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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

01
Set16

Jorge Bacelar na Adega do Faustino


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Desde hoje até ao fim deste mês de setembro, na Galeria da Adega do Faustino, em Chaves, estará patente ao público mais uma exposição de fotografia intitulada “Gente Marinhoa”, de autoria de Jorge Bacelar. Uma exposição a não perder, principalmente pelos amantes de fotografia.

 

_MG_2134 b_branco P.jpgJorge Bacelar

 

Jorge Bacelar nasceu a 12 de junho de 1966 em Figueira de Castelo Rodrigo. É veterinário de profissão mas desde cedo que nutria uma paixão pela imagem, embora apenas começasse a dedicar-se mais à fotografia em 2013.

 

O seu trabalho de veterinário de campo na Murtosa, distrito de Aveiro é a sua maior inspiração. Permitiu que conhecesse de perto os protagonistas das suas fotografias: os agricultores e os seus animais. As suas fotos têm uma qualidade crua, quase como que pintadas, que mostra a relação próxima que o fotógrafo tem com as pessoas que retrata. Jorge Bacelar acredita que as suas fotografias permitem aceder a um mundo que poucos conhecem.

 

“Passo horas a falar com as pessoas,” revela. “O meu tipo de fotografia é no interior. Tiro fotografias às pessoas dentro de casa, ou nos estábulos. Para isso tem que haver uma certa cumplicidade e amizade.”

 

Através da sua página no Facebook, Murtosa Tube, as fotografias de Jorge Bacelar têm sido reconhecidas tanto a nível nacional como internacional. A sua primeira exposição foi em 2013 na Torreira onde foi um de vários fotógrafos convidados a integrar a exposição intitulada, “As Gentes e as Paisagens da Terra Marinhoa”. No mesmo ano abriu a exposição individual “Identidade” na galeria de arte da Junta de Freguesia de Veiros, concelho de Estarreja e começou também a publicar as suas fotos na galeria Finearte-Portugal onde actualmente tem mais de 300 fotografias aprovadas e expostas.

 

A partir deste início modesto, Jorge Bacelar concorreu a vários concursos internacionais de fotografia. Em 2014 venceu o concurso fotográfico da campanha “Juntos Contra a Fome!” uma iniciativa da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a Agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO). Em Julho de 2015 foi-lhe atribuído o prémio “Nomination Award HPA 2015” no concurso HPA2015 9th Humanity Photo Awards organizado pela UNESCO e CFPA, Pequim, China.

 

Em 2016 tornou-se campeão do mundo ao integrar a equipa portuguesa no World Photographic Cup recebendo os prémio Photographic Cup Reportage Bronze Medal 2016. No concurso de Fotógrafo Europeu do Ano 2016 (FEP European Professional Photographer of the Year Awards) Jorge Bacelar recebeu os prémios Reportage Bronze Camera 2016, Reportage Excellence Award 2016 e Reportage Distinction Award. Foi selecionado como finalista do prestigiado concurso Hamdan International Photography Award – HIPA 2016 (Happiness) em duas categorias.

 

Em Maio de 2016 foi o vencedor europeu do concurso fotográfico internacional “2016 OIE Photo Competition”. Neste concurso há 5 vencedores, um por cada continente.

 

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Esta exposição é organizada pelo Blog Chaves, tem como Media Partner a Sinal TV e conta com o apoio da Adega do Faustino e da Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura.

 

 

 

05
Jul16

História da Pesca contadas em fotografia de António Tedim


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A partir de hoje e durante todo o mês de julho a Adega do Faustino, em Chaves, abre as suas portas à fotografia de António Tedim, com “Histórias de Pesca”.

 

António Tedim é fotógrafo amador, natural da Maia, tem participado em diversas exposições coletivas e individuais e é um dos fotógrafos amadores portugueses mais premiados em diversos concursos nacionais e estrageiros.

 

Esta é a segunda vez que expõe em Chaves. A primeira no ano de 2012 a convite da Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura, com uma exposição intitulada a “Rapa das Bestas”, documentando uma tradição galega com mais de 400 anos. Desta vez traz até nós “Histórias da Pesca”, contadas e imagem, com histórias da arte xávega, do mar e da ria.

 

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Mas, como sempre, mais vale uma imagem do que mil palavras e nem há como passar pela Adega do Faustino para ver esta exposição, para apreciar a arte de registar e perpetuar momentos únicos em fotografia.

