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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

15
Ago10

VIDAGO

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INTRÓITO


Inconscientemente ou não, talvez antes numa consciente inconsciência instintiva o post alargado, o derradeiro post sobre Vidago foi sendo adiado no tempo. Este baralhado de sentimentos foi-se arrastando no tempo e pelas mais variadas razões das quais, por si, individualmente, não dariam lugar a este conflito, mas no conjunto dão razão ao constante adiar do trazer aqui Vidago.

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Confuso o pequeno intróito que, em linguagem mais ou menos poética, se resumiria talvez, a uma miragem de um oásis no deserto que depois de alcançada se tornou real onde adormecemos num sono profundo, com sonhos paradisíacos que no acordar, tudo se foi desvanecendo na realidade… até chegarmos aqui.

 

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Espero ao longo deste post conseguir levar-vos ao que me leva a toda esta confusão de sentimentos, começando, quando tudo começa, nas origens e na história de Vidago ou “do Vidago”, como comummente muita gente diz.

 

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ORIGEM E HISTÓRIA


A literatura disponível sobre as origens de Vidago apontam mais ou menos para os mesmos acontecimentos, registo e história. Digamos que aqui, o acordo da história, também foi alcançado e bem conseguido.

 

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Diz-se ter sido uma estância termal no tempo dos romanos onde bebiam e lavavam os seus corpos para curar as suas maleitas. Acredita-se no entanto que o seu povoamento fosse já de época pré-romana. A topografia do local e a sua localização geográfica e estratégica em pleno vale da Ribeira de Oura mas também pela arqueologia, levam a crer que todos os cenários de povoados antigos aí tenham sido possíveis, no entanto, Vidago, até finais do Sec. XIX, inícios do Sec. XX nunca passou de um pequeno lugar agrícola entre duas localidades então importantes no vale da Ribeira de Oura – Loivos e Arcossó – pertencendo Vidago, à freguesia de Arcossó.

 

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A DESCOBERTA DAS ÁGUAS, ( Onde tudo começou)

 

Embora se afirme que já na época dos romanos eram conhecidas as águas de Vidago e as suas qualidades terapêuticas, às quais hoje em dia Vidago deve a sua história mais importante, o facto é que ao longos dos séculos a mesma foi ignorada, esquecida tornando-se mesmo desconhecida quase até aos finais do século XIX, sendo redescoberta, ao que conta a história actual, por mero acaso em 1863, por um lavrador (Manuel de Sousa) que vindo da lide do campo, cheio de sede, se debruçou sobre uma pequena nascente de água, que por tão pequena, se perdia nos campos lavrados. Diz-se que primeiro a achou picante, mas logo de seguida sentiu alívio no seu estômago, do qual sofria de enfartamento, razão pela qual, nos dias seguintes continuou a beber da mesma fonte para alívio do seu estômago. Deu a conhecer esta descoberta a uma familiar, D. Júlia Vaz de Araújo que de seguida as teria dado ao conhecimento do Dr. Domingos Vieira Ribeiro, residente em Chaves.

 

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Descoberta a água, foram recolhidas amostras da mesma, bem como de algumas rochas, terra e resíduos para análise no então Laboratório da Escola Politécnica. Diz-se estarem a decorrer as análises nos laboratórios químicos de Porto e Lisboa, quando o Dr. António Victor Carvalho de Sousa, da aldeia próxima de Vila do Conde (concelho de Vila Pouca de Aguiar) encontrava alívio para os males que sofria de gota.

 

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Facto é que nasciam assim as Águas de Vidago, inicialmente aconselhada por ser eficaz para o tratamento de problemas digestivos pelas suas características, por conterem bicarbonato de sódio e elementos radioactivos, os quais inicialmente até eram anunciados nos folhetos publicitários.

