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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

20
Out10

Quarta-feira sem feijoada


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Era para vos trazer aqui o programa da festa maior de Chaves – a Feira dos Santos, mas fica para a próxima semana, pois ainda não tive acesso a tal, embora já ande por aí, pois já vi uma miniatura do cartaz na página oficial da Câmara Municipal. Claro que é só por curiosidade, pois adivinha-se o conteúdo, ou seja, deve ser mais do mesmo, do habitual de todos os anos, rapazes das concertinas da Venda Nova, cabeçudos, etc. Mas pode ser que me engane. Para a semana prometo deixar aqui o programa.

 

Como estava a contar com o programa, fiquei desprevenido, despido de palavras para o post de hoje e, com a inspiração palavreia não anda lá grande coisa, vamos até à poesia, pois é ela que me salva sempre nos momentos complicados, e não só, pois poesia é sempre poesia, nem que seja e só para poetas, mas é poesia.

 

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Mas, hoje, também não estou virado para a poesia em palavras, prefiro antes trazer aqui a poesia dos gestos. Coisa complicada, também. Pois o gesto para além de ter de ser visto, tem o seu ambiente, ou seja, o mesmo gesto pode ter significado diferente consoante o lugar, ambiente e até momento que acontece, assim, também não posso ir por aí, pela poesia do gesto, do gosto, do cheiro, pois são das tais coisas que só têm poesia se forem mesmo vividos e saboreados, tal como um beijo de amor, ou melhor ainda – apaixonado, pois só beijando é que se sabe como é. Bem podem carregar camiões e camiões de palavras, entregá-las ao melhor poeta para as compor e distribuir no poema, que nunca conseguirá dar-lhe o gosto do gosto de um beijo apaixonado.

 

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Assim sendo, rendo-me mais uma vez à poesia da imagem e da fotografia, dos pormenores e dos cantinhos da nossa cidade, sim, da nossa cidade, porque a nossa cidade tem também muita poesia e poetas. Às vezes mais poetas que poesia – é certo – mas há muita poesia por aí, só é necessário afinar o olhar para a descobrir e, também, ter a sensibilidade de poeta para a conseguir ver e sentir, pois já se sabe que as coisas da poesia, os poemas, são mesmo e quase só para poetas. Nos ou além dos “quase só” estão incluídos os intelectuais de esquerda, pois esses, até numa feijoada das quartas-feiras (que hoje infelizmente não há) conseguem sentir poesia, principalmente se for apuradinha e regada com um bom tinto encorpado. Tanto, mas mesmo tanto a sentem, que além de vivê-la, comem-na, e depois recitam-na durante o dia inteiro.

 

E prontos, penso que o palavreado já chega para encaixar três poemas de Chaves, hoje em imagem.

 

Até amanhã, ou até logo, pois cheira-me que hoje vai cair por aí uma crónica ocasional.

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