 

Em palavras, há tempo ainda para reproduzir aqui o que António Tedim deixa registado no catálogo da exposição:

 

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HISTÓRIA DE PESCA

 

Escrever com os olhos é a melhor forma de sentir a ria, a laguna, as gentes, as artes, os alvores, os entardeceres e tanta, tanta beleza, que em tão pouco espaço nos deslumbra.

 

Esta exposição conta histórias de pesca da ria e do mar de Aveiro porque penso que a fotografia é uma das melhores maneiras de contar histórias.

 

A  PESCA  DO SÁVEL E DA LAMPREIA

 

O Murtoseiro que já tinha casa de tijolo no Tejo, quando lá chegaram os avieiros, e ali pescava o sável, a fataça e a eirós; a Murtoseira que, mais tarde, percorria a pé os caminhos que a levavam à Azambuja, carregando as redes feitas na terra e que ia vender aos do Tejo; o Murtoseiro é povo de muitas artes mas as de pesca são as suas preferidas.

 

Subam as lampreias e os sáveis as águas mais doces que de inverno escorrem na ria, e é vê-lo com novas redes, artes velhas, colhendo esses peixes que a norte e a sul são tão apreciados e caros, e tão mal pagos aqui, onde eles desde sempre as apanham.

 

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A  APANHA  DA  AMÊIJOA

É deste Murtoseiro que outro homem, o francês François Dennis, dirá que lavra o mar. Esse era o Murtoseiro do tempo dos bois nas artes do mar, na xávega. O Murtoseiro de hoje lavra a ria, na mais dura arte com que nela se trabalha, a cabrita. A arte da apanha da amêijoa, a arte onde os homens e as mulheres esfacelam rótulas, rasgam ombros, gingam dentro de água, se contorcem na dança mais estranha, dobram-se ao peso das massas brutas das cabritas.

 

A arte onde, por vezes, homens e mulheres parecem caminhar sobre as águas. A  arte que hoje é mãe do pão para tanto desempregado. É impossível imaginar a sobrevivência do pescador e de muitas das famílias ribeirinhas, sem a apanha da ameijoa.

 

Quanta fome a ameijoa mata? E quantos corpos lentamente destrói?

 

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A  ARTE  DA  PEIXEIRA  OU SALTADOIRO

 

Peixeira é aqui nome de arte, saltadoiro também lhe chamam, e é a tainha o peixe que busca. A peixeira do Ti Manel Viola, que já não pesca, e que o filho Alfredo herdou. A peixeira que ainda trabalha lá para os lados da Bestida, é uma arte em vias de extinção. Só o Alfredo a pratica.

 

A arte das redes, sempre por detrás das artes da pesca, artes que fizeram da ria mãe e que hoje é quase madrasta dos que dela vivem.

 

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As artes da ria. São artes de homens que resistem desde sempre e que comem pão salgado a cada dia, que vivem com o relógio das marés, que partem e regressam para tornar a partir.

 

É uma arte viver das artes da ria.

 

António Tedim

 

Para ficar a conhecer mais sobre António Tedim, nem há como acompanhá-lo no Facebook em:

https://www.facebook.com/antonio.tedim.7?fref=ts

 

Esta exposição é organizada pelo Blog Chaves, apoiada pela Adega do Faustino e a Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura e tem como Media Partner a Sinal TV.

 

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02
Mai16

Outra Realidade - Exposição de Ana Iglesias


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A partir de hoje e durante todo o mês de maio, na  Adega do Faustino, estará patente ao público a exposição de fotografia “Outra Realidade” da fotógrafa galega Ana Iglesias.

 

“Se souberes esperar, a gente esquecerá a tua câmara,

e então, a sua alma sairá à luz.”

Steve McCurry

 

“Quando saio à rua com a câmara fotográfica, apenas procuro captar a realidade urbana que está cheia de luz e vida. Congelo momentos que transmitam uma emoção, um sentimento, uma situação especial que acontece num segundo e que às vezes apenas eu vejo. Com essa realidade trato de criar o meu próprio mundo, sem alterá-lo mas transformando-o em algo para mim belo. A beleza pode ser vista em todas as coisas, ver e compor essa beleza é aquilo que procuro nas minhas fotografias.”  - Estas palavras  são de Ana Iglesias e testemunham bem a arte que está patente nas suas fotografias, porque Ana Iglesias não se contenta com apenas congelar momentos, emoções e sentimentos, antes, serve-se desses registos para criar e compor ou  acrescentar-lhes  arte, em composições aos que acrescenta o seu cunho pessoal. É aí que começa a arte na fotografia e a distingue de uma qualquer banal fotografia, de um qualquer registo.

