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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

12
Jul18

A Pertinácia da Informação

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Uma questão de perceção

 

Os dias passam na expectativa que amanhã seja o dia para viver. É uma espera com ausência de paragem. Daqui, desta margem penso: “Só as trutas nadam contra a corrente e no final morrem… também.”

 

O que importa é manter o ritmo e seguir, manter a âncora firme pode ser que alguém venha depois e possa contruir.

 

O calor alterna-se com o frio – Estou cansada das tuas surpresas, ó tempo omnipresente!

 

Os dias de calor deixam-me exausta e o frio deixa-me lacerada… é a vida, já não me dói nem me custa quase nada.

 

Olho espantada o panorama: levou toda a gente uma paulada no cérebro e está tudo convencido que o que vê é normal, se era para ser zombie, mais valia não nascer!

 

No fundo acho que os meus dois neurónios – esquerdo e direito – fundiram num só, mas tenho a profunda esperança que a seguir haja partição como na ameba e se reproduzam e multipliquem a fim de povoarem todo o espaço vazio.

 

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 Fotografia de Lúcia Cunha

 

Uma manada é sempre uma manada, ao fim de algum tempo uma cabeça isolada fica assustada e uma manada às vezes é uma visão assustadora e demovedora.

 

Se olhares para algo que efetivamente é redondo, mas uma multidão disser que é quadrado, temos um grande problema… ou não!

 

Galileu debateu-se pelo que via. Eu digo que a cada um serve o que vê. É uma questão de perceção. Não vale a pena grande debate ou discussão.

 

Nem tudo tem que ser entendido, nem toda a gente é capaz de o entender, quando não se entende é melhor aprofundar, mas apenas se o assunto é relevante, se não for o suficientemente importante é melhor seguir adiante.

 

sanitas_2013.jpg

 Fotografia de Lúcia Cunha

 

Do meu ponto de vista e do meu angulo de visão...

O que lhe falta é amor

É tudo ao fim de contas uma questão

De te fazer passar a tua dor

 

E eu olho e vejo então:

O problema, meu pobre cão

É que eu não tenho a solução

Se no fundo essa fosse se não

A minha própria dissolução

 

Tenho acima de tudo compaixão

Do sofrimento do bicho

Procurando abrigo no lixo

Sofrendo do calor do verão

 

Que temos? que temo?

 

E se um dia vier o demo

Esmagamos-lhe a cabeça no chão

 

Nós não temos, nem temo

Medo quando não há razão

 

Nós não temos nem temo

Que ser dissolução

 

Apoia-te firme e navega na seara do pão.

Até Torga disse que era pacifica a revolução

 

 

Lúcia Pereira da Cunha

 

 

 

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