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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Cidade de Chaves - Rua Padre Joaquim Marcelino da Fontoura

01.08.18 | Fer.Ribeiro

1600-(32535)

 

Os amigos que me acompanham nas minhas andanças pelas aldeias na recolha de imagens, sabem que há dois motivos que não escampam à objetiva da minha máquina fotográfica — as alminhas e uma roupinha pendurada a secar. Noia minha, talvez, mas penso que não, embora nunca tivesse pensado nisso. Acontece que à roupinha estendida acho-lhe graça, geralmente há uma variedade de cores que alegram sempre o motivo, é castiço e a roupinha sempre se secou ao sol e ao vento, além de onde houver roupinha pendurada, há pessoas que a lavam e que a vestem, logo é um motivo de satisfação, principalmente nas aldeias, uma espécie em vias de extinção… Quanto às alminhas, é assim como uma espécie de coleção, mas há também a sua importância no ser português, o serem um dos traços da cultura portuguesa.

 

E já que abordamos as alminhas, nem de propósito, ficamos com a rua de um padre, que deu pelo nome de Padre Joaquim Marcelino da Fontoura, o mesmo que tem busto no meio do Largo do Anjo, de olho na sua rua e ao lado daquela que foi a sua escola e que mais tarde daria lugar ao Liceu Nacional de Chaves. Um dos nossos ilustres flavienses que tanto contribuiu para a educação de muitos flavienses nos finais do século XIX e inícios do Séc. XX. Um destes dias retomaremos a nossa antiga crónica dos “Ilustres Flavienses” e pela certa que o Padre Joaquim Marcelino da Fontoura passará por aqui outra vez.