 

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Ana Iglesias é Membro da antiga  Agrupación fotográfica Ourensana e da  Comunidade Fotográfica  Fotocomunity.

 

Quanto a exposições, Ana Iglesias apresenta os seus trabalhos ao público desde 2010:

 

2010

Ateneo de Ourense.

 

2011

- Exposição coletiva - homenagem a Benito Losada.

- Concello de Carballiño.  “A través dos meus ollos” . Outono Fotográfico.

- Casa da Xuventude de Ourense.  Outono fotográfico.

- Exposição Coletiva  - Violetas em “ Noite de Ronda”

.

2012.

- Exposição Coletiva -  Violetas en la exposición “Muller,erotismo e sensualidade”

- Galería Mitte de Barcelona.

 

 2013.

- Exposição coletiva -  Violetas en el Outono fotográfico.

 

2014.

- Centro cultural Marcos Valcárcel  -  “Outra Realidade”   .

- Centro sociocultural O ensanche. Santiago de Compostela. Outono fotográfico.

- Concello de Carballiño. Outono fotográfico.

 

2015

- Policlínico Cosaga. “Outra realidade”.

 

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Prémios:

  • Mención especial Raigame 2013, en categoría de serie.
  • 2º Premio fotografia Raigame 2014.

 

 

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Publicações:

  • Revista fotográfica Tetrablock. 2012.
  • Revista fotográfica Los expulsados del Paraíso. 2013.

 

É também com Ana Iglesias que o Blog Chaves se inicia com a organização de exposições de fotografia, tendo como Media Partner  a Sinal TV e contando com o apoio da Adega do Faustino e da Associação de Fotografia e Gravura Lumbudus, aos quais o  Blog Chaves agradece desde já a colaboração dos seus parceiros, à  Adega do Faustino por ter as portas abertas à arte da fotografia e à cultura, à Lumbudus por além de organizar as suas próprias exposições apoiar outras exposições de fotografia e à Sinal TV por se disponibilizar a divulgar este tipo de eventos.

 

 

Da parte do Blog Chaves tentará trazer a Chaves o que de melhor conhece em fotografia e que seja desconhecido ou pouco divulgado por estas bandas. Pensamos que este início com Ana Iglesias é um bom início, mas cabe a que por lá for ver a sua arte dizer se assim é ou não.  

 

07
Abr16

Exposição de Fotografia


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Inaugura hoje, dia 7 de abril, às 18 horas, na Adega do Faustino em Chaves, mais uma exposição de fotografia da Associação Lumbudus.

 

“Domingo Corredoiro” é o título desta coletiva de fotografia em que participam três fotógrafos Lumbudus portugueses (António Souza e Silva,  Fábio Cunha e Paula Dias) e três fotógrafos espanhóis (Pablo Serrano, Sergio Crespo  e Xosé Fernández Serrano) onde está representado o olhar destes fotógrafos do dia em que se inicia o Entroido de Verín, na Galiza.

 

"O Domingo Corredoiro”  é o primeiro dia do Entroido de Verín em que os Cigarróns saem a correr pelas ruas com o chicote na mão em perseguição dos vizinhos. É por isso que se chama “corredoiro”, porque os vizinhos correm tratando de escapar dos Cigarróns. A saída da Igreja, numa mistura pagã e religiosa, os Cigarróns aguardam pelos devotos para lhe anunciar a chegada do Carnaval.



Vestir o traje de Cigarrón para além de implicar carregar com o peso dos sete quilos de fios e os cinco quilos das “chocas”, implica também vestir o peso da história, por isso, o traje de Cigarrón, é carregado com orgulho, emoção e quase devoção.

 

 

 

15
Fev16

De regresso à cidade e à Adega do Faustino


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De regresso à cidade e à Adega do Faustino, não pelos copos ou iguarias, ou melhor, não só por isso mas também pela fotografia que a própria adega proporciona mas também pela que acolhe em exposições de Fotógrafos Lumbudus ou por eles promovidas, como a que inaugurou na passada sexta-feira e estará patente ao público durante todo o mês de fevereiro e março

 

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Fotografia noturna de Sérgio Crespo, 40 anos, natural de Vilagargia de Arousa (Galiza) onde se pode assistir um belo pôr-do-sol. Fotógrafo Lumbudus, faz fotografia desde o ano 2010. Gosta de trabalhar em distintos estilos fotográficos mas com preferência pela fotografia noturna e o retrato.  Esta exposição é a primeira do autor, graças ao apoio da Lumbudus-Associação de Fotografia e Gravura, da qual é associado desde o ano 2014.

