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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

24
Out19

Flavienses por outras terras - Inês Freitas


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Inês Freitas

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à zona de Cascais. Em São Domingos de Rana vamos encontrar a Inês Freitas.

 

Cabeçalho - Inês Freitas - 1024 x 380.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Chaves, mesmo na cidade.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

- Infantário - Jardim Infantil de Chaves (Maria Rita)

- 1º Ciclo - Escola Primária da Estação

- 2º Ciclo - Escola E.B. 2,3 Nadir Afonso

- 3º Ciclo - Escola Secundária Dr. Júlio Martins

- Secundário - Escola Secundária Dr. António Granjo

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Foi em 2006, devido ao facto de ter ido para a Faculdade estudar. Apesar de nessa altura ir a casa todos os fins-de-semana, foi a partir daí que deixei literalmente de viver a tempo inteiro em Chaves, visto que após terminar a Faculdade mudei-me para Lisboa.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Nasci e vivi até aos meus 18 anos em Chaves. Depois, fui para Vila do Conde, onde tirei o meu curso. Depois, segui para Lisboa, onde vivi e trabalhei durante 9 anos passando por vários atelier's e agências de design e inclusive criando o meu próprio espaço. Em 2017 comecei a trabalhar numa agência de publicidade em Oeiras e acabei por me mudar passado pouco tempo para Oeiras por causa da logística. Atualmente vivo em São Domingos de Rana - Cascais.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Tenho imensas! Apesar já ter saído há 13 anos de Chaves parece-me tudo muito próximo. Mas posso destacar o tempo, o tempo que tinha para fazer as coisas e para me deslocar para os sítios. Sair para um local qualquer e saber que tinha sempre lá alguém que conhecia, mesmo sem combinar. O grupo de amigos, as rotinas de um sábado à noite, por exemplo, ou as sextas à noite de cinema, onde era todo um evento em que íamos em grupo ao ponto de ocupar uma fila inteira. Ir almoçar a casa dos avós após as aulas e ao final do dia estarmos todos juntos (pais e irmão) à mesa a contar as peripécias do dia de cada um. As tardes na biblioteca com a malta que metia sempre a meio um croissant com chocolate! Onde já vão as duas... acho que ficava aqui imenso tempo a relatar os meus dias. São essencialmente as pessoas e a vida que se levava.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Para começar sugeria um passeio no caminho pedonal que existe à volta do rio Tâmega. Este passeio, para além de ser muito agradável por toda a sua envolvência, permite passar por pontos fulcrais para quem visita a cidade, como por exemplo o MACNA (Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso), a Ponte Romana, que nem precisa de comentários, as Poldras, que são só para os mais corajosos e, claro, para terminar, ir ao Parque Termal beber um copinho de água e relaxar de toda a caminhada. Não posso deixar de referir o centro histórico onde temos uma arquitetura muito característica com as varandas coloridas, o Museu e a Torre de Menagem, onde ficamos a saber mais da nossa história e de onde podemos usufruir de uma bela vista.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Oh... muitas! Mas sem saudosismos, foi uma fase e uma fase incrível que foi crucial no que sou hoje, tenho noção disso. Acho que a esta resposta posso associar o mesmo que disse nas recordações que tenho, está tudo ligado. Mas são essencialmente as pessoas, tenho a minha família toda em Chaves e é acima de tudo por elas que vou com muita frequência e também claro, pela calma que a cidade me transmite.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Estando em Lisboa já consegui ir uma vez por mês, porque tinha mais flexibilidade no trabalho. Hoje em dia estando mais limitada de dias disponíveis, e visto que ir só de fim-de-semana não é muito compensador, vou de 2 em 2 meses, mais ou menos. Faço uma ginástica para ir em épocas festivas e espaçá-las de forma a equilibrar o calendário.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Mais abertura para coisas novas, embora confesso que me tenho surpreendido nas últimas vezes que tenho ido, sinto que de repente tivemos um boom de novidades a surgir e isso deixa-me realmente contente. Ter mais atividades culturais, mais espaços e atividades, mas lá está, a coisa está realmente a mudar. Mais investimento no Pólo Universitário ia ajudar bastante a cidade em muitos sentidos. Percebo que o futebol seja importante para a cidade, mas para mim a cidade é muito mais que isso e convém não ficar esquecido.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Quem sabe, um dia! Neste momento não me faz sentido mas é sem dúvida algo que não coloco de parte, nem que seja daqui a muitos anos. Mas gostava de deixar bem saliente que Chaves é a minha terapia e se fico muito tempo sem ir, isso tem um efeito descomunal em mim. Saber que tenho sempre esse refúgio ali que me vai acolher deixa-me sem dúvida muito mais serena e feliz. É bom voltar!

