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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

A estética da arte e o nó duma corda

09.02.17 | Fer.Ribeiro

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Tinha mentalmente preparado um paleio mais profundo para este post, do género daqueles que põem, ou pretendem por,  as pessoas a pensar e a sentirem-se inteligentes com a opção de guiarem o seu próprio pensamento por um novo caminho da sua opção, sem se alinharem com estas palavras e sem concordarem ou discordarem delas. Era assim uma coisa do género de um poema complicado em que o poeta,  para disfarçar aquilo que quer dizer, acaba por baralhar as palavras dizendo aquilo que realmente sente mas com palavras que dizem outra coisa e que, quem os lê, nem lê aquilo que o poeta sente ou realmente diz, mas aquilo que quer ler e nessa leitura sentir.

 

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É um bocado como a estética ou a arte, leia-se a estética da arte, onde, com inteligência, até se conseguem ler e sentir mesmo onde não as há, ou seja, é assim como ver no nó duma corda um tropeçar seguido de cambalhota para de seguida se por a pé e seguir o seu caminho… penso que o melhor é mesmo ficar por aqui. Até amanhã!