Desde os tempos mais antigos a humanidade tem manifestado curiosidade pela observação das estrelas do céu. As estrelas e a lua têm sido uma inspiração para os cientistas e artistas, mas também, durante séculos, tem deixado fascinados aqueles que estudaram ou que observam o céu noturno.

Esta exposição não é mais que o olhar de Sérgio Crespo sobre o céu noturno.

 

 

02
Out15

Exposição Coletiva de Fotografia - Olhares no Feminino


convite

Diferentes olhares que nos levam a diferentes registos mas todos com a mesma sensibilidade conjugada no feminino. Ingredientes que nos levam a uma coletiva de fotografia de cinco fotógrafas da Associação Lumbudus. Carminha Videira, Fernanda Serra, Madalena Branco, Paula Dias e Tânia Oliveira com olhares reunidos na galeria da Adega do Faustino até dia 28 deste mês.

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A inauguração está marcada para hoje, às 18 horas. A organização é da Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura.

 

 

15
Jul15

Humberto Ferreira em Fotografia na Adega do Faustino


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A partir de hoje, 15 de Julho, até ao final deste mês, Humberto Ferreira estará na Adega do Faustino com uma exposição de fotografia intitulada “ O que vemos – Tons Azuis”.

 

A exposição conta com a organização da Associação de Fotografia e Gravura Lumbudus, da qual Humberto Ferreira também é associado, e com o apoio da Adega Faustino.

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Além de poder apreciar alguns trabalhos de Humberto Ferreira na Adega do Faustino, durante este mês, também pode acompanhar um pouco do que vai fazendo em fotografia no blog de que é Autor, aqui: http://outeiroseco-aqi.blogs.sapo.pt/

 

03
Out14

Humberto Ferreira, com 20 Sombras, na Adega Faustino


Hoje às 18 horas inaugura mais uma exposição promovida pela Associação de Fotografia Lumbudus. “20 Sombras” de Humberto Ferreira, fotógrafo Lumbudus e também ele blogger flaviense, com o blog http://outeiroseco-aqi.blogs.sapo.pt/ . Uma exposição diferente onde só as sombras, as silhuetas, o contraluz tem lugar, respondendo assim a um repto lançado pela Lumbudus de uma exposição em que a fotografia fosse além do simples registo de uma imagem, tal-qual os nossos olhos as veem. Uma exposição que abordasse a arte fotográfica.

Houve tempos em que se lançava a discussão de se a fotografia poderia ou não ser considerada como uma arte. Hoje em dia, com essa discussão ultrapassada e a fotografia já confirmada como uma arte, com a sua vulgarização de todos transportarem consigo uma câmara fotográfica e fazerem fotografia a todos os momentos, com a possibilidade de publicação imediata nas redes sociais da internet, a fotografia entrou numa nova era e o artista fotógrafo já não é aquele que tem uma boa câmara fotográfica toda xpto e aquele que domina a técnica da fotografia, aliás esses ingredientes nunca foram condições suficientes para se fazer arte com a fotografia, embora possam ajudar. Hoje são mais as tendências e os tratamentos fotográficos que fazem a moda e a arte fotográfica, pelo menos a arte mais popular nas camadas mais jovens que na maioria das vezes recorrem apenas às câmaras fotográficas dos telemóveis. Depois vem a fotografia feita com arte, em que na sua essência está na composição e, principalmente, na qualidade do olhar, com tratamento ou não, com bom equipamento ou não - é tipo de fotografia que faz a praia dos fotógrafos amadores, daqueles que amam e se apaixonam pela arte de fotografar, que fazem fotografias que dizem coisas, que são sensíveis aos momentos.

Há ainda os velhos fotógrafos que vêm do tempo da fotografia analógica, os mestres da fotografia, mas aqui a discussão já é mais complexa, pois há os resistentes, os puristas e aqueles que aderiram e se renderam às novas tecnologias de captação e tratamento de imagem, sem a olhar com desdém, e os que eram bons fotógrafos continuam a ser bons fotógrafos, ou melhores ainda. Por último, há o comércio e os lobby da fotografia, mas esses, prefiro deixá-los de fora da minha apreciação.