 

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Fotografia de Inês Freitas

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

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Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

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26
Set19

Flavienses por outras terras - Joaquim Queiroga


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Joaquim Queiroga

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” voltamos à zona de Lisboa, mais concretamente à margem sul. Em Paio Pires, no Seixal, vamos encontrar o Joaquim Queiroga.

 

Cabeçalho - Joaquim Queiroga - 1024 x 380.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nascido e criado na Rua do Tabolado.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei o Externato Infante D. Henrique (Srªs Monteiras) e o Liceu Fernão de Magalhães.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em 1969 fui estudar para Coimbra, de onde regressei em 1974. Em 1981 saí novamente de Chaves e fui viver e trabalhar para Bragança, onde iniciei a minha vida profissional como Oficial de Justiça. Em 1984 fui viver para a Margem Sul, onde ainda resido, trabalhando em diversos Tribunais, em Lisboa, Almada e Moita, até à aposentação. Hoje em dia dedico-me ao associativismo e presido à Associação de Andebol de Setúbal, desde 2013.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Os meus tempos de infância no Canto do Rio (vivia ali perto), os banhos na Galinheira e no Canhoto, com os meus muitos amigos Jime, Bibi, Carlos Magalhães, Gusto Serra, Hélder, Rui Carvalho, Tó Kim, e tantos outros. Igualmente recordo os tempos que dediquei aos meus Bombeiros de Cima.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Como não poderia deixar de ser é obrigatório encaminhar os turistas a fazerem visitas aos monumentos históricos da cidade e arredores, e a degustação do Pastéis de Chaves, do folar e do fumeiro. Deveria haver da parte da autarquia um forte investimento na divulgação destes produtos.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Muitas. Da Feira dos Santos, do meu tempo de Escoteiros, de Bombeiros, mas essencialmente dos muitos amigos em geral e dos que já nos deixaram precocemente.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Raramente. Efeitos de uma família pequena e quase toda a viver por outras paragens.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Gostava de ver o movimento comercial que já teve. Porém, infelizmente, os conceitos de comércio tradicional mudaram (pululam centros comerciais), os jovens já não brincam nas ruas, os mais velhos já não frequentam os cafés e as suas tertúlias. Efeitos do progresso? Gostava também de ver resolvido o problema do Museu das Termas de Chaves. Finalmente, mas utópico, gostava de ver a descoberto todas as muralhas de Chaves e o casario edificado sob a Ponte Romana.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sem dúvida. Sinto falta de uma lareira, dos potes, do fumeiro e de um escano.

 

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O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

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22
Ago19

Flavienses por outras terras - José Paulo Santos


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José Paulo Santos

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” voltamos a cruzar o Oceano Atlântico e vamos até ao Brasil. No estado de São Paulo, em Atibaia, vive e trabalha o José Paulo Santos, desde janeiro de 2019.

 

 

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Onde nasceu, concretamente?

Nasci no Caminho da Veiga, nos Codeçais.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

A Escola Primaria da Madalena, o Ciclo Preparatório, o Liceu Fernão de Magalhães e a Escola Secundária Dr. Júlio Martins.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1991, para estudar.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Aveiro: 1995 a 1998

Viseu: 1998 a 2014

Puebla - México: 2014 a 2018

Atibaia - São Paulo - Brasil: Desde janeiro de 2019

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Os dias de verão passados no rio quando era criança e as noites quentes de verão nas Caldas quando era jovem/adulto.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Muitas, mas principalmente, a excelente gastronomia e os monumentos históricos (a Ponte Romana, o Castelo e as muralhas fortificadas).

