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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

06
Nov19

Crónicas de assim dizer

cabecalho-assim-dizer

 

 

A travessia

 

 

Foi longa a travessia! Não grande, longa!

 

Ainda estava em terra quando me apercebi de que o mar estava encrespado e que não ia ser fácil. Podia esperar algumas horas ou dias ou meses, até que fosse mais seguro meter o barco ao mar, mas esperar não sou eu.

 

Fui, mesmo assim. Sabia, tanto quanto é possível saber sem ter feito, que tinha grandes hipóteses de sobreviver, por aquela convicção, na maioria das vezes estúpida ou inocente, de que havemos sempre de sobreviver a tudo. Pensava: que monstros marinhos me podem aparecer? E respondia logo depois, tenho este péssimo defeito de fazer perguntas com as respostas dentro, seja quem for ou o que for que me surpreenda por entre as ondas, ou eu ou o barco ou ambos, vamos saber contornar.

 

Ao princípio foi o vento a soprar desnorteado, vindo não se percebeu ao certo de onde, que me rompeu as velas e eu no mar alto já sem terra à vista a costurá-las! Claro que no estojo dos primeiros socorros havia agulha, linha e dedal. 

 

Depois foi o motor a falhar, uma válvula que descomprimiu, se soltou ou encravou, não percebo nada de motores, e que tive de desmontar e substituir. 

 

Depois o óleo que se consumiu em excesso pela força adicional que o motor teve de fazer contra a corrente. 

 

Depois os botes salva vidas a soltarem-se do convés sempre que o barco galgava uma onda não prevista e a tudo isso eu resisti e sobrevivi com aparente serenidade. Digo aparente porque houve alturas em que senti taquicardia e receei que o coração me saísse pela boca. No kit de socorro também havia pastilhas para isto. 

 

Depois os alimentos acabaram porque a viagem estava a durar mais do que o previsto e passei verdadeira fome, mas comecei com alguma antecedência a racionar os mantimentos como se uma voz do além me advertisse para não abusar da sorte.

 

A água doce também começou a escassear, mas um amigo tinha-me ensinado um processo de dessalinizar a água que na altura me pareceu complicadíssimo, mas que a necessidade tinha transformado em fazível!

 

Quando me convenci de que já não podia acontecer pior, começou a entrar água no casco. De facto, durante a noite tinha ouvido uns ruídos estranhos como se o fundo do barco estivesse a roçar em alguma coisa, mas naquele estado de embriaguez que é aquele em que dormimos, achei que tinha sido um sonho. 

 

Mas, se bem que tudo isto me tenha assustado a seu tempo, eu sabia que haveria sempre uma solução e que ela navegava comigo, por assim dizer, dentro do barco.

 

O pior foi quando começaram a entrar ratos! Aí eu atirei-me à água e submergi porque tenho verdadeiro pavor dessas criaturas e teria mesmo naufragado, mas os milagres acontecem: quando estava já sem ar nenhum, e tinha-o poupado bastante por causa daquele curso de mergulho que tinha feito em Ko Tao, na Tailândia, estiquei os pés e, macacos me mordam se não foi verdade, encontrei terra firma! E murmurei: Há coisas do… podia-me ter saído “arco-da-velha”, mas saiu-me um palavrão que nunca antes me tinha saído!

 

Cristina Pizarro

 

 

06
Nov19

O Outono, as Pontes e o Rio Tâmega

cidade de Chaves

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Eu sei que durante a série dos Santos também deixei por aqui umas pinguinhas de Outono, mas sinceramente não fiquei satisfeito, daí, estar aqui de novo com as cores mágicas de Outono, como o nosso Rio Tâmega e as nossas pontes, pelo menos três, mas também um três em 1 com duas pontes e as poldras. São ao todo 5 momentos deste outono e claro, como trazemos aqui as pontes, iniciámos com uma da Ponte Romana, é a mais velha, por isso a primeira, com uma vénia e todo o respeito.

 

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Com estas duas últimas, ponte nova e pedonal, estive tentado a dizer que eram a filha e neta da Ponte Romana, separam-nas 50 anos de idade, que comparando com os quase 2000 anos da Ponte Romana, não é nada, acabam por ser da mesma geração, pelo que ficam muito bem juntas.