 

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Posteriormente à sua descoberta, concessionaram-se as águas à Câmara Municipal de Chaves para posteriormente se passar a sua exploração e comercialização que até aos nossos dias passou por várias empresas e chegando até aos nossos dias como uma água mineral natural gasocarbónica, sendo (penso que) a primeira empresa exploradora ainda dos Sec. XIX – a “Empreza das Águas e Hotéis de Vidago” - que era então representada pelo seu sócio gerente Francisco Justino Marques Nogueira, que para além das fontes das primeiras fontes e primeiras explorações de Vidago explorava outras fontes entretanto descobertas e com idênticas características, um bocado distribuídas pela região de Vidago, começando a sua comercialização com explorações de água em nascentes de Vidago, mas também de Oura, Vila Verde de Oura e Sabroso, sendo a nascente de Vidago a mais rica.

 

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A título de curiosidade, na então fonte de Vidago chegaram-se a engarrafar 500.000 garrafas por ano. O engarrafamento era feito desde o nascer do sol até à meia noite por turnos de 4 mulheres e 3 homens. A empresa possuía já depósitos de Águas de Vidago em Lisboa e Porto, além de outras localidades, como Braga, Aveiro, etc. e a venda era feita nas “pharmacias do reino” sendo desde logo premiada em Exposições Internacionais de Viena, Filadélfia, Madrid e Paris em 1878, Rio de Janeiro, Lisboa (medalha de ouro), Bordéus (diploma de honra e medalha de ouro), Paris 1889. Todos estes dados estão vertidos numa publicação data de Março de 1893 de autoria do médico-cirurgião Alfredo Luiz Lopes e intitulada intitulado "As Águas Minerais de Vidago em Portugal".  Mas melhor que estar a copiar e colar aqui esta e muita mais informação o melhor é mesmo ir à fonte e ao excelente trabalho que está a ser feito e prol da história por um filho de Vidago e o seu blog – Meu Vidago – de autoria de Júlio Silva.

 

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VIDAGO DE ONTEM E DE HOJE

 

Salus, Vidago, Campilho, tudo águas afamadas ligadas à Vila de Vidago e ao nosso concelho de Chaves,  mas também nomes sonantes ligados a Vidago pelo velho “Texas”, com os apeadeiros de entrada em Vidago, de Salus e Campilho (ou vice-versa) e a Estação de Vidago entalada entre a Estrada Nacional o Hotel e a grande avenida que nos lançava directamente até ao Hotel Palace e o seu parque  como quem nos lança para a história do puro glamour cosmopolita das férias termais da primeira metade do século passado. Um lugar mágico, sem qualquer dúvida, que espero mantenha a sua magia após as actuais obras de restauro e remodelação do Hotel (de autoria do Arquitecto Álvaro Siza Vieira) e do seu parque, e que este como sempre, mantenha as suas portas abertas a clientes mas também a turistas e à população em geral. Enfim, apenas se exige que passado um século sobre a sua abertura ao

 

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público (1910) mantenha – actualizado e modernizado – o glamour de então, de um espaço que não é só do interesse de Vidago e do concelho, mas um espaço de orgulho nacional e também de interesse internacional e que é sem dúvida alguma umas das maravilhas de Portugal. Vamos acreditar que vai continuar a ser um dos nossos Ex-líbris e que o novo espaço do Hotel Palace, o seu parque e campo de golf, hoje ao que parece com o nome de Vidago Palace volte a afirmar-se como uma referência europeia nos Hotéis com história, onde são prometidos 70 quartos e suites, um dos melhores campos de golf de 18 buracos da Europa e um “Vidago” SPA de expressão mundial, com 20 salas de tratamento numa nova ala modernista também de autoria do Arquitecto Siza Vieira. Vamos acreditar que tudo isto vai ser uma realidade, com glamour, onde os ricos de todo o mundo possam fazer umas paragens, mas também sem esquecer os que não têm guita para desfrutar do hotel, do golf, do SPA e

 

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apenas se contentam em dar uns agradáveis passeios de apreciação e contemplação da natureza, do seu parque e construções e de poderem botar um copo nas suas preciosas fontes da água de Vidago, com água de Vidago, que afinal é nela que se encarna toda a história desta Vila que, a pensar com a mesma ousadia que Chaves pensa ser Património da Humanidade, também Vidago tem tantas ou mais condições para o ser, com um passado recente – é certo – mas com uma rica história no património termal e da água associado a um interessantíssimo parque hoteleiro que infelizmente foi atraiçoado pela modernidade de “plástico” mas também muita apatia de quem deveria estar de olho guicho … e que são eles!? – os mesmos do costume!

