Hoje é Quarta-Feira, mas não há feijoada
Hoje é dia de feijoada, mas não me apetece, não por falta de ingredientes ou condimentos, pois até os tenho de sobra, principalmente condimentos para uma feijoada bem picante e apurada, mas, há estômagos muito sensíveis, que, com o calor se revoltam até com um feijão mal cozido.
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Recomendo então umas saladas e a uma pescadinha cozida sem muito sal, ou um peixinho grelhado com uma batatinha cozida e, pelo sim pelo não, uma visitinha à fonte da água quente das digestões difíceis também se recomenda, mas sobretudo, nada de álcool, pois dá sono e baralha as ideias. Ide pelo que eu digo.
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E quanto a recomendações é melhor ficar por aqui, senão ainda acabo por vos recomendar o chá das 5, seguido da missa das 6.
Hoje vou ficar apenas pelas fotografias e, com tanto cinzentismo de ideias ou aberturas, estive para me decidir pelas fotos a preto e branco, mas pensei melhor, pois para o p&b é necessária alguma sensibilidade de artista, não só para as fazer, mas sobretudo para ter a sensibilidade de as apreciar e entender.
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Assim, como hoje quero ser plural, fico-me pelo contorno das silhuetas, onde a luz se faz e o colorido acontece mas, sempre com a alternativa democrática da escuridão onde tudo é igual, tudo se confunde e tudo se mistura sem ninguém dar por isso.
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Claro que uma imagem do nosso orgulho republicano, em plenos 100 anos de República, cai sempre bem e, em simultâneo, faz-se também a história à nossa in(?)terioridade e dos que ousaram sair de Chaves ou foram convidados a sair pelo seu valor para gerir os destinos de Portugal. Curioso que a um, os de Lisboa, mataram-no. Ao outro, os de Chaves, cuspiram-lhe na cara…
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O melhor é mesmo ficar por aqui, fiquem com a última imagem da grandeza das matemáticas, das físicas e de como a engenharia de um também flaviense desafia o céu sem o ferir e muito menos, alcançar. Seja um apelo aos Deuses!
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