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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Curalha - Chaves - Portugal

16.04.16 | Fer.Ribeiro

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Há locais e aldeias que frequento mais amiúde e hoje deixo-vos aqui oito motivos e outros tantos registos que me levam a isso.  Simultaneamente são imagem de marca de uma aldeia e da sua envolvência – Curalha, é a nossa aldeia de hoje.

 

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Felizmente não é o único local e aldeia que tenho na manga como trunfo a puxar quando dele necessito. Não só pelas composições que proporciona onde há sempre uma nova para descobrir, mas também porque são locais onde vamos e regressamos sempre formatados, limpos, para encarar a cidade e o seu dia-a-dia.

 

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Não que a cidade seja stressante e nos pressione como eventualmente pode acontecer com mais frequência nas grandes cidades. Chaves não é tão grande assim, felizmente ainda é uma cidade de província, mas também a vida destas mexem connosco, e,  de vez em quando, precisamos de respirar outros ares.

 

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Os rios, a croa das montanhas e das serras, locais onde só o murmúrio das águas, do vento, das variadas melodias da passarada ou de um chocalhar perdido no meio de uma pastagem são possíveis e suficientes para silenciar e esquecer os ruídos da urbanos, quer sejam sonoros ou não.

 

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Curalha tem algumas dessas ofertas. Muito rio, moinhos, a coroa do castro com a sua imagem de marca do pinheiro manso, mas também uma aldeia, onde nunca resistimos a deixar à margem e onde há também sempre um ou outro motivo que merece um registo.

 

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Mas há também a memória de uma linha férrea, a Linha do Corgo e as estação do Tâmega, umas das mais importantes da altura, a par das estações das cidades e das vilas que a linha do Corgo servia. Felizmente e graças ao gosto e interesse de um privado,  o edifício da estação mantem-se e uma composição de máquina a vapor, uma carruagem e um vagão de mercadorias estão estacionado em frente à estação, para delicia de que a avista desde a E.N.103, dos fotógrafos ou de quem gosta de comboios e sobretudo tem saudades do comboio em terras flavienses.

 

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Ainda do comboio resta a ponte de pedra sobre o rio Tâmega que hoje não coube aqui em imagem, mas que já mais vezes aqui trouxemos e iremos continuar a trazer, talvez numa próxima passagem por Curalha.

 

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Ainda bem que existe a fotografia para podermos fazer estes registos e estas composições que ao visionarmos deixam um pouco do cheiro e sabor da realidade, mas como sempre digo e volto a afirmar, uma coisa é a fotografia e outra a realidade, mas esta, há que ir aos locais para a sentir.