 

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Já esta última é um misto de idades e diferentes travessias. Uma 3 em 1. Gostei de as ver juntas, por isso, aqui ficam.

 

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E claro, não resisti a trazer aqui um mimo, um pormenor de uma folha, uma simples folha a espera de chegar a sua vez de cair, mas antes, mostra toda a sua exuberância vestindo-se de vermelho vivo.

 

Até amanhã, possivelmente com mais Outono, mas bem diferente do de hoje. Assim espero!

 

 

 

05
Nov19

A vida continua

em chaves

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Os Santos já lá vão, mas a vida continua em Chaves, um bocadinho sem luz pela chuva que nos últimos dias não deixou de cair, mas é tempo dela e há que deixar a natureza fazer o seu trabalho.

 

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Hoje deixo dois registos de outras coisas que acontecem em Chaves, o das obras em alguns edifícios emblemáticos da cidade de Chaves e em boa hora acontecem dando continuidade a esta onde de reconstruir o centro histórico iniciada nestes últimos anos. Registo também com agrado que começa a haver algum bom gosto nos tapumes das obras, tal como acontece na obra desta segunda foto, bem diferente e bem mais agradável de ver do que os tapumes que aparecem em primeiro plano na primeira foto. Pode ser que a moda pegue ou que a tal sejam obrigados…

 

 

05
Nov19

Chaves D´Aurora

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  1. FOLIÃO.

 

 

Ao passarem pela Rua do Postigo das Manas, eis que Aurora entreviu Hernando, próximo às escadas de mesmo nome, em companhia de vários gajos e moças, quase todos mascarados.

 

A grande paixão da vida de Aurita lá estava, no Postigo, a dar puxões de mentirinha nos cabelos de uma princesa com a saia esfarrapada, coberta de tiras coloridas, que trazia à cabeça uma coroa de papelão, forrada de papel dourado. A moça abrigava-se do frio com um manto de lã tingida, como se fosse púrpura, a cor preferida dos nobres e reis. O rapaz também estava em trajo carnavalesco, porém difícil de definir o que representava. Bem poderia ser o marujo Simbad ou o Pirata dos Sete Mares. Na verdade, o que parecia ser, mesmo, era um artista de circo tradicional.

 

Ao avistarem a mal camuflada Carochinha, logo reconhecida, como aliás já o fora, durante o longo percurso da caleche, por quase todo mundo, foliões do pequeno bloco de Hernando puseram-se a caçoar e a gritar motejos aos “companheiros” de Adelaide, alguns a abusarem até mesmo de gestos e palavras bem chulas. Aurélia, Arminda e Aurora começaram a chorar, mesmo que fosse a primeira por medo, a segunda por vergonha, enquanto bem diferentes eram as razões da terceira. Quanto à Aldenora, esta ficou bastante indignada, porque também reconhecera o cigano. O mesmo ocorreu com a Qu´ridedé, que ficou séria, de repente, como nunca a viram antes. Quando esta rogou ao Manozé que pusesse os cavalos a trotar, o mais rápido possível, para bem longe dali, aconteceu de Hernando, ao perceber que uma das raparigas ainda olhava fixamente para trás e para si, destacar-se da malta e correr atrás da Carochinha, devolvendo à moça a fixidez do olhar – Reconheceu-me! – pensou ela, e ele – E não há de ser ela?!

 

Atarantada com a deceção das raparigas, Adelaide implorou-lhes que não a fizesse perder a amizade e a consideração de Florinda. Prometeu-lhes, para compensar os insucessos do dia, levá-las na segunda-feira a um baile no teatro, uma diversão bem mais calma e familiar. A falar por si e pelas irmãs, Aldenora comentou que, de qualquer modo, aquilo tudo havia sido uma experiência nova e interessante para todos. Agradecia, porém, o outro convite, por achar que, para esse evento, Mamã se veria constrangida a não dar sua permissão, temerosa das recomendações de Papá.