É, é assim. Uma exposição fotográfica do Humberto Ferreira tem de nos levar obrigatoriamente à discussão da fotografia e a tudo que diz respeito à fotografia, não fosse ele um amante maior desta arte, de tudo que diz respeito à fotografia, desde a sua origem/história até aos nossos dias, e a testemunhá-lo está a sua impressionante coleção de tudo que diz respeito à arte fotográfica.

 

07
Nov10

Filo-Café na Adega do Faustino


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Hoje deveria acontecer por aqui mais uma aldeia ou freguesia, mas infelizmente ou felizmente, tal não foi possível, pois não houve tempo para tal e tudo graças a um “espectáculo” que a Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura levou a efeito na Adega do Faustino e no qual pessoalmente também estive envolvido.

 

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Tratou-se de um Filo-Café subordinado ao tema Sacroprofano, tema este que surgiu na sequência da recente Feira dos Santos, pois este tipo de “espectáculo” está sempre associado a um acontecimento que ocorra na localidade onde se realiza.

 

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Com organização conjunta da Associação Cultural Extrapolar, do Movimento Incomunidade e da Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura, esta última com sede em Chaves, o “espectáculo” ocorreu durante toda a noite de ontem na Adega do Faustino em Chaves, que tal como estava previsto, contou com uma exposição colectiva de Fotografia, Pintura e Escultura, mas ainda com performance, história, pensamento, música, poesia, discussão e debate, que esteve aberto a todos quantos quiseram participar e, foram muitos, com casa cheia na Adega do Faustino.

 

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Uma prova também de que para a cultura acontecer, não são necessários grandes meios, pois basta haver ideias e alguém que as concretize, mesmo sem grandes apoios, como foi o caso, embora estes, sejam qual forem, até sejam preciosos, mas, se não os houver, a carolice dos envolvidos e o improviso, resolvem as mais sérias dificuldades.

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Uma semana em pleno para as actividades que a recente Associação de Fotografia e Gravura – Lumbudus tem vindo a realizar em Chaves e não só, pois só nesta semana,  além de co-organizar este filo-café que aconteceu ontem à noite na Adega do Faustino, a Lumbudus inaugurou uma exposição de máquinas fotográficas e material fotográfico em Ourense, Espanha e outra exposição idêntica em Chaves, no Arquivo Municipal, ambas intituladas “Um percurso pela história da fotografia”, tendo ainda patente ao público a exposição do Fotógrafo Catalão Eric Vives-Rubio – “Portugal com Olhares Catalães”, esta a acontecer na Galeria Tamagani em Chaves.

 

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Actividades da Lumbudus que vão ainda acontecer no que falta até ao fim deste ano, com um Workshop de Fotografia Pinhole (dia 13 de Novembro), mais um encontro de fotógrafos e blogues com concurso fotográfico (este a acontecer em Valpaços no dia 20 de Novembro e co-organizado com a blogosfera de Valpaços), uma exposição de fotografia intitulada “UFA – Cinema Alemão dos anos 20 e 30 da República de Wiemar”, além dos passeios fotográficos que a Associação vai promovendo entre associados ou com associações amigas, como o caso da Associação Portuense – Portografia.

 

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Lumbudus que à margem da cultura oficial flaviense também vai promovendo cultura, principalmente a que está envolvida com a fotografia e que tanto tem contribuído para a divulgação de Chaves e da região em imagem através dos seus associados e dos sítios onde estes divulgam as suas fotografias, quer em exposições em papel, quer na internet com os seus blogues, ou sítios onde partilham os seus olhares fotográficos, principalmente no flickr, nos reflexos, podium, fine-art  e nos olhares, páginas da net onde os Lumbudus marcam presença diária e de qualidade.

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Mas a reportagem fotográfica de hoje é do que ontem aconteceu no Faustino, uma pequena amostra do filo-café que contou com participações de alguns flavienses em todas as áreas, mas também de gente vinda de fora, via associação e movimento envolvido no “espectáculo”.

 

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Pois em vez de uma aldeia, hoje tivemos por aqui o filo-café que ontem aconteceu no Faustino com um realce para a Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura que embora com sede em Chaves, tem no seu seio fotógrafos e amantes da fotografia de toda a região, mas também com associados distribuídos já por todo o nosso Portugal e pela vizinha Galiza. Associação que já tem os seus espaços na NET, realçando aqui o seu blog onde vai dando conta das suas actividades em http://lumbudus.blogs.sapo.pt

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Até amanhã!

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