partir de Chaves):

– Estrada Nacional 103-5 até Vila Verde da Raia e Estrada Municipal 502 a partir desta, passando por Stº António de Monforte.

 

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Aldeias da freguesia:

            - Mairos é a única aldeia da freguesia com o mesmo nome.

 

População Residente:

            Em 1900 – 651 hab.

            Em 1920 – 606 hab.

Em 1940 – 835 hab.

            Em 1950 – 847 hab.

            Em 1960 – 804 hab.

            Em 1981 – 569 hab.

            Em 2001 – 359 hab.

 

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Principal actividade:

- Tendo já sido importante em termos pecuários e agro-pecuários, de momento penso ser a agricultura a actividade dominante.

 

Particularidades e Pontos de Interesse:

No devido post da aldeia já foram apontados as suas particularidades e pontos de interesse, no entanto faço-o aqui de novo, em termos muito resumidos.

 

É uma aldeia que em termos de arquitectura tradicional do granito ainda apresenta algum interesse pese as inúmeras construções novas e intervenções no seu núcleo.

 

Como grande ponto de interesse poderemos apontar a história e arqueologia, com importantes achados no aro de Mairos que confirmarão arcaicos povoamentos de finais da pré-História ou inícios da proto-história, sendo uma das freguesias que sempre esteve debaixo de olho dos historiadores e arqueólogos e por onde já passaram alguns nomes sonantes que se dedicam e dedicaram a essa arte, entre os quais o Abade de Baçal, Santos Junior, entre muitos outros e um filho da terra que dedicou parte da sua vida ao estudo do concelho e da sua freguesia – Firmino Aires.

 

A aldeia possui um pequeno museu etnográfico nas antigas instalações da Guarda Fiscal e um autêntico museu vivo ao ar livre com toda a sua estação arqueológica, mas que tanto um, como outro, existem por existirem, pois deles não se tira qualquer proveito, muito menos turístico e penso que não faça parte de qualquer roteiro que seja. Mantêm-se “vivos” (felizmente) com algum interesse da população.

 

A Casa do Abade de Baçal, a antiga Capela, o Peto e o trio dos famosos cruzeiros que em tempos marcariam também as entradas da aldeia (dos quais ainda existem dois) que poderão ser por lá apreciados, embora fora dos seus locais originais.

 

À margem da história temos a modernidade com dois pontos de interesse. A barragem e o pequeno parque eólico, mesmo em cima da fronteira com a Galiza no alto da Serra de Mairos, nos tais mil e picos de altura de onde se pode observar todo o grande vale de Chaves e o mar de montanhas que sem conhecer fronteiras se espraia por Portugal e Galiza.

 

 

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Linck para os posts neste blog dedicados às aldeias da freguesia:

 

            - Mairos - http://chaves.blogs.sapo.pt/292270.html

 

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