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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

São Caetano - Chaves - Portugal

08.08.09 | Fer.Ribeiro

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É comum dizer-se que todos os caminhos vão dar a Roma, no entanto, por cá, são conhecidos os Caminhos de Santiago, mas caminhante que se preze, tem sempre Fátima no seu objectivo, mas se for flaviense, no 2º Domingo de Agosto, todos os caminhos vão dar ao São Caetano.

 

Assim tem sido todos os anos e, a julgar pela aparência, cada ano tem mais adeptos, pois se em tempos passados a caminhada se fazia por promessa, agora além das promessas religiosas, há  quem o faça pela caminhada em si ou, pelo juntar-se à festa de caminhar para o São Caetano.

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Preferencialmente ao fim da tarde, mas também durante a noite e madrugada, desde sexta-feira até à madrugada de Domingo, são umas boas centenas, ou mesmo milhares (não há números oficiais) de pessoas  ou peregrinos que se deslocam para o São Caetano, o Santo de devoção e das promessas flavienses.

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Mas continua a ser a fé e a devoção que leva milhares de pessoas ao São Caetano, caminhantes ou não, é para lá que se encaminham a maioria das promessas do povo flaviense. Promessas que cada um paga conforme dita, com maior ou menor peso, cada um “carrega a sua cruz” conforme pode ou sabe.

 

Saber bem, também sabem as merendas que estão associadas à festa, pois o São Caetano, para além da promessa e do religioso, também se festeja em festa, com uma boa merenda à transmontana, numa boa sombra, pois o calor de Agosto sempre aperta e cansa, por isso, depois de paga a promessa, das cerimónias religiosas e de bem merendado, nem há como uma boa sesta para a “assossega” e para (bem nivelado) repor os níveis da regularidade.

 

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Todos os anos é mais ou menos assim e, se há quem o faça todos os anos, um flaviense que se preze, tem que ir ao São Caetano, pelo menos uma vez na vida, a pé, com ou sem promessa, mas recomenda-se sempre a merenda e um “palhinhas” agora plastificado. Água, só para o caminho, pois no Santuário não falta água, boa, cristalina e fresquinha.

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