 

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Bem, mas para mim que serei um dos tesos que muito dificilmente poderei ir para lá armar-me aos cágados e usufruir do SPA, do Golf ou das suites do Vidago Palace, apenas desejo poder continuar a usufruir das delícias do parque, que embora hoje já não seja para namorar, nem para os meus filhos poderem dar os primeiros passos nas sua frescura, mas que seja para que outros por lá passem tão bons momentos como eu passei e que continue a ser um lugar que eu possa mostrar com orgulho a quem nos visita. Vamos acreditar!

 

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Quanto às águas minerais, hoje em dia, a Unicer (proprietária das águas e do Vidago Palace), dá preferência às Águas das Pedras Salgadas, com as mesmas características das de Vidago e comercializa as águas de Vidago com sabores a fruta - de limão, maça e maracujá – coisas da modernidade plástica que nós por cá “há séculos” já tínhamos descoberto com os famosos “pneus”, mas tudo ao natural, ou seja com “um quarto” de águas de Vidago, uma rodela de limão e umas gramas de açúcar e, era sim, de facto com sabor a limão, muito gostoso e

 

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refrescante, mas tudo ao natural como também sempre houve quem gostasse das águas puras, apenas com as suas características e com o seu gás natural. Mas o mais curioso de tudo, tal como quando subi o Rio Douro de barco, rodeado de vinhedos,  à refeição me serviram vinho do Alentejo, também por cá não tenho conhecimento de cafés e bares que venda águas de Vidago,  tal como acontece nas grandes superfícies… há águas de todos os cantinhos e nacionalidades, menos a de Vidago, que é cá do concelho. Casa de ferreiro, espeto de pau…quem sabe se sabendo disto, os comerciantes chineses cá do sítio, um destes dias, para satisfação do nosso ego, não põem água de Vidago à venda nas suas lojas. São muito senhores para isso…

 

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Já vai indo longa a prosa sobre a água e hotelaria de Vidago, mas que raio, afinal a grande história de Vidago, os seus grandes anos do termalismo e glamour dos tempos áureos onde até Reis fizeram tratamentos (Rei D. Luís), onde banqueiros depositaram os seus interesses (Cândido Sotto Mayor) e a Madame Carmona  também se rendeu ao seu encanto sendo benemérita na construção da igreja Neo Românica inaugurada em 1941 (note-se que a madame Carmona, muito querida entre os flavienses e natural desta região era a mulher do então Presidente da República Marechal Óscar Carmona. Mas muitos mais notáveis se renderam ao encanto de Vidago. Vidago que fez mudar o trajecto planeado de um comboio (sim, até finais dos anos 80 do século passado havia um meio de transporte no concelho, que nos ligava a todo o Portugal, que se chamava comboio).

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OUTRAS COISAS (um aparte)

 

Mais uma vez aproveito a oportunidade para a escrita me fugir para a “marotice” da crítica política e das palas que não deixam os políticos olhar para o mundo que os rodeia. Pois tendo nós uma das mais ricas regiões em termos de água e termas, com águas quentes, frias minerais e de nascente, termas e nascentes milagrosas para quase todas maleitas, não seria de (tal como aconteceu na primeira metade do século passado) continuar a apostar nesta região de água e termas (Pedras Salgadas, Vidago com Salus e Campilho, Chaves com a água quente e Carvalhelhos) num grande parque conjunto com os municípios de Vila Pouca, Boticas e

 