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Do folar, dos Pastéis de Chaves, das noites quentes passadas nas Caldas.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Anualmente.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

O centro histórico melhor aproveitado e renovado, com mais vida, e que voltassem a colocar o Jardim das Freiras como era. Que saudades de passar as belas tardes de sol de primavera com os amigos, na cavaqueira…

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, um dia quem sabe…

 

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O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

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25
Jul19

Flavienses por outras terras - Laurinda Marques Silva


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Laurinda Marques Silva

 

E, de repente, quase sem darmos por isso, publicámos no mês passado a 50ª entrevista de “Flavienses por outras terras”.

Este mês, para a 51ª entrevista, vamos até Penafiel, ao encontro da Laurinda Marques Silva.

 

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Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Chaves, na Rua das Caldas, numa das casas que lá havia. Passados 3 ou 4 anos fomos viver para o Largo do Postigo, atualmente com o nome de Rua Joaquim José Delgado. Tudo devido à construção das novas Termas que existem agora.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Andei numa escola primária particular que pertencia à Professora Deolinda, mais conhecida por Almas. Andei no Liceu Fernão de Magalhães. No ano seguinte mudei para a Escola Industrial e Comercial de Chaves.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1964. Casei em Janeiro desse ano, indo viver para Coimbra.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Como o meu marido era militar de carreira acompanhei-o sempre e morei em vários sítios, em Portugal Continental e Ultramarino. Sempre regressei a Chaves para ver os meus pais e a família nos Natais, Páscoa e férias de verão.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Tenho imensas recordações. Vou falar apenas de quando era criança e adorava andar de bicicleta na minha rua até à Ponte Nova (Ponte Eng. Barbosa Carmona). Na adolescência, ir ao futebol, ao cinema, lanchar no Café Ibéria, passear no Jardim das Freiras e assistir às verbenas no Jardim Público, durante os meses de verão. E muito, muito mais...

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Para os turistas atualmente, os monumentos, as Termas e um passeio nas margens do Rio Tâmega. Tem vistas maravilhosas. Tem uma boa gastronomia, o presunto, as alheiras, os pastéis de carne e o folar de carne.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

No ano passado estive lá de férias. Já lá não ia há dez anos. Encontrei uma cidade diferente, melhor numas coisas e pior noutras. Faltou o movimento na cidade, nas Freiras, nas esplanadas em toda a cidade. Em pleno verão… nem queria acreditar.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Chaves já não dá para viver lá. Gostaria muito, será sempre a minha cidade que eu recordo todos os dias. Irei sempre que puder. Gostava de ver os Flavienses unidos.

 

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O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

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28
Jun19

Flavienses por outras terras - José Manuel Costa


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José Manuel Costa

 

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à zona de Lisboa. Do outro lado do Tejo, no Seixal, encontramos o José Manuel Costa.

 

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Onde nasceu, concretamente?

Nasci na Rua da Longras, em Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

A Escola Primária da Estação e a Escola Industrial e Comercial (atual Escola Secundária Dr. Júlio

Martins).

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

  1. Entrada no mercado de trabalho.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Vivi em Almada e Amora, trabalhei na Lisnave, na Gestnave, na Escola Profissional de Almada, no I.E.F.P de Setúbal e atualmente no INETE.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

O Rio Tâmega (a banheira da minha infância).

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

As Termas, a Ponte Roma, o Castelo.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Muitas.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Anualmente.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

O Jardim das Freiras, o Jardim Público, o Rio Tâmega.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

O meu sonho…

 

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O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

 

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23
Mai19

Flavienses por outras terras - Clara Gonçalves


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Clara Gonçalves

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” continuamos pela zona de Lisboa. A meio caminho entre a capital e a cidade de Sintra vamos encontrar a Clara Gonçalves.

 

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Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Casas dos Montes.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Santo Amaro, o Liceu Fernão de Magalhães e a Escola Industrial e Comercial.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1979 para Lisboa à procura de uma oportunidade de trabalho, que em Chaves na altura era coisa rara, e também para completar os estudos.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Vivi e trabalhei sempre em Lisboa, por aqui casei e tive as minhas filhas.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

As verbenas e os recreios da escola... que felizes que éramos!

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

A gastronomia (sem dúvida) e apreciar no todo a cidade, desde a Ponte Romana aos jardins.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades das amigas que se perderam e dos banhos no rio - uma festa nos dias quentes de verão.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Um cinema e uma praia fluvial, indispensável.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Eu vejo-me a viver daqui a uns anos na cidade, a rever todos os amigos e a passar os fins de tarde no Sport, como na adolescência.

