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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Flavienses por outras terras

22.02.18 | Fer.Ribeiro

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Célia Fernandes

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” continuamos pela zona de Lisboa. Em Belas, no concelho de Sintra, vamos encontrar a Célia Fernandes.

 

Cabeçalho Célia Fernandes.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Oura, no concelho de Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Nantes, a Escola Primária do Caneiro, a Escola Preparatória de Chaves (atual Nadir Afonso), a Escola Secundária Fernão de Magalhães e a UTAD – Pólo de Chaves.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 2002, para colocação numa escola do 1º CEB.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Lisboa, em Campo de Ourique, de 2002 a 2003, na Amadora, de 2003 a 2006, em Agualva/ Sintra, de 2006 a 2008, e em Belas, a partir de 2008.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

A infância e a adolescência no meu bairro com os amigos e os tempos do Liceu.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

O centro histórico com as suas varandas e o circuito pedonal das Caldas.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Primeiro, dos meus pais, e depois dos antigos espaços verdes que não voltam, nomeadamente o Jardim das Freiras e a Alameda do Raio X.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Atualmente, três a quatro vezes por ano.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Gostava de ver uma cidade dinamizada com investimentos que proporcionem aos jovens e aos menos jovens a possibilidade de se estabelecerem na sua terra.

 

Gostava de vê-la de novo a crescer como em tempos se pensou, aproveitando o facto de estar próxima de uma das fronteiras terrestres mais movimentadas do país.

 

Gostava que a zona industrial fosse, de facto, uma zona industrial.

 

Gostava que quem orienta os destinos desta cidade/concelho trouxesse e exigisse condições de progresso e não deixasse levar o que já tivemos de bom, como a UTAD ou o serviço de obstetrícia/maternidade do Hospital Distrital de Chaves.

 

Enfim, gostava de não ter tido necessidade de abandonar os meus entes queridos e a minha terra por não ter espaço para mim.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Claro que sim, mas os anos passam e talvez na reforma, quando no fundo já não fizer sentido, possa voltar.

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Célia Fernandes.png