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Chaves, em vez de o deixar morrer. É assim um bocado como o presunto de Chaves, que é o melhor do mundo, e até criou fama em todo o nosso Portugal, sendo hoje, uma marca consagrada, mas sem marca e sem presunto. Claro que os chineses atentos ao negócio do presunto (que no caso são chineses barrosões de Montalegre) prontificaram-se logo certificar a marca do presunto do Barroso onde na origem também incluíram o concelho de Chaves, ou seja, certificaram um presunto que sem dúvida é bom, que até é o genuíno presunto de Chaves mas estragaram tudo ao dar-lhe o nome de Presunto de Barroso, uma marca que ninguém conhece. Olha se aos de Montalegre lhes dá para começarem a comercializar as águas da

 

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mijareta ou o SPA da mijareta (para quem não sabe, a água da mijareta também é milagrosa), ou então colher e engarrafar as águas da nascente do Deus Larouco (Rio Cávado) com mezinhas das bruxas das Sextas 13. Pois, se lhes lembra, lá vai a nossa região termal e as águas para o galheiro e olhai que os barrosões de Montalegre são muito chineses para isso… bem, o melhor é ficar por aqui, senão ainda vem por aí um “palula” qualquer a dizer “olha, se gostas tanto dos barrosões, porque é que não vais para lá…” E eu até ia, e vou, por lá com agrado, pela minha costela,  mas a minha terra é esta, chama-se Chaves e, Vidago, também é a grande Vila de Chaves. Pena não ter o comboio, não ter as suas termas a funcionar, não ter o seu parque hoteleiro aberto e ocupado em pleno, o seu comércio, mas mesmo assim, continua a ser a nossa grande Vila onde é sempre agradável ir.  Vamos esperar pelo Vidago Palace e o que ele nos vai trazer, aberto para todos, caso contrário, será outra machadada para a população de Vidago e do Concelho.

 

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MAIS VIDAGO, o MEU VIDAGO

 

Quase toda a história de Vidago está ligada à grandiosidade dos seus tempos áureos, é um facto, mas Vidago continuou para além desses tempos e, são os tempos pós grandiosidade e glamour, que eu conheci e conheço e, com pena de todos (penso eu) perdeu-se a grandiosidade, é certo,  mas ganhou em beleza, romantismo e um futuro próximo com melhores dias para Vidago, vamos acreditar que sim. No entanto o meu Vidago é outro, é aquele que primeiro conheci apenas nas breves paragens do comboio em que contemplava com admiração o espaço envolvente da estação e a tal grande avenida de plátanos que levava

 

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(só descobri mais tarde) até ao Parque do Hotel Palace. Descobri mais tarde e também com admiração e espanto, começando pelo hotel, prolongando-se pelas restantes construções, pelo lago, pelo campo de golf, mas sobretudo pelos passeios que por lá dei e com quem os dei. Foi durante muitos anos, anos a fio, que Vidago era para mim um dos destinos semanais, quer de inverno, quer de verão e, já nem sequer quero falar do Outono, principalmente e depois de me dedicar nos tempos livres à fotografia.

 

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Mas já há muito que Vidago e a sua praia “a Praia de Vidago” também eram uma alternativa para “praia” e piqueniques, outro dos belos lugares que se foi perdendo e para onde actualmente todas as armas estão viradas para a destruir definitivamente – Vem aí a barragem, querem-na impor contra todas as leis da natureza e bom senso, barragem com a qual só teremos a perder e nada a ganhar, nem com derrama (areia para os olhos) ganharemos alguma coisa. Mas enfim, também a grande maioria da população pouco parece importar-se com o que se passa para além do seu umbigo, nem que seja em seu redor…

 

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O Meu Vidago, fui-o descobrindo em amizades mas também no conjunto de casario que vivia ao lado do parque hoteleiro. Casario que era casa dos residentes, hoje também resistentes, que ocupou o mais acidentado que Vidago oferecia e assim, como antes se fazia naturalmente, preservar as terras férteis do vale da Ribeira de Oura. Mas no acidentado de onde as casas se plantaram, nasceu o tal Vidago residente a rematar no Alto do Côto e no seu santuário, uma imagem de marca da Vila de Vidago, feito pela torre sineira do relógio, visível ainda antes de se avistar Vidago.

