Outros Olhares Sobre Chaves - Daniel de Oliveira
Hoje é terça-feira e como sempre vamos até aos olhares de quem nos visita.
.
.
Daniel de Oliveira, é o nosso convidado de hoje, e tal como deixa escrito no seu perfil, é um lisboeta da cabeça aos pés, para quem a fotografia faz parte da sua vida. Coisa já de família, de seu pai, também amante de fotografia e coleccionador de câmaras fotográficas…Leicas, entre outras. Diz-se particularmente amante de Lisboa, da sua arquitectura e da sua luz, da fotografia de rua, da experiência que vai adquirindo na fotografia de estúdio. Um fotógrafo que já não viaja sem a sua máquina fotográfica.
Pois numa das suas últimas viagens passou por Chaves e por cá fez alguns registos da nossa cidade. Registos flavienses e também da sua vivência como fotógrafo, com fotografia de rua e de estúdio que já pode ser apreciada na sua galeria no flickr, e que poderá e deverá ver aqui:
http://www.flickr.com/photos/72964160@N00/page1/
.
.
Hoje deixo por cá quatro registos da nossa cidade, olhares diferentes de reflexos e pormenores, de cores e contrastes de um passeio que se adivinha pelo nosso centro histórico com passagem do rio até à outra margem numa série de fotos que o Daniel de Oliveira legenda com “cold light series”, e sem dúvida, que captou bem a nossa luz, mas também o frio de uma conversa gelada que nem sequer falta na expressão do azul e brilho do céu.
.
.
Gostei de ver o pouco que partilha na sua galeria sobre Chaves, espero que tivesse levado consigo mais olhares interessantes da nossa velha cidade que contrastam e ficam bem na sua interessante e apurada galeria de fotos.
Na NET, o Daniel de Oliveira tem também o seu nome associado ao MAL. Um MAL que parece ser feito por bem, no Movimento Acorda Lisboa que tem o seu espaço aqui:
http://www.movimentoacordalisboa.com/
.
.
Obrigado Daniel pelos teus olhares sobre Chaves e volta sempre, com a tua máquina fotográfica, e da próxima pode ser de verão, para assim poderes compreender as palavras de Miguel Torga, quando dizia que por cá havia “Nove meses de inverno e três de inferno” e talvez poderes colher a luz abafada do calor.
Até amanhã, em dia de feijoada em Chaves.















