 

Ainda bem, pois nem Adelaide sabia que a pândega iria correr solta e rasgada nesse baile público. Vissem as meninas Bernardes o que não agradou à própria Dedé, tal como foi relatada por um outro cronista anónimo, do jornal “A Região Flaviense”: (...) “Uma animação que se diria selvagem! Postadas aos camarotes, raparigas sem qualquer brio e até regateiras de má fama, como as irmãs Saldanha, umas conhecidas causadoras de tumulto que, uma vez, agrediram dois sargentos com palavras de baixo calão, apraziam-se em atirar os mais diversos tipos de objecto à cara dos cidadãos da plateia. Sem mais nada à mão, faziam das serpentinas um novelo bem considerável e alvejavam pacatos indivíduos em baixo que, surpreendidos pela violência do choque, voltavam-se para elas e estas, felizes com a façanha, mostravam-lhes a sorrir os dentes”. (O cronista explicava, então, que alguns dentinhos eram bonitos, mas outros pareciam uns meros cacos de dentina, que nem um estereótipo de bruxa ousaria mostrar).

 

Pior mesmo, só o baile em uma casa à Rua do Poço que, segundo um artigo de J. Sotto Maior, no mesmo jornal, era “com entrada a tostão, bastante rasca, onde tresandava a vinho e a pouca-vergonha. O que teve de mais chiste e mais graça foi a Murinheira, dançada no palco por um grupo de indivíduos em trajo selvagem e sertanejo. A única pequena manifestação de espírito deste ano.”

 

 

  1. BAILE DA ELITE.

 

À segunda-feira de carnaval, Flor sabia que, dentre as filhas, apenas Aurora já estava emancipada e, de acordo com a Lei, a única a poder usufruir...

 

(continua na próxima terça-feira)

 

fim-de-post

 

 

04
Nov19

Cidade de Chaves

Santos e Outono - dia 11

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4 de novembro de 2019

Santos e Outono – dia 11 (último dia)

Adeus Feira dos Santos

 

Adeus Feira dos Santos, para o próximo ano há mais e também aqui rematamos a série de publicações que dedicámos à feira, que este ano embora não tivesse havido feira no dia 30 de outubro, tradicionalmente apelidada de “Feira da Lã”, a verdade é que a feira deste ano foi mais longa que o habitual, terminando apenas ontem, dia 3 de novembro.

 

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Hoje vamos deixar por aqui em imagem algumas das que nos deu gosto fazer, em jeito de resumo da feira, mas diga-se a verdade, são todas do dia 31 de outubro, pois embora estando cá na terrinha, não houve oportunidade para mais, outros interesses e obrigações impuseram-se em troca da feira.

 

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 E diga-se a verdade, são apenas imagens do dia 31 de outubro, é certo, mas para mim é o principal dia da feira, talvez pela sua componente rural, de trazer o gado até nós, espécies e raças autóctones da região,  principalmente aquele que vem a concurso e que proporciona momentos únicos de imagem.

 

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Ficam alguns momentos do concurso de gado bovino, de três raças transmontanas, a barrosã, caracterizada pelos seus enormes cornos abertos, a maronesa pela sua cor preta e a mirandesa pela sua cor castanha. Claro que estas são apenas algumas características, pelo menos são aquelas que a mim me ajudam a identificá-las, exceção para a raça barrosã que, de tanto a ver e fotografar no seu ambiente natural, já a trato por tu…

 

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A título de curiosidade, embora a raça barrosã assuma o nome da região do Barroso, o seu ambiente natural é mais o Barroso verde do Baixo Barroso e do Alto Minho.

 

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Pois este ano fiquei-me pelo concurso do gado e por uma breve volta pelas ruas da cidade, mesmo assim deu para congelar alguns momentos, alguns da magia que invade as crianças e que lhes faz brilhar o olhar.

 

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Mas o mundo das crianças é mesmo o parque de diversões, os “carrosséis”, que até a nós adultos nos faz regressar a alguns momentos da nossa juventude. Pena mesmo foi perderem-se algumas das diversões/espetáculo, tal como aconteceu com o poço da morte…foi bom enquanto durou.