 

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Mas outros encantos se vão desenhando por esse Vidago. O Largo do Olmo por exemplo, longe da estrada de passagem, também longe do antigo comboio, era e é preciso ir lá, propositadamente, para o conhecer e, vale a pena, começando pelo fontanário, continuando na Capela de S.Simão mas também no casario mais nobre e solarengo que se desenvolveu à volta do largo.

 

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Mas também para além do Palace havia os outros hotéis, não tão imponentes e sem parque, mas igualmente interessantes na sua grandeza. Um, o Grande Hotel num dos largos principais de Vidago junto à Estrada Nacional 2, outro, o Hotel Avenida junto à Estação da CP e ainda outro, que eu costumo chamar de hotel fantasma, junto ao parque como que entra em Salus e que tanto quanto sei foi vítima de um incêndio e nunca mais foi restaurado. Costa que este último irá ser demolido por não se integrar no projecto de recuperação do Vidago Palace e respectivo parque. Quanto aos outros dois, não sofreram incêndios mas foram abandonados e encontra-se actualmente fechados. Pena, pois são belíssimos edifícios que marcam uma época e que mereciam ser recuperados e abertos ao público, quer como hotel, quer como outra

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qualquer actividade de interesse público, como (sei lá) um museu das termas, da água e do glamour, do Vidago cosmopolita da primeira metade do século passado, por exemplo, pois parece haver um interessante acervo fotográfico e não só, relacionado com esses temas, pois Vidago merece voltar de novo aos grandes dias dos seus dias grandes e ser, por mérito, a grande vila do concelho de Chaves, com história, recente, mas muita história e estórias para contar. Mas claro que para que tudo isto possa acontecer em Vidago, há que haver quem lute por isso e sobretudo ter o apoio da cidade e do município, olhando para Vidago como um complemento da cidade, como uma vila turística, onde haja e aconteçam coisas em vez de ser olhada como um parente pobre de Chaves. Vidago tem muito para oferecer, assim haja o empenho de todos, principalmente dos que mandam.

 

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E POR HOJE É TUDO

 

E vai sendo tempo de rematar este post, não por falta de assunto, pois há muitos mais assuntos e muitas estórias, boas estórias feitas de estórias boas que vão para além da estória, pois foram bem reais em muitos momentos de juventude lá passados, mas nem tudo pode vir por aqui. Por outro lado, há em Vidago que tome e bem, conta da sua história. O blog “Meu Vidago” de autoria de Júlio Silva ( em http://vidagoimagens.blogspot.com/ ) é um bom exemplo disso. Tem feito muita da história ligada à água e ao termalismo de Vidago e não só, pois também o blog e o seu autor são interessados por Vidago e pela região, tendo mantido (e mantendo) a sua voz activa na defesa do Rio Tâmega, por exemplo. É um blog que já aqui foi recomendado e que hoje recomendo de novo, não só pela história que por lá se faz mas também pelos motivos fotográficos que por lá vão passando, motivos do tal Vidago dos seus anos áureos de glamour, mas sobretudo por muita da história de Vidago que aqui não deixei e que lá pela certa encontrará. É de visita obrigatória.

 

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Há ainda outros sítios na NET sobre Vidago que também merecem uma visita para ficar a conhecer melhor a Vila. A Casa de Cultura de Vidago em http://www.ccvidago.net/ , e a página da Junta de Freguesia em http://vidago.com.sapo.pt/ .

 

 

Da minha parte fica esta pequena contribuição de trazer aqui Vidago e simultaneamente o cumprir da promessa de que todas as aldeias e vilas do concelho de Chaves teriam aqui o seu tempo de antena, à minha maneira, claro, mas com a certeza de que foi o melhor que me foi possível fazer. Mas Vidago, pelo que promete aí vir, pelos invernos e Outonos, primaveras e verões fotográficos que proporciona, pela certa que em fotografia continuará a passar por aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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