 

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O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

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25
Abr19

Flavienses por outras terras - Nuno Afonso dos Santos


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Nuno Afonso dos Santos

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até aos arredores de Lisboa, ao encontro do Nuno Afonso dos Santos, um Flaviense que deixou Chaves aos 18 anos, mas que sempre manteve (e continua a manter) uma forte ligação à sua terra.

 

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Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Outeiro Seco, uma freguesia que dista menos de uma légua da cidade de Chaves. Por causa da curta distância que a separa da sede do concelho, Outeiro Seco tornou-se numa aldeia mais urbana que rural, onde estão localizadas muitas das infraestruturas da cidade, como a Escola Superior de Enfermagem e o Parque Empresarial de Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Depois de ter feito o ensino primário na Escola Primária de Outeiro Seco, frequentei em Chaves a Escola Industrial e Comercial de Chaves onde tirei o Curso Geral de Administração e Comércio. Atualmente essa escola é denominada por Escola Secundária Dr. Júlio Martins e comemora neste ano letivo de 2018/2019 o seu primeiro centenário.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em outubro de 1973 em busca do sonho da cidade grande. Em Lisboa tinha como grande expetativa trabalhar e continuar a estudar mas, infelizmente, fiquei-me só pela parte profissional, pese embora tivesse ainda frequentado o Liceu Pedro Nunes durante alguns meses.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Até aos meus 18 anos vivi em Outeiro Seco. Após a vinda para Lisboa, e até ao ano de 1978, o ano em que me casei, vivi num dos bairros mais emblemáticos da capital, o Bairro Alto, mais propriamente no Largo do Camões.

Por força da minha forte ligação à terra, um dos meus grandes objetivos de vida foi sempre não ter que passar noutro local as férias e as festas como o Natal, a Páscoa, os Santos ou a Festa da Nossa Sra. da Azinheira. Felizmente, pude concretizar esse sonho por ter casado com uma flaviense e outeiro secana.

 

Que profissão ou profissões desempenhou ao longo da vida?

Atualmente estou aposentado, mas exerci durante 45 anos a profissão de contabilista, uma profissão que ao longo dos anos teve várias nomenclaturas: guarda-livros, contabilista, técnico de contas, técnico oficial de contas e atualmente contabilista certificado.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

As minhas recordações de Chaves e de Outeiro Seco são tantas que se torna difícil enumerar apenas duas. Mas considerando que o Desportivo de Chaves é um dos ex-libris da cidade, talvez sejam os episódios ligados ao Desportivo aqueles que eu preservo mais na memória. Desde logo, os dérbis com o Vila Real, quando ainda disputávamos o campeonato regional, e as festas das subidas de divisão. Ainda neste domínio recordo-me também do movimento de contestação vivido durante o “caso Lourosa”, em que a cidade esteve a ferro e fogo durante quase uma semana.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Talvez pelo seu Rio Tâmega, Chaves é uma cidade que encanta todos os seus visitantes logo à primeira vista. Mas claro que recomendo o centro histórico, assim como o nosso centro termal.

 

Chaves está ligada a quase todas as épocas da nossa história, desde a romanização passando pelas diversas crises da nossa independência. Durante a crise de 1383 a cidade esteve durante 18 anos sob o domínio espanhol, por não reconhecer a soberania de D. João I.

 

A guerra da restauração também passou por Chaves, assim como as guerras entre os liberais e os absolutistas, sendo disso testemunho a Convenção de Chaves, assinada em 20 de setembro de 1837.

 

Foi em Chaves que se consolidou a República, razão pela qual em Lisboa a Avenida da República está ladeada pela Avenida 5 de outubro, de um lado, e a Avenida Defensores de Chaves, do outro, isto porque a República foi implantada em 5 de outubro de 1910, mas foi consolidada em Chaves, a 8 de julho de 1912, razão do nosso feriado municipal.

 

É pena que a cidade não tenha um serviço de visitas guiadas, porque há muita história em Chaves. Foram muitos os flavienses que participaram na 1ª Guerra Mundial. Mas houve dois cuja participação sobressaiu: o Coronel Bento Roma, imortalizado na rua que liga a Rua do Olival ao Largo das Freiras, e que teve o privilégio de comandar as tropas aliadas sob o Arco do Triunfo, e o General Ribeiro de Carvalho, um herói nas trincheiras que mereceu destaque numa série passada recentemente na RTP. 