 

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Em termos de arte já tinha visto de tudo na Feira dos Santos, mas há sempre novos momentos, este ano fui surpreendido com o tango argentino dançado e cantado, na Rua de Santo António. Embora na imagem só apareçam os dançarinos, havia um terceiro elemento do grupo a cantar.

 

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E para terminarmos esta série de publicações dedicada aos santos e outono, vamos lá à foto da magia das cores, pena esta magia durar tão pouco tempo, mas dá sempre para umas imagens. Hoje apenas uma, da Praça do Brasil, em Chaves.

 

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Mas hoje temos um extra, um vídeo com todas as imagens que publicámos nesta série dedicada aos santos e outono.

 

 

 

Se quiser partilhar ou ver o vídeo diretamente no YouTube, siga este link:

https://youtu.be/xu71UwsT9Sw

 

 

E é tudo por hoje, amanhã há mais, embora de Feira dos Santos só para o ano, quanto ao Outono, pela certa que nos próximos dias teremos por aqui mais alguma coisa.  

 

 

 

04
Nov19

Quem conta um ponto...

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467 - Pérolas e Diamantes: O Vermelho e o Branco

 

 

Um ano após os comunistas terem tomado o poder na Rússia, os operários de Moscovo e Petrogrado fizeram greves encarniçadas. A fome tornou-se um flagelo. Segundo Gorki “os trabalhadores cuspiam à menção do nome de qualquer bolchevique”. Tal cinismo estava resumido no lema que apareceu espalhado pelos muros das cidades: “Abaixo Lenine e a carne de cavalo! Queremos o Czar e a carne de porco.”

 

Os grevistas de Sormovo declararam: “O regime soviético, criado em nosso nome, tornou-se completamente alheio a nós.”

 

Lenine foi então alvo de um atentado por parte de uma revolucionária (Kaplan) ainda mais revolucionária do que ele. Escapou por milagre a uma bala que o atingiu com gravidade no pescoço. Kaplan foi torturada e fuzilada. Os apaniguados do querido líder bolchevique escreveram no Krasnaia gazeta, um órgão de circulação em massa, esta prova do espírito dos revolucionários da altura: “Sem piedade, mataremos os nossos adversários, às centenas. Para o sangue de Lenine e Uritsky deve haver torrentes de sangue burguês – muito sangue, tanto quanto possível.”

 

Seguiu-se o Terror Vermelho.

 

A aversão à democracia acabou por desaguar num governo mantido pela violência. Os bolcheviques, vendo a terra a fugir-lhe debaixo dos pés, viram-se obrigados a recorrer ao terror para silenciar os rivais políticos e subjugar uma sociedade que não conseguiam controlar por outros meios. A Cheka tornou-se o braço repressivo dos bolcheviques. Era um Estado dentro do Estado, abarcando praticamente todos os aspetos da vida soviética. De facto, a organização liderado por  Dzerzhinsky tanto tratava do licenciamento dos cães como lutava contra os reacionários.

 

Os seus elementos eram peritos em esmurrar portas a meio da noite, interrogar e deter pessoas sem acusações formais. E também a torturar e a proceder a execuções sumárias. Foram a principal fonte de inspiração para a criação da Gestapo e da PIDE.

 

A Cheka era, na definição de um dos seus fundadores, não uma comissão de investigações, uma corte ou um tribunal. Era um órgão de combate na frente interna da guerra civil. “Não julga, fuzila. Não perdoa, destrói todos aqueles que são apanhados do outro lado da barricada.”

 

Foi por essa altura que os esbirros da Cheka começaram a dar um arzinho da sua graça. Numa sessão do Circo Moscovo, os nada pândegos polícias políticos ofenderam-se com as anedotas antissoviéticas do palhaço Bim-Bom e invadiram o picadeiro, com a firme determinação de o prenderem. Apanhada de surpresa, a plateia pensou tratar-se de mais uma atração. Só que o artista fugiu e os perseguidores alvejaram-no pelas costas. Gerou-se uma algazarra dos diabos e o pânico tomou conta do lugar. Rapidamente a cidade se encheu de comentários a respeito do caso, com veementes censuras públicas à ignóbil atitude da polícia. Centenas de pessoas compareceram ao enterro de Bim-Bom, transformando a cerimónia numa manifestação de desagrado.

