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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Repórter de Serviço

09.07.09 | Fer.Ribeiro

Manda o dono do blog que a partir de hoje o Repórter de Serviço só vai para o ar à 1 da tarde, meio-dia nos Açores.


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Ontem foi dia de festa em Chaves e o Repórter de Serviço saiu à rua para fotografar a festa. Como a festa não aconteceu durante o dia, o Repórter lá se foi entretendo com o que encontrou.

 

Tropeçou nos clipes da Travessa Cândido Reis e não podia deixar de fazer o seu reparo. Já toda a gente sabe e, nem precisa de ser engenheiro ou arquitecto paisagista, que os clipes junto aos estacionamentos não funcionam e só servem mesmo para estragar carros. Todos o sabem. Errar é humano mas admitir que se errou, ainda o é mais, mas nem todos têm meninos para admitir que erram e então entram num deixa andar, que eles (os clipes) lá acabam por cair todos e o problema fica solucionado. A táctica até é porreira, pá, só não o é para o dono do automóvel, pois por cada clipe que é derrubado, vai um carro para a oficina. Quase parece que o dono dos clipes tem contrato com os chapeiros e os pintores cá do sítio, mas o repórter de serviço sabe que não.  O problema está mesmo na táctica, mas esta, está errada. Vá lá…admitam que os clipes estão mal e mandem-nos retirar. Não custa nada e ficava-lhes bem.

 

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O segundo caso estava para levar um “tá fixe” pois a ideia de dar prioridade na passadeira  a quem desce das escadas às cambalhotas, até nem é má, mas chegado ao lado de cá da rua, tem o problema do atravessamento para o lado de lá. Assim, o Repórter de Serviço pensa que este sentido proibido na passadeira não faz sentido nenhum. Deixem os de lá cair às cambalhotas, que os de cá, lá se desviam.

 

Já sabem, a partir de hoje só há repórter de serviço à 1 da tarde (meio-dia nos Açores) o “tá fixe”, como é mais raro, entrará quando lhe der na cabeça!

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