 

Saliento ainda como visita obrigatória o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, porquanto essa vista é um dois em um, ou seja, para além das obras do pintor Nadir Afonso, pode-se ainda apreciar o excelente projeto arquitetónico do Arquiteto Siza Vieira.

 

Recomendo também uma visita aos arredores da cidade, nomeadamente a Vidago e ao seu Palace Hotel, mas também a Outeiro Seco, onde poderão apreciar a igreja românica da Nossa Sra. da Azinheira, assim como os seus frescos quinhentistas, frescos que também podem ser apreciados na capela da Nossa Senhora do Rosário descobertos recentemente.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Principalmente das pessoas que fizeram parte da minha vida e que infelizmente já partiram, dos aromas e dos sabores dos produtos da terra, mas também de um certo sentido de bairrismo e de comunidade que cada vez sinto mais ausente.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Ao longo destes 45 anos de residência em Lisboa mantive sempre uma relação muito próxima tanto com a cidade, sobretudo com o Desportivo de Chaves, do qual sou o sócio nº 404, como também com a minha aldeia, tendo feito parte dos órgãos sociais de várias associações locais, como a Casa da Cultura e a AMA – Associação Mãos Amigas. Atualmente, e devido à minha situação de disponibilidade, vou a Chaves ainda com maior regularidade, porquanto tenho lá a minha segunda habitação.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Uma maior dinâmica empresarial, criando mais postos de trabalho para que os flavienses ali nascidos não tivessem necessidade de abandonar a sua terra, e ainda um polo universitário com maior importância, de modo a trazer para a cidade mais juventude.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Confesso que durante algum tempo alimentei esse sonho romântico, e até o de poder participar mais na vida cívica da minha aldeia. Porém esse sonho tem vindo a desvanecer-se por várias razões. Primeiro, pelo facto de só ter um filho e de ele viver no estrangeiro. O aeroporto de Lisboa está apenas a dez minutos da minha casa e coisa diferente seria viver em Chaves. Depois, a perda de qualidade de vida, sobretudo ao nível da saúde, uma assimetria que se acentua cada vez mais no interior. Por tudo isso continuo a adorar ir a Chaves e irei enquanto a saúde o permitir, mas deixou de estar nos meus horizontes uma mudança definitiva.

 

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O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

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21
Mar19

Flavienses por outras terras - Augusto Fernandes


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Augusto Fernandes

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até aos arredores de Lisboa.

 

Em Agualva – Cacém vamos encontrar o Augusto Fernandes.

 

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Onde nasceu, concretamente?

Nasci na Rua Verde. Residi até aos 4 anos no Bairro Operário e depois, até vir para Lisboa, residi no Beco do Trem, junto à atual esquadra da PSP.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Fiz a 1ª e 2ª classe na Escola da Lapa e a 3ª e 4ª classe na Escola da Estação, devido ao facto da Escola da Lapa ter encerrado para dar lugar ao Magistério Primário. Fiz o 5º e 6º ano nas instalações do Forte de São Francisco, o 7º ano no Liceu Fernão de Magalhães e do 8º ao 10º frequentei a Escola Secundária Dr. Júlio Martins.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

A minha saída começou em 1985/87 para cumprir o serviço militar na Marinha de Guerra Portuguesa. Depois, e de forma definitiva, em Novembro de 1987, saí para Lisboa para ingressar na PSP, onde permaneço até à presente data.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Desde que vim viver para Lisboa sempre residi em Agualva-Cacém. Em relação aos locais de trabalho, apesar de ter estado em vários serviços foi sempre em Lisboa que trabalhei.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Para além das brincadeiras daquela época e das "futeboladas" com os amigos, recordo com saudade a cidade e as pessoas que ali habitavam.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Irem a Chaves sem grandes pressas, ficarem pelo menos 2 ou 3 dias (é o tempo que eu aconselho a todos os meus amigos que lá vão de visita) para poderem apreciar com calma e tranquilidade todos os monumentos históricos que a cidade tem. Deliciarem-se com a rica e variada gastronomia que se pode encontrar em Chaves e arredores.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades da minha juventude que passei naquela linda cidade, saudades dos bailaricos aos Domingos, saudades da chegada dos emigrantes em Agosto, saudades dos arraiais das aldeias vizinhas.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

É inevitável dizer que desde que a A24 começou a ter portagens passei a ir com menos frequência do que aquela a que estava habituado a ir. Tento sempre ir a Chaves na Páscoa e na Feira dos Santos.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Gostava de voltar a encontrar o antigo Jardim das Freiras.

