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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

04
Fev11

Discursos Sobre a Cidade - Por Isabel Seixas


 

Hoje, agora, aqui, já a seguir neste mesmo post ainda vai acontecer mais um dos habituais discursos sobre a cidade, mas antes umas palavrinhas de apresentação dos novos colaboradores deste blog.

 

Como sabem há uns tempos atrás disse que tentaria abrir este blog à participação de mais flavienses. Fiz então um convite público e alguns pessoais, aos quais tive algumas respostas positivas. Hoje, por exemplo, inaugura mais um “discursante sobre a cidade”, uma discursante no caso, na tentativa de abrir também este blog ao feminino, passando a ser a segunda mulher a colaborar neste blog, pois a Fe já é uma antiga companheira de viagem neste caminhar a cidade de Chaves.

 

Aos Sábados e Domingos, sem abdicar da promessa de serem os dias das aldeias (e por aqui, contrariamente à prática dos políticos, as promessas ainda são para cumprir) vamos passar a ter dois posts, onde entrará também um novo colaborador.

 

Hoje inaugura aqui a Isabel Seixas, que além de passar a colaborar nos “Discursos Sobre a Cidade” terá também aqui uma crónica aos Domingos.

 

Ainda antes do “Discurso” de hoje, ficam também umas palavras da Isabel em resposta ao convite de colaboração.

 

Fer.Ribeiro

 

 

“Olá

 

Estava a pensar que os difusores de cultura e entretenimento são uma espécie de empreendedores de cidadania, troca de ideias e pluralismo de pontos de vista.

 

Com as tuas iniciativas ainda vamos acabar com a iliteracia. O que se poderá traduzir numa perda de argumento político de campanha para reivindicações de ordem social reduzindo a interioridade.

 

De qualquer forma obrigada pelo convite espero corresponder e não te defraudar nem aos teus seguidores.

 

Não tive a menor dúvida nem hesitação em escrever sobre o meu percurso diário nesta cidade que sabes amo incondicionalmente com a diversidade de gentes que a povoam e contextualizam, com a compreensão de que cada um de nós tem direito a Ser igual a Si próprio transportando as suas vivências e contingências , oriundas decerto das suas circunstâncias, às vezes bafejados com os seus efeitos de halo outras perseguidos por pseudoerrâncias…

 

Daí que o que escrevo também sou Eu e como me pediste a Mim não quis fazer sobressair só os meus plágios genéticos ambientais e estruturais, mas também os interrelacionais dos quais sabes também tens uma quota parte de participação e admiração.

 

Decidi intitular as minhas crónicas de Cemitérios Vivos, porque são de facto evocações de pessoas e paisagens da nossa cidade que capturo em momentos de vida que me marcam, me erigiram a personalidade e carácter e fazem parte da minha vida, não estranhes porém se algumas das pessoas que refiro já não as encontres em presença física, algo que para mim é irrelevante porque uma das Mulheres cuja obra admiro Madre Teresa de Calcutá me batizou este sentir

“ se não podes conduzir e transportar aos ombros as pessoas do teu coração coloca-as e transporta-as no coração”.

 

Queria também dizer-te que vou optar por escrever tentando obedecer ao novo acordo ortográfico que vai entrar em vigor no ano de 2012.”

 

Isabel Seixas

 

 

 

 

 

Cemitérios Vivos


Olá Pai


Como em qualquer dia de Inverno que me faz perceber a

necessidade utilidade de andar vestida, e mascarar o corpo dando-lhe estatuto de pseudoburguês, atravesso a pé o tabulado, vejo o chaves douro o sr. Jaime e família vislumbrando o seu trabalho diário, e dirijo-me a casa, à nossa…

 

Deixo em stand by O jardim agora algo sóbrio e desprovido de maquilhagem como quem acorda sem subterfúgios e se mostra tal qual é na dimensão natural de  cara deslavada pela chuva ora molhada ora sub-reptícia indiferente aos penteados na sua justa missão hidratante, de um céu que chora aqui de emoção e ternura porque não?

 

Para além de Ti  levo a D.Aidinha , o Sr. Batista e a D. Glória como Amuletos de apoio a um dia que se afigura sem ameaças, vou ao Nosso encontro e a Nélia a lutadora Mor da nossa família, agora a braços com um qualquer Parkinsonismo que teima em descoordenar-lhe os movimentos, Cai mas levanta-se Estoicamente e transfigura-se em Mãe Filha Mulher Irmã Amiga e faz-me simplesmente Acreditar…

 

Até…Ao Próximo Sorriso

Abraço a todos

 

Isabel Seixas Martins

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