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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

13
Abr09

Flavienses Ilustres - Artur Maria Afonso - Poeta mimoso -2

2ª  e última parte.

 

 

 

.

 

Oh meu velho pai

 

Oh meu bom velho pai

Que olhar cabisbaixo é esse que te acompanha?

Homem de perseverança errante,

Homem grande.

 

Carregas contigo o percurso pando

E agora?

 

Tantas histórias,

Tantos acontecimentos passados,

Tanta desaventurança!

 

Penaste nessa errância

Com pobres de espírito te invejando

Com gente te silenciando…

(E só porque lhes fazias sombra…)

 

Apodera-se de mim uma enorme fúria

Não pai, não vou esquecer…

Não pai, como poderei esquecer?

Não me peçam que deixe de sentir essa dor,

Esse desassossego!

 

Vale-te a pintura, a escrita,

E o conforto de saber que a tua obra, essa, fica!

Porque estás cabisbaixo meu velho pai?

Sossega meu pai…

 

Poema de Artur Afonso

 

 

Agradecimentos: Fundação Nadir Afonso (fotografias), Dinis Ponteira (fotografias).

 

Notas: Os poemas publicados são retirados de obras publicadas de Artur Maria Afonso. As ilustrações de Nadir Afonso são retiradas do livro “Artur Maria Afonso – Poesias” publicado pela Fundação Nadir Afonso.

 

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