Gostava de ver o comércio local da Rua Direita repleto de lojas abertas e cheias de gente.

Gostava de ver o Açude de Vila Verde da Raia a funcionar como uma verdadeira praia fluvial, tal e qual como tantas outras que se veem pelo país fora.

Gostava de ver o Rio Tâmega limpo e cuidado.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Por aquilo que vai no meu coração diria redondamente que sim, mas a minha vida profissional, a da minha esposa e a vida familiar não me permitem dizê-lo com tanta clareza.

A família começou a aumentar em Lisboa com o nascimento de duas netas.

 

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O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

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21
Fev19

Flavienses por outras terras - Gilberto Costa


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Gilberto Costa

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos acrescentar mais um ponto no mapa de Portugal, desta vez em Pinhal Novo, no distrito de Setúbal.

 

É lá que vamos encontrar o Gilberto Costa.

 

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Onde nasceu, concretamente?

Nasci na freguesia de Santa Maria Maior.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Santa Cruz e a Escola Industrial e Comercial de Chaves (Dr. Júlio Martins).

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Iniciei a minha aventura fora de Chaves em 1973. Após acabar o curso na Escola Industrial e Comercial de Chaves fui trabalhar para a Lisnave, em Almada, até Agosto de 1974, tendo regressado a Chaves nessa data.

 

Em 1978 fui emigrante na Suíça, tendo regressado a Chaves em finais desse mesmo ano.

 

Em 1981 ingressei nos Tribunais, tendo sido colocado no Barreiro, onde me mantive a residir durante cerca de 10 anos, regressando novamente a Chaves em 1991.

 

Desde Junho de 2014 encontro-me a trabalhar em Évora, comarca para a qual fui nomeado Administrador Judiciário, encontrando-me a cumprir a segunda comissão de serviço, com termo em Junho de 2020.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Chaves, Cacilhas, Almada, Barreiro, Moita, Lisboa, Vila Real, Boticas, Mirandela, Montalegre, Mondim de Basto, Murça, Évora e Pinhal Novo.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

A infância, os tempos de estudante, a família, os amigos, e tantas outras que poderiam ser enumeradas.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Existem várias, mas não se pode esquecer a excelente gastronomia, a beleza da cidade, a hospitalidade dos seus habitantes.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Da família, dos amigos e da gastronomia.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Vou muitas vezes. Uma vez por mês, em média.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Se fosse possível, repor aquilo que tem sido destruído: o Jardim das Freiras, o Jardim do Bacalhau, a reta do Raio X… E ver Chaves dotada de uma Universidade, essencial para o desenvolvimento e progresso da cidade.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, gostava, e não está posta de parte a ideia de regressar.

 

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Localização dos Flavienses por outras terras que já passaram por esta rubrica

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

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24
Jan19

Flavienses por outras terras - Rui Carvalho


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Rui Carvalho

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até Guimarães, o “berço da nacionalidade”, ao encontro do Rui Carvalho.

 

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Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Santa Maria Maior, Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária da Lapa e o Liceu Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1976 por motivos pessoais/familiares.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Portugal, em Chaves e em Guimarães. No Brasil, em São Paulo, Campinas, Aracaju, Porto Alegre, Foz do Iguaçu e Porto Seguro.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

As matinés de domingo no Cine Teatro e as Verbenas no Jardim Público quando eu era teclista do conjunto Aquae Flaviae.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Um passeio a pé pelo centro histórico com visita ao Museu da Região Flaviense e ao Museu Nadir Afonso, e um lanche típico num dos vários bares/restaurantes tradicionais da cidade.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Do antigo Jardim das Freiras e dos espetáculos de finalistas do Liceu.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

De 3 em 3 anos até agora e mensalmente daqui em diante.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Gostaria de encontrar autarcas mais atentos às potencialidades do turismo como mola propulsora da economia regional.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, desde que conseguisse trabalho na região.

 

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O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Rui Carvalho (2).png

 

Mapas - 1024 x 512.png

 

 

 

 

 

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