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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

09
Set12

Notícias de Chaves e arredores


 

Chaves raramente é notícia nacional, mas basta que uma desgraça nos bata à porta, e as televisões e restante imprensa caem logo cá que nem abutres em cima de uma presa. É o jornalismo que vamos tendo, o das tragédias, onde só o sensacionalismo conta e vende.

 

Ontem duas notícias alimentaram as televisões – 4 mortes em Vilela Seca e um incêndio nas freguesias de Valdanta/Soutelo que obrigou ao corte da A24 – imagens das desgraças e a pressa em dar a notícia, pois ao que verdadeiramente aconteceu e poderia pelo menos compor e fundamentar a notícia pouco lhes interessa. Em Vilela Seca a notícia é dada em várias versões, de comum só as 4 mortes, pois de resto as notícias ou nos levam para uma mina ou num poço,   umas dizem que caíram ao poço outras que as mortes foram causadas por inalação de gás emitido por bomba de extração de água.




Só de vez em quando, ou muito raramente, a imprensa nacional nos vai brindado com notícias feitas com aquilo que temos de bom, algumas até com boas intenções mas também elas  cheias de pecados, algum surrealismo e até ficção. Há dias no “guia do lazer passeios e percursos” na net em lazer.publico.clix.pt, entre outras, e sem comentários, lia-se por lá:


“São muitas as sensações que nos invadem quando nos aproximamos da histórica cidade de Chaves. Poderia enumerar-se um leque de motivos que tornam imperdoável não visitar esta terra transmontana mas aquele que ressalta é o cheiro a terra e a natureza ainda virgem. Hectares de floresta onde o homem ainda não deu ar da sua graça, numa paisagem que nos enche de um sem-número de motivos para sorrir. (…)As vistas para o rio fazem dos comércios da zona os locais prefenciais dos turistas no Verão. Chaves não herdou dos romanos apenas o complexo termal. A Ponte de Trajano, sobre o rio Tâmega, é o vestígio mais evidente da romanização. Construída entre o século I e o início do século II d.C., tem cerca de uma centena e meia de metros de comprimento e uma dúzia de arcos visíveis, já que muitos foram sendo corroídos pelo tempo. Nela podem encontrar-se marcos de pedra com várias inscrições antiquíssimas. (…)Também na zona histórica encontram-se as casas típicas e as ruas estreitas que lembram o Bairro Alto de Lisboa. Datam da Idade Média e inserem-se numa paisagem que oferece o renascer da cidade antiga aos turistas. Aqui, o artesanato e a gastronomia encontram-se a cada porta. (…)No Verão a Baixa encontra-se constantemente repleta de gente dos mais variados países. Para além dos emigrantes de origem flaviense, os turistas marcam presença, sempre acompanhados de um copo de vinho da adega regional. Aqui, ressalta a simpatia natural do transmontano que, reiterando interesses económicos, oferece bebidas e presunto.”

 

E é tudo. As fotos são de Vilela Seca, a aldeia que hoje está em luto.

 

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