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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

20
Nov18

Inicio de 4 contos que não li e outros devaneios

1600-(41763)

 

Olhou a fauna humana por olhar, já que não lhe restava muita opção. Ou melhor: não lhe restava opção porque, para ele, tudo era igual. Escolheu a mesa central, surpreendentemente vazia. Fora de padrão, menor que as demais. Sábado, naquele bar, a tendência era as mesas engatadas umas às outras, em conversas barulhentas. Fosse em Vitória, fosse em BH.

 

1600-(41764)

 

Entre tantos pela rua andando, vai o pai à frente, desviando suas rugas de preocupação das dos outros que procuram perder as suas nas lojas. Vai à frente, puxando o pequeno. O que puxou a mãe. É mais claro que o pai. Quatro anos ou cinco. Aos passos largos, vão. Ele é sozinho agora, tinha de acostumar...

 

1600-(41765)

 

Acordei inteiramente expatriado do tempo. Sabia que tinha sido atropelado no dia anterior, mas a avalanche de matizes, que se embaralhavam em segredo, tombou-me para fora do mundo calendário.

 

1600-(41766)

 

O destino cruzou-lhes o sorriso. Um toque desses especulares, de tão hipnótico. Ainda que recheado de dúvidas. Não se viam havia mais de dez anos e, apesar disso, era como se o flerte dos olhos fosse o derradeiro arremate da tinta de um esboço que se esculpia há anos.

 

 

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