 

Parece que na Cheka não liam os clássicos. Engels escreveu que “o terror é composto de crueldades desnecessárias, perpetradas por homens assustados”.

 

Gippius, o poeta de Petrogrado, disse que durante o Terror Vermelho, “não havia, literalmente, uma única família em que alguém não tivesse sido preso, levado ou então desaparecido sem deixar rasto”.

 

Todos seguiram ao pé da letra a afirmação de Lenine de que era melhor prender uma centena de inocentes do que correr o risco de deixar um inimigo à solta.

 

Já do lado dos Brancos, a miséria humana não era melhor. A grande ajuda enviada pelos Aliados das potências ocidentais para auxiliar os exércitos que combatiam os bolcheviques, acabou por desaparecer, em virtude da corrupção. Armas, fardas, lençóis, cobertores e equipamento hospitalar, quase tudo isso foi parar ao mercado negro.

 

Vários generais incitavam os seus soldados com a promessa de pilhagens.

 

Um deles ficou conhecido como o Príncipe dos Ladrões. A grande maioria das tropas era, no dizer de um dos poucos generais honestos, “um colossal cortejo de larápios e especuladores”. Para estes homens, a guerra era uma forma de enriquecimento.

 

A cavalaria Branca transformou-se num corpo especialista em saques, roubando ao povo o pouco que lhe restava depois da coletivização dos Vermelhos.

 

Foi precisamente esta combinação de fatores que levou aos atrozes pogroms contra os judeus.

 

Bem diz o povo que uma desgraça nunca vem só.

 

João Madureira

 

 

 

02
Nov19

Amoinha Velha - Chaves - Portugal

Aldeias de Chaves (Vídeo)

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Amoinha Velha

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que não tiveram o resumo fotográfico em vídeo aquando do seu post, trazemos hoje aqui o vídeo da aldeia de Amoinha Velha.

 

 

 

Link para partilha ou ver diretamente no youtube:

https://youtu.be/AYMqi_Hh7p0

 

 

Posts do blog Chaves dedicado à aldeia de Amoinha Velha:

https://chaves.blogs.sapo.pt/amoinha-velha-chaves-portugal-1514319

https://chaves.blogs.sapo.pt/amoinha-velha-chaves-portugal-1243678

https://chaves.blogs.sapo.pt/315312.html

 

 

 

 

 

02
Nov19

Pedra de Toque

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A LUA

 

                        O teu perfume inebriava

                        Na tua elegância tão frágil,

                        Que apetecia tanto.

 

                        Todo o teu corpo

                        Tinha oriente na pele.

 

                        A tua boca

                        Falava sorrisos

                        Para mim.

 

                        E os teus olhos

                        Projetavam claridade

                        Nas minhas sombras.

 

                        Quero descobrir os teus lugares recônditos.

 

                        Entretanto,

                        Dá-me a tua lua para eu adormecer.

 

António Roque

 

01
Nov19

Cidade de Chaves

Santos e Outono - dia 10

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Santos e Outono – dia 10

Resumo do primeiro dia da Feira dos Santos (31 de outubro)

 

Iniciamos com a imagem de outono, finalmente uma desta ano, da cidade de Chaves no primeiro dia da Feira dos Santos. Já de seguida, e sem mais demoras ou palavras, ficam alguns dos touros, vacas e vitelas premiados no concurso de gado, com representação das três raças em concurso, mas só apenas alguns das dezenas de premiados.

 

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Até amanhã!

 

31
Out19

Cidade de Chaves

Santos e Outono - dia 9

1600-Vidago Palace 18 (197)

 

Santos e Outono – dia 9

Primeiro dia da Feira dos Santos

Primeira parte

 

Hoje estamos a prever dois posts sobre a Feira dos Santos. Para já, fica este com imagens de arquivo, apenas uma imagem de outono e uma da feira.

 

1600-santos-15 (473)

 

Claro que da feira tinha mesmo de ser da feira do gado, ou melhor, do concurso do gado, mas tal como disse, é de arquivo, a deste ano, se possível, ficarão aqui lá para o fim do dia. Até lá.

 

 

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